{"id":29931,"date":"2009-05-12T10:43:55","date_gmt":"2009-05-12T10:43:55","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"engenharia-tem-quase-cem-tipos-diferentes-de-cursos-29931","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/engenharia-tem-quase-cem-tipos-diferentes-de-cursos-29931\/","title":{"rendered":"Engenharia tem quase cem tipos diferentes de cursos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/\" \/><br \/>&#8220;Para projetar um pr\u00e9dio, um engenheiro civil cria modelos matem\u00e1ticos. Um princ\u00edpio parecido \u00e9 usado pelo engenheiro agr\u00f4nomo para planejar \u00e1reas de irriga\u00e7\u00e3o, e assim por diante&#8221;, afirma Jorge Stolfi, professor de engenharia de computa\u00e7\u00e3o da Unicamp.<br \/>\nNa opini\u00e3o do presidente do Instituto de engenharia, Edemar de Souza Amorim, uma forma\u00e7\u00e3o ampla, com conhecimentos inclusive em l\u00ednguas, \u00e9 mais importante do que ter conhecimentos espec\u00edficos. &#8220;Sem conhecimento s\u00f3lido, o profissional n\u00e3o avan\u00e7a na carreira.&#8221;<br \/>\nOutros especialistas concordam. &#8220;A engenharia exige comunica\u00e7\u00e3o e trabalho em equipe. Ser apenas um &#8220;fera&#8221; em matem\u00e1tica \u00e9 ruim&#8221;, diz o vice-diretor da Escola Polit\u00e9cnica da USP, Jos\u00e9 Roberto Cardoso.<br \/>\nOs candidatos a uma vaga em engenharia podem se preparar: os cursos em geral s\u00e3o integrais e com carga hor\u00e1ria exigente.<br \/>\n&#8220;J\u00e1 \u00e9 imposs\u00edvel ensinar tudo o que o engenheiro precisa em cinco anos, per\u00edodo de dura\u00e7\u00e3o dos cursos. Uma faculdade que ministre menos tempo do que isso n\u00e3o \u00e9 boa&#8221;, ressalta Ivan Falleiros, diretor da Poli-USP.<br \/>\nPara conferir se uma escola de engenharia tem qualidade, Falleiros sugere aos estudantes que procurem tanto conhecer as condi\u00e7\u00f5es dos laborat\u00f3rios quanto os locais onde est\u00e3o trabalhando os rec\u00e9m-formados.<br \/>\nPedro Myaki, 25, aluno do sexto ano de engenharia naval na Poli-USP, orgulha-se de seu curso. &#8220;Aqui tem \u00f3timos professores e bons laborat\u00f3rios&#8221;, diz ele, que j\u00e1 trabalhou com dimensionamento de barcos e plataformas petrol\u00edferas.<br \/>\n&#8220;Tenho amigos que a toda hora est\u00e3o indo trabalhar fora. H\u00e1 grande demanda por profissionais .&#8221;<br \/>\nNa Unicamp, um dos cursos de maior destaque \u00e9 o de engenharia de computa\u00e7\u00e3o. Os alunos t\u00eam aulas de desenvolvimento de software, produ\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, uso de intelig\u00eancia artificial e outras disciplinas.<br \/>\n&#8220;O nosso diferencial \u00e9 a qualidade do corpo docente e dos alunos. \u00c9 um time de primeira, que poderia criar algo t\u00e3o bom quanto o Google&#8221;, diz Stolfi.<br \/>\nPor ser a mais tradicional escola de engenharia do pa\u00eds, a Poli-USP atrai muitos alunos de fora do Estado de S\u00e3o Paulo.<br \/>\nUm exemplo \u00e9 Fabrizia Melo, 18, do segundo ano de engenharia de produ\u00e7\u00e3o, que veio de Teresina (PI). &#8220;V\u00e1rias portas se abriram para mim depois daqui.&#8221;<br \/>\nFonte: Folha de S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u00e1rea de engenharia, que est\u00e1 entre as carreiras mais cobi\u00e7adas das universidades, \u00e9 composta por um leque de 93 especialidades que v\u00e3o da pesca at\u00e9 a engenharia aeron\u00e1utica, segundo o Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). Apesar de serem t\u00e3o diferentes entre si, todas t\u00eam uma caracter\u00edstica em comum, afirmam diretores de curso: formam profissionais treinados para planejar e resolver problemas usando matem\u00e1tica e f\u00edsica -o que, na linguagem da \u00e1rea, \u00e9 chamado de &quot;modelar&quot;.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-29931","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29931","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29931"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29931\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29931"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29931"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29931"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}