{"id":28862,"date":"2007-12-28T17:29:22","date_gmt":"2007-12-28T17:29:22","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"faltam-engenheiros-no-brasil-28862","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/faltam-engenheiros-no-brasil-28862\/","title":{"rendered":"Faltam engenheiros no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/\" \/><br \/>Empresas instaladas no Brasil s\u00e3o as mais afetadas pela escassez de engenheiros, j\u00e1 que o n\u00famero de forma\u00e7\u00f5es na profiss\u00e3o \u00e9 baixo e a oferta de emprego, grande. A Vale, maior empresa privada do pa\u00eds, sente na pele isso. Apenas 5%, dos 400 mil curr\u00edculos recebidos para preenchimento de vagas de trabalho, s\u00e3o de engenheiros. Mas para suprir a necessidade, seria necess\u00e1rio o dobro de curr\u00edculos. Como solu\u00e7\u00e3o, a Vale passou a recrutar estudantes universit\u00e1rios direto das universidades. Rui Tadashi, diretor do curso de Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o da Unifran confirma o que disse a revista. &#8220;A demanda \u00e9 grande, alunos do terceiro e quarto anos da Unifran encontram est\u00e1gios com facilidade. Agora, as empresas come\u00e7am a buscar alunos do segundo ano&#8221;, revela.<\/p>\n<p>Para se ter uma id\u00e9ia do tamanho do problema, em 2006 cerca de 30 mil estudantes graduaram-se em engenharia no Brasil, ou apenas seis engenheiros em cada grupo de 100 mil habitantes. De acordo com a revista, o ideal s\u00e3o 25 engenheiros por grupo, n\u00famero este j\u00e1 alcan\u00e7ado por pa\u00edses como Cor\u00e9ia e China, onde, no mesmo ano, 80 mil e 400 mil engenheiros sa\u00edram das universidades respectivamente.<\/p>\n<p>Por outro lado, a escassez de profissionais trouxe \u00e0 tona um atrativo que, muitas vezes, \u00e9 o diferencial para a escolha de um ensino superior: o sal\u00e1rio. No \u00faltimo ano, o sal\u00e1rio m\u00e9dio inicial saltou de R$1.500 para R$4.500. Nenhuma outra carreira registrou situa\u00e7\u00e3o semelhante. Al\u00e9m disso, os alunos se formam hoje j\u00e1 com cinco oferta de trabalhos em vista.<\/p>\n<p>De acordo com o economista Claudio de Moura Castro, a escassez se deve por dois principais motivos. O primeiro \u00e9 a m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas de matem\u00e1tica e ci\u00eancias &#8211; duas das mat\u00e9rias mais odiadas &#8211; antes de ingressarem em um ensino superior. &#8220;Nenhum pa\u00eds conseguiu formar engenheiros em bom n\u00famero e qualidade sem investimento maci\u00e7o nessas duas \u00e1reas&#8221;.<\/p>\n<p>O segundo \u00e9 a limita\u00e7\u00e3o de cursos superiores diferenciais, como aqueles ministrados em escolas t\u00e9cnicas, as quais formam profissionais em dois anos, em m\u00e9dia, ou seja, a metade do tempo de um curso superior tradicional.<\/p>\n<p>A falta de engenheiros no Brasil, pa\u00eds em desenvolvimento e com infra-estrutura ruim, e resulta em um empecilho para o crescimento econ\u00f4mico.<br \/>\nfonte: Assessoria de Imprensa \/ Unifran<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Procura-se um engenheiro. Este \u00e9 o t\u00edtulo da mat\u00e9ria publicada na edi\u00e7\u00e3o do dia 16 de dezembro na revista Veja, na qual aborda os problemas da falta de profissionais da \u00e1rea no pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-28862","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28862","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28862"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28862\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}