{"id":29959,"date":"2014-01-06T14:50:13","date_gmt":"2014-01-06T14:50:13","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"empresarios-da-floresta-ribeirinhos-se-tornaram-empreendedores-de-sucesso-29959","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/empresarios-da-floresta-ribeirinhos-se-tornaram-empreendedores-de-sucesso-29959\/","title":{"rendered":"\u00b4Empres\u00e1rios\u00b4 da floresta: Ribeirinhos se tornaram empreendedores de sucesso"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not140106edson-vermelho-pescadores-pesca-rumao_acrima20140104_0027_15.jpg\" \/><br \/>Especialistas na arte de viver da floresta sem destru\u00ed-la, os ribeirinhos est\u00e3o aprendendo a empreender e se transformando em verdadeiros \u201cempres\u00e1rios da floresta\u201d. Antes pescadores durante e cheia, e agricultores na seca, quando plantam na v\u00e1rzea, eles come\u00e7am a dar uma cara mais industrial para uma atividade historicamente artesanal: a pesca do pirarucu.Escalas de trabalho, relat\u00f3rios, planilhas, equipamentos e reuni\u00f5es, agora, dividem espa\u00e7o e tempo com a malhadeira, o arp\u00e3o e a canoa na rotina de homens e mulheres, que se distribuem em fun\u00e7\u00f5es numa cadeia produtiva que vai desde as assembl\u00e9ias comunit\u00e1rias, decidido onde, quando e como pescar \u2013 e para quem vender \u2013, at\u00e9 a venda do peixe, passando, inclusive, pela vigil\u00e2ncia dos lagos, a limpeza e beneficiamento do pescado e, claro, a divis\u00e3o de lucros. Eles pescam, elas tratam os peixes e cuidam da papelada e, juntos, eles vigiam os lagos de invasores durante o ano todo.Aos poucos, eles deixam de ser apenas pescadores ou agricultores para serem donos do pr\u00f3prio neg\u00f3cio e, o que era feito apenas pela subsist\u00eancia, agora gera lucro e empregos. Tudo sem perder a maior heran\u00e7a de uma popula\u00e7\u00e3o que margeia os rios amaz\u00f4nicos h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es: a sustentabilidade.Transforma\u00e7\u00f5es que inspiram a estimativa de ribeirinhos e \u00f3rg\u00e3os ambientais de dobrar a quantidade de pirarucus manejados nos pr\u00f3ximos oito anos. E que ajudaram comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (RDS) Mamirau\u00e1, a mais antiga e terceira maior das 41 Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o estaduais do Amazonas, a quadriplicar a renda m\u00e9dia familiar dos comunit\u00e1rios com o manejo do pirarucu, nos \u00faltimos dez anos.Olho na CopaO empreendedorismo n\u00e3o est\u00e1 apenas na filosofia sustent\u00e1vel e comunit\u00e1ria que eles implantaram no processo de manejo do pirarucu. Ele est\u00e1 presente nas decis\u00f5es tomadas pelos ribeirinhos, que a cada dia se arriscam mais no mercado, de olho em consumidores de outras cidades, estados e at\u00e9 pa\u00edses.Levar o pirarucu manejado dentro da RDS Mamirau\u00e1 ao Brasil e ao exterior n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica meta dessas comunidades. Parte delas j\u00e1 est\u00e1 se preparando para atender os turistas que devem vir para o Amazonas durante a Copa do Mundo de 2014, uma vez que Manaus \u00e9 uma das 12 cidades-sede do evento.A aposta feita pelos ribeirinhos foi estocar parte da produ\u00e7\u00e3o do \u00faltimo manejo para ser vendida apenas durante o mundial, quando a pesca do pirarucu \u00e9 proibida, a oferta no mercado cai e os pre\u00e7os chegam a ser tr\u00eas vezes maiores. S\u00e3o 4,5 toneladas que devem ficar congeladas em frigor\u00edficos por mais de seis meses, conta o secret\u00e1rio-executivo da Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores e Usu\u00e1rio da RDS Mamirau\u00e1 Ant\u00f4nio Mendes (Amurmam), Edson Carlos Gon\u00e7alves de Souza, 32.