{"id":28738,"date":"2007-11-14T11:59:28","date_gmt":"2007-11-14T11:59:28","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"desenvolvimento-regional-velho-chico-em-pauta-28738","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/desenvolvimento-regional-velho-chico-em-pauta-28738\/","title":{"rendered":"Desenvolvimento Regional:  Velho Chico em pauta"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\" \/><br \/>Durante o semin\u00e1rio foram discutidas as mais diversas formas de conciliar o interesse da popula\u00e7\u00e3o que sofre os efeitos da seca com a necessidade de preserva\u00e7\u00e3o do rio que, segundo especialistas, tem sofrido um processo intenso de desgaste e assoreamento. O projeto atinge uma das bacias hidrogr\u00e1ficas mais importantes do pa\u00eds. Em suas proximidades habitam 15,5 milh\u00f5es de pessoas, distribu\u00eddas em 503 munic\u00edpios, sendo 49 em Alagoas, 115 na Bahia, um do Distrito Federal, tr\u00eas em Goi\u00e1s, 239 em Minas Gerais, 69 em Pernambuco e 27 em Sergipe.<br \/>\nA obra de transposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 or\u00e7ada em R$ 3,4 bilh\u00f5es. Segundo o Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional,<br \/>\ndepois de conclu\u00eddo, o projeto deve beneficiar 15 milh\u00f5es de pessoas dos estados de Pernambuco, Para\u00edba, Rio Grande do Norte e Cear\u00e1. O projeto de transposi\u00e7\u00e3o, iniciado em agosto pelo governo federal, pretende construir barragens para desviar cerca de 1,4% da vaz\u00e3o do rio.<br \/>\nCom a riqueza dos argumentos, ficou comprovado que a proposta de transposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de ser unanimidade. De um lado, integrantes do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional listaram os benef\u00edcios da obra, citando, por exemplo, a chegada das \u00e1guas do rio em regi\u00f5es castigadas pela seca. Por outro, ambientalistas destacaram o desgaste natural sofrido pelo rio e foram radicais ao afirmar que o Velho Chico n\u00e3o sobreviver\u00e1 ao desvio de \u00e1gua previsto no projeto.<br \/>\nArgumentos:<br \/>\nEssas diverg\u00eancias foram destacadas pelo diretor-presidente do Correio Braziliense, \u00c1lvaro Teixeira da Costa. Ao abrir o semin\u00e1rio, ele citou argumentos de defensores e cr\u00edticos do projeto. Teixeira da Costa disse que o assunto n\u00e3o pode ser tratado sem levar em conta o interesse da popula\u00e7\u00e3o que vive \u00e0s margens do rio e que depende de suas \u00e1guas.<br \/>\nAo citar um dos principais argumentos de diverg\u00eancias, ele falou do temor de estudiosos de que a integra\u00e7\u00e3o sobrecarregue a bacia do rio, abordando tamb\u00e9m a afirma\u00e7\u00e3o do governo de que o volume de \u00e1gua transposto corresponder\u00e1 a apenas 1,4% da vaz\u00e3o do rio, o que n\u00e3o representaria percentual significativo. Em seu discurso, Teixeira da Costa analisou projetos de transposi\u00e7\u00e3o realizados em pa\u00edses como Estados Unidos, Peru e Espanha, lembrando que a m\u00eddia tem papel determinante na divulga\u00e7\u00e3o das posi\u00e7\u00f5es de quem se manifesta de maneira contr\u00e1ria ou favor\u00e1vel ao projeto. &#8220;A bandeira de quem depende de suas \u00e1guas n\u00e3o tem cor. O Rio S\u00e3o Francisco \u00e9 de todos n\u00f3s. Por isso temos que ter muita responsabilidade com ele&#8221;, ressaltou.<br \/>\nO ministro Geddel Vieira Lima anunciou que, em 15 dias, o governo deve assinar o primeiro contrato com a empresa respons\u00e1vel pelo primeiro lote do eixo norte das obras da transposi\u00e7\u00e3o. &#8220;Com a chegada da iniciativa privada, tenho a esperan\u00e7a de inaugurar ao menos o eixo leste da obra ainda no governo Lula&#8221;, afirmou.<br \/>\nA realiza\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio foi saudada pelo ex-ministro Jarbas Passarinho, que considera a discuss\u00e3o oportuna, lembrando que, em 2000, mediou debates semelhantes. