{"id":29953,"date":"2014-01-02T17:29:46","date_gmt":"2014-01-02T17:29:46","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"projetos-da-petrobras-preservam-28-especies-de-animais-nativos-no-brasil-29953","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/projetos-da-petrobras-preservam-28-especies-de-animais-nativos-no-brasil-29953\/","title":{"rendered":"Projetos da Petrobras preservam 28 esp\u00e9cies de animais nativos no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not14010290554_460x270_0465067001388366756.jpg\" \/><br \/>Patrocinadora de 124 projetos sociais e ambientais no bioma amaz\u00f4nico, a Petrobras comemorou, neste domingo (29), o Dia Internacional da Biodiversidade com resultados expressivos na regi\u00e3o com a maior biodiversidade do planeta. Em seis anos, a companhia investiu R$ 1,9 bilh\u00e3o em projetos ambientais e sociais em todo o Pa\u00eds, sendo R$ 110,8 milh\u00f5es em 124 iniciativas na Amaz\u00f4nia.No per\u00edodo, estas iniciativas promoveram a prote\u00e7\u00e3o de 28 esp\u00e9cies de animais nativos. Al\u00e9m disso, beneficiaram mais de 110 mil pessoas, em atividades de educa\u00e7\u00e3o ambiental e gera\u00e7\u00e3o de renda. Os projetos Conserva\u00e7\u00e3o de Vertebrados Aqu\u00e1ticos Amaz\u00f4nicos (Aquavert), Pacto das \u00c1guas e Encauchados Vegetais da Amaz\u00f4nia est\u00e3o entre os destaques.O Projeto Aquavert, do Instituto Mamirau\u00e1, tem como objetivo a conserva\u00e7\u00e3o e o monitoramento de esp\u00e9cies nativas amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o nas Reservas Mamirau\u00e1 e Aman\u00e3, na regi\u00e3o do M\u00e9dio Solim\u00f5es, no Amazonas, somando uma \u00e1rea de mais de 3 milh\u00f5es de hectares.A iniciativa conta com patroc\u00ednio da Petrobras desde sua cria\u00e7\u00e3o, em 2010, e seu trabalho nas \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o garantiu o nascimento de aproximadamente 42 mil filhotes de quel\u00f4nios e o monitoramento de mil tartarugas-da-amaz\u00f4nia, esp\u00e9cie mais amea\u00e7ada da regi\u00e3o.Al\u00e9m disso, pesquisadores marcaram e monitoraram 40 f\u00eameas de jacar\u00e9-a\u00e7u e reabilitaram dez filhotes de peixes-boi amaz\u00f4nicos, sendo que tr\u00eas deles ser\u00e3o devolvidos \u00e0 natureza ano que vem. Em uma expedi\u00e7\u00e3o no Rio Purus, eles avistaram 1.640 golfinhos da esp\u00e9cie tucuxi e 528 botos vermelhos, descobrindo que este \u00e9 um dos principais pontos de concentra\u00e7\u00e3o de golfinhos na Am\u00e9rica do Sul.Ao todo, o projeto envolveu 6 mil pessoas em atividades de educa\u00e7\u00e3o ambiental, pesquisa e tratamento de animais.FlorestasJ\u00e1 os projetos Pacto das \u00c1guas e Encauchados Vegetais da Amaz\u00f4nia, patrocinados pela Petrobras desde seu in\u00edcio, em 2007 e 2009, respectivamente, t\u00eam a floresta como foco de suas atividades, preservando, juntos, uma \u00e1rea de cerca de 2,3 milh\u00f5es hectares. Neste ano, o Pacto das \u00c1guas conseguiu ampliar a \u00e1rea protegida de 800 mil hectares para 1,9 milh\u00e3o de hectares, abrangendo a Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica localizada entre o noroeste do Mato Grosso e o sudeste de Rond\u00f4nia e beneficiando uma popula\u00e7\u00e3o de 3 mil pessoas.Ele conta com a participa\u00e7\u00e3o de povos ind\u00edgenas e seringueiros que, de 2007 a 2012, realizaram o plantio de 1,2 milh\u00e3o mudas de esp\u00e9cies nativas, como a\u00e7a\u00ed, pupunha, castanheira e cerejeira, e a produ\u00e7\u00e3o de 90 toneladas de borracha e de cerca de 1,5 milh\u00e3o de quilos de castanha do Brasil, que gerou R$ 4,8 milh\u00f5es para os povos da floresta.Desde 2009, o Projeto Encauchados Vegetais da Amaz\u00f4nia j\u00e1 beneficiou mais de 1.500 pessoas, em 17 munic\u00edpios do Acre, Amazonas, Par\u00e1 e Rond\u00f4nia.Povos ind\u00edgenas, seringueiros, ribeirinhos, quilombolas e agricultores familiares que participam da iniciativa desenvolveram, em parceria com pesquisadores da Institui\u00e7\u00e3o Polo de Prote\u00e7\u00e3o da Biodiversidade e Uso Sustent\u00e1vel dos Recursos Naturais, que realiza o projeto, uma tecnologia simples e de baixo custo que utiliza o l\u00e1tex extra\u00eddo de seringueiras nativas misturado a fibras vegetais, tais como caro\u00e7o e fibra do a\u00e7a\u00ed, p\u00f3 de madeira e ouri\u00e7o da castanha, para a produ\u00e7\u00e3o de artesanatos, conhecidos como encauchados. Os artigos s\u00e3o vendidos em feiras regionais e no <a href=\"http:\/\/exterior.Com\" class=\"autohyperlink\">exterior.Com<\/a> produ\u00e7\u00e3o anual de 10 mil litros de l\u00e1tex de seringueiras nativas, j\u00e1 foram produzidas 100 mil pe\u00e7as artesanais desde o in\u00edcio do projeto. Por meio da iniciativa, foi poss\u00edvel aumentar em 60% a gera\u00e7\u00e3o de renda dos produtores e proteger uma \u00e1rea que hoje totaliza aproximadamente 370 mil hectares.A cada dois anos, a Petrobras realiza sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica de projetos, como forma de democratizar o acesso aos recursos e garantir a transpar\u00eancia do processo de patroc\u00ednio, o que incentiva o surgimento de novas iniciativas, como a da Associa\u00e7\u00e3o Vida Verde da Amaz\u00f4nia, no munic\u00edpio de Silves, a 200 quil\u00f4metros de Manaus.Selecionada pela companhia em 2012, ela capacita 133 mulheres de comunidades locais para a extra\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de \u00f3leos vegetais e cosm\u00e9ticos naturais, com a meta de plantio de 3 mil mudas nativas para a reposi\u00e7\u00e3o florestal na regi\u00e3o. Em novembro de 2013, foi lan\u00e7ado o novo Programa Petrobras Socioambiental, que reunir\u00e1 projetos sociais, ambientais e socioesportivos, com investimento de R$ 1,5 bilh\u00e3o, entre 2014 e 2018.FONTE: Portal D24am<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em seis anos, a companhia investiu R$ 1,9 bilh\u00e3o em projetos ambientais e sociais em todo o Pa\u00eds, sendo R$ 110,8 milh\u00f5es em 124 iniciativas na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-29953","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29953","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29953"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29953\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29953"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29953"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29953"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}