\u201cA ideia saiu dos pr\u00f3prios pescadores. Aumentamos a produ\u00e7\u00e3o e vimos uma necessidade de divulgar nosso produto e, como a Copa vai atrair gente do exterior, \u00e9 a janela perfeita para colocar o pirarucu na mesa de outros pa\u00edses. Al\u00e9m disso, a Copa \u00e9 uma \u00e9poca que n\u00e3o tem pirarucu como agora, e vendo essa demanda do mercado, percebemos que armazenar poderia ser lucrativo\u201d, justificou <a href=\"http:\/\/Edson.Com\" class=\"autohyperlink\">Edson.Com<\/a> o lucro, eles j\u00e1 sabem o que fazer. \u201cInvestir na pr\u00f3pria cadeia do pescado. Comprar barcos, malhadeiras, equipamentos para pesca e flutuantes para tratar e beneficiar o peixe, triciclos para transportar pelo varadouro, cursos para os comunit\u00e1rios se capacitarem\u201d, afirmou.Al\u00e9m do com\u00e9rcio de pirarucus, algumas comunidades da reserva j\u00e1 se preparam para receber parte das 70 a 100 mil pessoas que s\u00e3o esperadas no Amazonas durante a Copa do Mundo, construindo flutuantes e elaborando projetos para investir no turismo ecol\u00f3gico, com restaurantes regionais, observa\u00e7\u00e3o de p\u00e1ssaros, passeios de canoa e, at\u00e9 mesmo, a pesca esportiva de pirarucu, novidade na regi\u00e3o, revela Edson.\u201cEstamos investindo em outras frentes para aproveitar esse bom momento. Algumas comunidades j\u00e1 t\u00eam estrutura, mas ainda falta muita coisa, inclusive a capacita\u00e7\u00e3o dos comunit\u00e1rios. Certo \u00e9 que a floresta tem um grande potencial e todos n\u00f3s j\u00e1 percebemos isso\u201d.ParceriaQuem tamb\u00e9m j\u00e1 se deu conta de que a Copa do Mundo \u00e9 uma oportunidade de fazer bons neg\u00f3cios foram os moradores da comunidade Terra Nova.Eles pretendem investir em um flutuante voltado ao turismo ecol\u00f3gico e na capacita\u00e7\u00e3o dos moradores para receber os turistas, contou Bel\u00e9m Maciel, 45, um dos moradores nascidos e criados naquele peda\u00e7o de terra \u00e0s margens do barrento rio Solim\u00f5es.\u201cQueremos preparar os comunit\u00e1rios para receber os turistas durante a Copa, mas antes precisamos buscar parceiros para os investimentos e a divulga\u00e7\u00e3o da nossa comunidade como um destino tur\u00edstico. Agora em 2014 n\u00f3s vamos apresentar esse projeto para buscar apoio\u201d, contou.Duas institui\u00e7\u00f5es j\u00e1 \u201cdespertaram\u201d para o potencial empreendedor dos ribeirinhos: a Funda\u00e7\u00e3o Amazonas Sustent\u00e1vel (FAS), que atua na RDS, e o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0 Micro e Pequena Empresa (Sebrae) que, por meio do \u201cPrograma de Empreendedorismo para Uso Sustent\u00e1vel da Biodiversidade em UC\u2019s do Amazonas\u201d, planejam promover a\u00e7\u00f5es e capacita\u00e7\u00f5es voltadas ao empreendedorismo, em uma linguagem mais pr\u00f3xima da realidade dos ribeirinhos, como revela o presidente da FAS, Virg\u00edlio Viana. \u201cNosso objetivo estrat\u00e9gico \u00e9 manter os ribeirinhos dentro da reserva, vivendo de forma digna e sustent\u00e1vel. Eles s\u00e3o o povo da floresta, j\u00e1 dominam a sustentabilidade, agora est\u00e3o aprendendo a empreender\u201d.Aposta em novos mercados para gerar emprego e rendaPor viverem no meio de uma floresta que ainda preserva a biodiversidade, com flora e, principalmente, uma fauna riqu\u00edssimas, que se imp\u00f5em aos olhos de quem navega pelos rios, furos, paran\u00e1s e lagos da RDS Mamirau\u00e1, os ribeirinhos buscam, na pr\u00f3pria natureza, outros mercados potenciais.Um dos encontrados por eles \u00e9 o manejo do jacar\u00e9, atividade cujo potencial vem sendo pesquisado desde 2002 dentro da RDS Mamirau\u00e1. A ideia surgiu baseada em pesquisas desenvolvidas no