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, Passarinho organizou um simp\u00f3sio para discutir a transposi\u00e7\u00e3o. &#8220;Dei palavra aos que eram a favor e aos que eram contra&#8221;, lembra. Segundo o ex-ministro, o senador Ant\u00f4nio Carlos Magalh\u00e3es (PFL-BA) liderava o grupo contra a transposi\u00e7\u00e3o e pela revitaliza\u00e7\u00e3o do rio. &#8220;ACM argumentava que a obra de R$ 3 bilh\u00f5es era muito cara e n\u00e3o tinha cabimento&#8221;, comentou. \u00c0 \u00e9poca, o deputado Marcondes Gadelha (PSB-PB) propunha retirar 70 metros c\u00fabicos de \u00e1gua por segundo do S\u00e3o Francisco. &#8220;Gadelha contra-argumentou, afirmando que as \u00e1guas seriam tomadas depois da Bahia, em Cabrob\u00f3 (PE)&#8221;, explica.<br \/>\nA bandeira de quem depende de suas \u00e1guas n\u00e3o tem cor. O Rio S\u00e3o Francisco \u00e9 de todos n\u00f3s. Por isso temos que ter muita responsabilidade com ele&#8221;<br \/>\n                                                            \u00c1lvaro Teixeira da Costa, diretor-presidente do Correio Braziliense<br \/>\nColaborou H\u00e9rcules Barros <\/p>\n<p>Vis\u00f5es antag\u00f4nicas da quest\u00e3o<br \/>\nRenata Mariz<br \/>\nDa equipe do Correio<br \/>\nDuas vis\u00f5es antag\u00f4nicas sobre o mais pol\u00eamico projeto do governo federal foram apresentadas pela manh\u00e3, na abertura do semin\u00e1rio S\u00e3o Francisco, a realidade de um rio, promovido pelos jornais Correio Braziliense, Estado de Minas e Diario de Pernambuco. Primeiro palestrante, o secret\u00e1rio de Infra-Estrutura H\u00eddrica do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, Jo\u00e3o Santana, defendeu a transposi\u00e7\u00e3o como uma forma de levar \u00e1gua aos nordestinos que passam sede e citou exemplos de dois projetos bem-sucedidos de integra\u00e7\u00e3o de bacias em funcionamento no pa\u00eds. &#8220;J\u00e1 temos isso aqui, nos rios Para\u00edba do Sul e Piracicaba. N\u00e3o sei porque essa celeuma em torno do S\u00e3o Francisco?&#8221;, questionou.<br \/>\nDo outro lado, o presidente do Comit\u00ea de Bacia do Rio das Velhas, Apolo Lisboa, contr\u00e1rio ao projeto, sustentou que a transposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o amenizar\u00e1 os efeitos da seca no semi-\u00e1rido para as popula\u00e7\u00f5es isoladas. Ele sugeriu alternativas mais simples e baratas para solucionar o problema, tais como os reservat\u00f3rios de \u00e1guas da chuva e a instala\u00e7\u00e3o de po\u00e7os artesianos. Lisboa criticou ainda os projetos de revitaliza\u00e7\u00e3o em curso, feitos pelo governo federal como parte da transposi\u00e7\u00e3o. &#8220;S\u00e3o uma verdadeira colcha de retalhos, uma forma de repassar dinheiro a prefeituras sem o menor crit\u00e9rio&#8221;, criticou.<br \/>\nPara Santana, as cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 transposi\u00e7\u00e3o t\u00eam mais a ver com um desconhecimento em rela\u00e7\u00e3o ao projeto. &#8220;S\u00e3o 37 programas de revitaliza\u00e7\u00e3o previstos. J\u00e1 iniciamos 330 interven\u00e7\u00f5es, entre trabalhos de esgotamento sanit\u00e1rio de res\u00edduos s\u00f3lidos&#8221;, explicou. &#8220;A verdade \u00e9 que nunca foi feito nada em termos de preserva\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o do rio. Nenhuma bananeira foi plantada. O que existe s\u00e3o iniciativas de ONGs (organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais) e ambientalistas, que tentam fazer um trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o.&#8221;<br \/>\nQuilombos e \u00edndios<br \/>\nSantana destacou que, a despeito das cr\u00edticas, as popula\u00e7\u00f5es mais isoladas ser\u00e3o contempladas com um programa de cisternas, cujo or\u00e7amento \u00e9 de R$ 1,2 bilh\u00e3o em 2007. &#8220;Nossa estimativa \u00e9 atingir 1.143 povoados n\u00e3o inclu\u00eddos na transposi\u00e7\u00e3o inicialmente. A previs\u00e3o inicial \u00e9 de 800 mil cisternas por ano&#8221;, destacou. Ele disse ainda que as comunidades tradicionais localizadas na beira do rio receber\u00e3o aten\u00e7\u00e3o especial. &#8220;Estamos iniciando a constru\u00e7\u00e3o de 642 casas para ind\u00edgenas e quilombolas. Al\u00e9m disso, repassamos R$ 900 mil para a Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio) fazer um centro comunit\u00e1rio em cada aldeia e um posto de sa\u00fade.