{"id":29353,"date":"2012-03-15T11:38:58","date_gmt":"2012-03-15T11:38:58","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"pesquisa-desenvolve-biocombustivel-a-partir-de-especies-vegetais-da-amazonia-29353","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/pesquisa-desenvolve-biocombustivel-a-partir-de-especies-vegetais-da-amazonia-29353\/","title":{"rendered":"Pesquisa desenvolve biocombust\u00edvel a partir de esp\u00e9cies vegetais da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not120315pinhao01.jpg\" \/><br \/>Esse \u00e9 o objetivo de um projeto que est\u00e1 sendo coordenado pela professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Cristiane Daliassi, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa).O projeto \u2018Estudo e caracteriza\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies oleaginosas do Estado do Amazonas para produ\u00e7\u00e3o de biodiesel\u2019 estudou o potencial de esp\u00e9cies amaz\u00f4nicas para a produ\u00e7\u00e3o de novos combust\u00edveis de origem vegetal, menos poluentes.O estudo foi financiado pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Integrado de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (Pipt).A pesquisaDe acordo com a coordenadora do projeto, o primeiro passo foi realizar um levantamento das esp\u00e9cies oleaginosas do Amazonas, juntamente com o Inpa e a Embrapa. A partir da escolha das esp\u00e9cies a serem pesquisadas, as plantas foram levadas para o Laborat\u00f3rio de Pesquisa e Ensaio de Combust\u00edveis (Lapec), para a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo, contou Daliassi.\u201cUtilizamos o pinh\u00e3o manso, presente na regi\u00e3o de Itacoatiara, o \u00f3leo de maracuj\u00e1, extra\u00eddo das sementes da fruta, tamb\u00e9m o baba\u00e7u, muito comum em Autazes (interior do Amazonas), al\u00e9m do \u00f3leo de virola e piramium\u201d, relatou a pesquisadora.Os frutos ainda passaram por um estudo do seu poder calor\u00edfico antes de serem submetidos a dois tipos de processos qu\u00edmicos: o craqueamento \u2013 que consiste na quebra das mol\u00e9culas, usando uma fonte de aquecimento \u2013 e a transesterifica\u00e7\u00e3o, onde a quebra das mol\u00e9culas ocorre por meio da mistura do \u00f3leo com \u00e1lcool.\u201cNo caso dos \u00f3leos vegetais, nossa inten\u00e7\u00e3o com o craqueamento \u00e9 obter hidrocarbonetos com propriedades semelhantes \u00e0 gasolina. J\u00e1 no processo de transesterifica\u00e7\u00e3o, misturamos o \u00f3leo ao \u00e1lcool utilizando catalisadores para obter uma mol\u00e9cula menor, com caracter\u00edsticas mais pr\u00f3ximas do diesel, que pode ser utilizada como um combust\u00edvel mais limpo\u201d, explicou.Segundo a pesquisadora, entre as esp\u00e9cies amaz\u00f4nicas pesquisadas, o pi\u00e3o manso foi a que se mostrou mais promissora em ambos processos qu\u00edmicos.\u201cPor conta disso, ela j\u00e1 est\u00e1 sendo alvo de estudos no Brasil inteiro. Na nossa regi\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 uma esp\u00e9cie muito promissora, principalmente para viabilizar ou aumentar o abastecimento energ\u00e9tico de popula\u00e7\u00f5es isoladas\u201d, analisou.Fonte: A Critica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obter biocombust\u00edvel a partir de esp\u00e9cies vegetais do bioma amaz\u00f4nico e utilizar essa fonte de energia \u2018limpa\u2019 para fornecer energia el\u00e9trica para comunidades isoladas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-29353","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29353","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29353\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}