final da d\u00e9cada de 90, que apontaram um aumento significativo das popula\u00e7\u00f5es de jacar\u00e9s ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o da reserva. Mesmo proibido pelo governo federal em 1967, o abate de jacar\u00e9s sempre aconteceu na \u00e1rea de Mamirau\u00e1, fomentado por um mercado negro.O objetivo, agora, \u00e9 conquistar os admiradores dessa iguaria, oferecendo um produto sustent\u00e1vel, de qualidade e por um bom pre\u00e7o, como conta a presidente do Setor Solim\u00f5es do Meio da RDS Mamirau\u00e1, Cleudimar da Silva Oliveira, 33.Segundo ela, a comunidade Terra Nova \u00e9 uma das que j\u00e1 iniciou estudos sobre a popula\u00e7\u00e3o de jacar\u00e9s nos dois lagos em que eles pescam \u2013 Genipapo Grande e Genipapo Fundo \u2013 para avaliar a possibilidade de se implantar o manejo j\u00e1 no pr\u00f3ximo ano. \u201cMas nosso potencial para manejar jacar\u00e9s ainda \u00e9 pouco para os investimentos que precisar\u00e3o ser feitos, como a aquisi\u00e7\u00e3o da salgadeira, para o beneficiamento. Vamos tentar unir outras comunidades\u201d, disse.De acordo com a gerente do Instituto de Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio e Florestal Sustent\u00e1vel do Estado do Amazonas (Idam) de Fonte Boa, \u00f3rg\u00e3o ligado \u00e0 Secretaria Estadual de Produ\u00e7\u00e3o Rural (Sepror), Maria Jos\u00e9 Mendon\u00e7a de Oliveira, o potencial dos quatro setores da reserva onde o \u00f3rg\u00e3o atua &#8211; Panau\u00e3, Maiana, Solim\u00f5es de Baixo e Solim\u00f5es do Meio &#8211; \u00e9 de 800 jacar\u00e9s. Mas o investimento inicial da estrutura de beneficiamento demanda uma cota de pelo menos 4 mil animais. \u201cO manejo \u00e9 importante para evitar que, a longo prazo, o jacar\u00e9 n\u00e3o fique escasso nos lagos, como aconteceu com o pirarucu no passado, uma vez que a ca\u00e7a desse animal j\u00e1 acontece, s\u00f3 que de forma irregular\u201d, analisou.GargaloEm outro setor da reserva Mamirau\u00e1, os moradores da comunidade S\u00e3o Raimundo do Jarau\u00e1 tamb\u00e9m apostam no manejo do jacar\u00e9 para aumentar ainda mais a renda dos trabalhadores, que este ano pescaram 1.247 pirarucus \u2013 aproximadamente 58 toneladas \u2013 em 22 dos 55 lagos da regi\u00e3o, todos habitados, tamb\u00e9m, por jacar\u00e9s.O maior \u201cgargalo\u201d l\u00e1, segundo Maria Luziliane Lima de Castro, 43, vice-presidente do Acordo de Pesca, que envolve tamb\u00e9m fam\u00edlias das comunidades Manacabi, Liberdade e da Col\u00f4nia de Pescadores do Munic\u00edpio de Alvar\u00e3es, \u00e9 a falta de estrutura para o beneficiamento do jacar\u00e9. \u201cEstamos buscando parceiros para conseguir a salgadeira e as licen\u00e7as. Isso vai refor\u00e7ar nossa renda nos meses em que n\u00e3o h\u00e1 manejo do pirarucu, al\u00e9m de atender uma demanda que existe de forma legal e sustent\u00e1vel\u201d.Beneficiamento agrega valorEste ano, a f\u00e1brica de beneficiamento do pescado de Fonte Boa deve, finalmente, come\u00e7ar a operar. A previs\u00e3o \u00e9 do diretor do Instituto de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (IDS) de Fonte Boa, Arley Afonso. \u201cVamos inaugurar nos primeiros meses de 2014, mas s\u00f3 deve ser usada no manejo, no segundo semestre\u201d, disse.Segundo ele, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a f\u00e1brica seja administrada pelos ribeirinhos, por meio de uma cooperativa, a exemplo do que acontece em Mara\u00e3, onde, em 2013, foram beneficiadas mais de 140 toneladas de pirarucu, que viraram o \u2018bacalhau da amaz\u00f4nia\u2019.Segundo o titular da Secretaria de Estado de Produ\u00e7\u00e3o Rural, Eron Bezerra , outra novidade \u00e9 o beneficiamento do jacar\u00e9, que deve ser