&#8221;<br \/>\nDois projetos semelhantes ao do S\u00e3o Francisco foram mencionados por Santana. &#8220;Hoje, no Brasil, se transp\u00f5em 63% (da vaz\u00e3o) do Rio Para\u00edba do Sul e 78% do Piracicaba. Mas tirar 1,4% do S\u00e3o Francisco para o nordeste setentrional parece um crime&#8221;, reclamou o secret\u00e1rio. Ele recha\u00e7ou as cr\u00edticas sobre um poss\u00edvel favorecimento do agroneg\u00f3cio, na distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, em detrimento da popula\u00e7\u00e3o mais pobre. &#8220;O \u00edndice de 26 metros c\u00fabicos por segundo \u00e9 o determinado para uso humano e animal. Apenas quando o Sobradinho verter (encher), com 117 metros c\u00fabicos, \u00e9 que fica permitido o uso m\u00faltiplo, cabendo ainda ao comit\u00ea de bacia decidir para quem vai essa \u00e1gua&#8221;, ressaltou.<br \/>\nApolo Lisboa disse temer que um projeto da grandiosidade da transposi\u00e7\u00e3o demore muito a ser conclu\u00eddo, com gastos expressivos de dinheiro p\u00fablico. &#8220;Voc\u00eas sabem quantas obras inacabadas temos no pa\u00eds, n\u00e3o sabem?&#8221;, indagou o presidente do Comit\u00ea de Bacia do Rio das Velhas. Santana, entretanto, questionou as informa\u00e7\u00f5es. &#8220;Ele s\u00f3 pode estar desinformado. Muitas das obras citadas terminaram ou est\u00e3o em andamento&#8221;, reagiu o secret\u00e1rio de Infra-Estrutura do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Obra n\u00e3o ser\u00e1 elefante branco&#8221;<br \/>\n Ao abrir as mesas-redondas realizadas \u00e0 tarde, o ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, Geddel Vieira Lima, sustentou que transposi\u00e7\u00e3o ir\u00e1 at\u00e9 o fim. No debate, pol\u00eamica entre favor\u00e1veis e contr\u00e1rios foi acirrada<br \/>\nAna Clara Brant &#8211; Da Equipe do Correio<br \/>\nHumberto Rezende &#8211; Especial para o Correio<br \/>\nA pol\u00eamica marcou a segunda parte do semin\u00e1rio S\u00e3o Francisco: a realidade de um rio, na tarde de ontem, no Centro de Conven\u00e7\u00f5es do Blue Tree Park, com transmiss\u00e3o ao vivo para Belo Horizonte e Recife. Ao reabrir o encontro, o ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, Geddel Vieira Lima, afirmou que o projeto de transposi\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do rio \u00e9 uma decis\u00e3o pol\u00edtica &#8220;irrevers\u00edvel&#8221; do governo federal e refutou qualquer possibilidade de a obra n\u00e3o ser conclu\u00edda. &#8220;Essa n\u00e3o \u00e9 uma obra que vai parar e se tornar um elefante branco. Vamos remover os obst\u00e1culos e conclu\u00ed-la&#8221;, disse. Geddel afirmou ainda que, ao abrir espa\u00e7o para o debate livre, o evento cumpriu bem sua fun\u00e7\u00e3o, ampliando a discuss\u00e3o. &#8220;As cr\u00edticas certamente servir\u00e3o para aprimorar o projeto&#8221;, afirmou.<br \/>\nV\u00e1rias cr\u00edticas e questionamentos surgiram nas duas mesas-redondas que se seguiram \u00e0 fala do ministro, em que especialistas expuseram suas opini\u00f5es sobre a transposi\u00e7\u00e3o. No primeiro debate, cujo mediador foi o editor de Pol\u00edtica do Estado de Minas, Baptista Chagas de Almeida, o consultor legislativo da C\u00e2mara dos Deputados Jos\u00e9 de Sena defendeu um maior amadurecimento e melhor divulga\u00e7\u00e3o do projeto antes de sua realiza\u00e7\u00e3o, uma vez que, na opini\u00e3o dele, a sociedade brasileira ainda n\u00e3o teve a chance de compreend\u00ea-lo com clareza.<br \/>\nSegundo Sena, alguns pontos ainda est\u00e3o confusos, a come\u00e7ar pelo nome como o projeto se popularizou. &#8220;\u00c9 preciso deixar claro que n\u00e3o se trata da transposi\u00e7\u00e3o do rio, mas de uma pequena parcela de suas \u00e1guas&#8221;, frisou. O consultor levantou tamb\u00e9m detalhes que n\u00e3o foram totalmente esclarecidos para a popula\u00e7\u00e3o, como o custo da \u00e1gua que ser\u00e1 transportada. &#8220;Essa \u00e1gua ter\u00e1 um custo elevado, que s\u00f3 poder\u00e1 servir \u00e0 agricultura de subsist\u00eancia com subs\u00eddios do governo. Devemos nos perguntar se a sociedade est\u00e1 disposta a financiar o subs\u00eddio&#8221;, questionou.<br \/>\nO presidente do Comit\u00ea da Bacia do S\u00e3o Francisco, Thomaz Matta Machado, o outro debatedor da primeira mesa-redonda, argumentou que o sucesso da transposi\u00e7\u00e3o esbarra no conflito pelo uso da \u00e1gua nos estados. &#8220;O projeto pode transformar o S\u00e3o Francisco em um novo Colorado&#8221;, disse, referindo-se ao rio norte-americano que terminou degradado por conta de disputas pelos estados sobre a quantidade de \u00e1gua de que cada um disporia. Machado prop\u00f5e um pacto de gest\u00e3o das \u00e1guas do rio feito pelos estados por onde ele passa para garantir o abastecimento de todas as regi\u00f5es e ao mesmo tempo preservar a bacia do &#8221; Velho Chico&#8221;.<br \/>\nEmo\u00e7\u00e3o X raz\u00e3o<br \/>\nA segunda e \u00faltima mesa-redonda do dia, mediada pelo editor de economia do Correio Braziliense, Raul Pilati, foi marcada por um embate entre um expositor t\u00e9cnico e um emotivo. Enquanto o consultor do Projeto de Transposi\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco, R\u00f4mulo de Mac\u00eado Vieira, apresentava n\u00fameros e explica\u00e7\u00f5es detalhadas do projeto, o professor, ambientalista e presidente da Comiss\u00e3o de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB &#8211; MG), M\u00e1rio Werneck, expunha de forma eloq\u00fcente toda as suas ressalvas contra a transposi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMac\u00eado Vieira aproveitou para alfinetar os opositores do projeto e enfatizou que a melhor e mais eficiente solu\u00e7\u00e3o para a seca no Nordeste \u00e9 realmente a pol\u00eamica proposta, exemplificando que, no Cear\u00e1, a m\u00e9dia de \u00e1gua per capita\/ano \u00e9 de 300 metros c\u00fabicos &#8211; enquanto a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) define que qualquer \u00edndice inferior a 500 metros c\u00fabicos per capita\/ano amea\u00e7a a sa\u00fade humana. &#8220;Quais seriam as alternativas para mudar isso? Po\u00e7os, cisternas, chuvas artificiais, a\u00e7udes? O melhor e mais eficiente sistema para atender \u00e0s demandas do semi-\u00e1rido \u00e9 a transposi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tenho d\u00favida&#8221;, destacou o engenheiro.<br \/>\nJ\u00e1 M\u00e1rio Werneck come\u00e7ou sua explana\u00e7\u00e3o evocando os ideais de liberdade do povo de Minas Gerais, ber\u00e7o do S\u00e3o Francisco, e disse que os mineiros n\u00e3o est\u00e3o contra o Nordeste e que defendem outras formas de solucionar o problema da seca. &#8220;Somos contra esse projeto da transposi\u00e7\u00e3o, que \u00e9 uma mentira, e vamos lutar at\u00e9 a \u00faltima gota de sangue. Mas de forma alguma estamos contra a Para\u00edba, Cear\u00e1 ou qualquer outro estado nordestino. O povo das Gerais sempre esteve ao lado da liberdade e dos interesses do pa\u00eds&#8221;, frisou. <\/p>\n<p>Fonte:  Jornal Correio Braziliense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Promovido por tr\u00eas jornais do Grupo Associados, semin\u00e1rio discute a viabilidade e o impacto das obras de transposi\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do Rio S\u00e3o Francisco. Projeto vai custar R$ 3,4 bilh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Apontada como a mais pol\u00eamica e cara obra do governo Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, a transposi\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco foi debatida ontem por ambientalistas, representantes da sociedade civil e t\u00e9cnicos do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, durante o semin\u00e1rio S\u00e3o Francisco: a realidade de um rio, organizado pelos jornais Correio Braziliense, Estado de Minas e Diario de Pernambuco, do Grupo Associados. O ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, Geddel Vieira Lima, esteve presente \u00e0 abertura do evento, realizado no Hotel Blue Tree.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-28738","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28738","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28738"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28738\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28738"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28738"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28738"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}