feito na f\u00e1brica de Fonte Boa, que j\u00e1 est\u00e1 com a estrutura pronta, mas ainda sem equipamentos.An\u00e1lise\u201c Estima-se que na RDS Mamirau\u00e1 existam 1.040 potenciais empreendedores. Eles j\u00e1 conhecem bem o que fazem, agora precisam aprender a forma empresarial de fazer. A parceria entre Sebrae e FAS visa apoiar os 15 N\u00facleos de Apoio ao Empreendedorismo Sustent\u00e1vel, que atuam como centros de suporte log\u00edstico no meio da floresta, diretamente conectados \u00e0 realidade ribeirinha. A partir desses n\u00facleos s\u00e3o desenvolvidos projetos de ensino, pesquisa, extens\u00e3o e apoio \u00e0 sa\u00fade. O programa prev\u00ea a\u00e7\u00f5es de consultoria, capacita\u00e7\u00e3o empreendedora, semin\u00e1rios, palestras, oficinas e formaliza\u00e7\u00e3o, numa linguagem adequada \u00e0 realidades dos povos ribeirinhos. Vamos atender, inicialmente, seis n\u00facleos, abrangendo 572 comunidades e um p\u00fablico estimado em 9.007 fam\u00edlias benefici\u00e1rias do Programa Bolsa Floresta\u201d, diz Nelson Luiz Vieirada Rocha, Diretor superintendente do Sebrae \u2013 AM.\u201cA Funda\u00e7\u00e3o Amazonas Sustent\u00e1vel atende a todas as comunidades da RDS Mamirau\u00e1, por meio do Programa Bolsa Floresta, que investe em educa\u00e7\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de renda, organiza\u00e7\u00e3o social e assistencial. O Bolsa Floresta n\u00e3o se trata apenas de assistencialismo, \u00e9 um programa de fortalecimento comunit\u00e1rio, que vem fortalecendo esse lado empreendedor dos ribeirinhos. Essa, talvez, seja uma das maiores conquistas do programa, que em 2014 vai dar \u00eanfase ao empreendedorismo. Esse \u00e9 o perfil do Bolsa Floresta Renda, que incentiva a tomada de decis\u00f5es sobre pelas pr\u00f3prias comunidades, com uma leitura que vem de baixo para cima. Investimos onde eles acreditam que deve ser investido, mesmo que as decis\u00f5es, mais tarde, mostrem-se equivocadas. Isso faz parte do surgimento de um empreendedor\u201d, comentou Virg\u00edlio Viana Superintendente -geral da Funda\u00e7\u00e3o Amazonas Sustent\u00e1vel.Pontos Peixes ornamentais s\u00e3o novo potencialAlgumas comunidades da RDS Mamirau\u00e1, como a Terra Nova, no M\u00e9dio Solim\u00f5es, tamb\u00e9m pretendem investir no manejo de peixes ornamentais, iniciativa que j\u00e1 \u00e9 realidade em parte da reserva, especialmente no setor Panau\u00e3. Segundo os moradores da RDS, existe uma demanda crescente pelos peixes ornamentais da regi\u00e3o, o que levou ao aumento do pre\u00e7o e da procura. Atualmente, 9.519 pessoas vivem em 170 comunidades dentro da RDS Mamirau\u00e1, que abrigam 2.075 fam\u00edlias.O Sebrae estima que, entre essas quase 10 mil pessoas que vivem na RDS, mais de mil s\u00e3o empreendedores potenciais, ou seja, pessoas que podem ser capacitadas para iniciar um micro ou pequeno neg\u00f3cio, sempre com a \u201cmarca\u201d da sustentabilidade.Fonte: Portal A Cr\u00edtica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ribeirinhos de Mamirau\u00e1 se unem em modelo comunit\u00e1rio de produ\u00e7\u00e3o e transformam atividades seculares em fontes de gera\u00e7\u00e3o de empregos e renda ao povo da floresta, ousando no mercado sem comprometer a preserva\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-29959","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29959","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29959"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29959\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29959"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29959"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29959"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}