{"id":30008,"date":"2009-06-09T11:27:31","date_gmt":"2009-06-09T11:27:31","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"burocracia-da-caixa-preocupa-construtoras-30008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/burocracia-da-caixa-preocupa-construtoras-30008\/","title":{"rendered":"Burocracia da Caixa preocupa construtoras"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\" \/><br \/>Os discursos divergem. &#8220;A greve ainda n\u00e3o atrapalha, porque na primeira fase, a an\u00e1lise das obras \u00e9 terceirizada&#8221;, afirmou Valter Nunes, superintendente da regional paulista da Caixa Econ\u00f4mica Federal em evento sobre o setor na BM&#038;FBovespa. &#8220;Mas ela tem de acabar&#8221;, admitiu. O presidente da Rodobens Neg\u00f3cios Imobili\u00e1rios, Eduardo Gorayeb, tem outra avalia\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00e3o d\u00e1 para mensurar, mas a greve atrapalha, sim&#8221;, disse. &#8220;Ainda que seja terceirizado, falta um interlocutor na Caixa e tudo fica mais devagar.&#8221;<br \/>\nAl\u00e9m da greve, o crit\u00e9rio de avalia\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis, segundo Gorayeb, ainda \u00e9 tema de discuss\u00e3o entre as empresas e a Caixa Econ\u00f4mica Federal. O problema hist\u00f3rico de subavalia\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis pela institui\u00e7\u00e3o continua acontecendo, na vis\u00e3o do executivo, cujo discurso est\u00e1 em linha com outros empres\u00e1rios da constru\u00e7\u00e3o. &#8220;H\u00e1 boa vontade e esfor\u00e7o, mas a burocracia ainda \u00e9 o grande gargalo do programa&#8221;, diz o presidente da Rodobens.<br \/>\nA cada trinta dias, a Caixa se re\u00fane com as construtoras para entender onde est\u00e3o os principais problemas. Segundo Nunes, a Caixa est\u00e1 fazendo um projeto piloto, batizado de &#8220;sala corporate&#8221; com as 25 maiores construtoras do pa\u00eds. Embora a institui\u00e7\u00e3o seja dividida em 78 superintend\u00eancias, a ideia \u00e9 que haja uma centraliza\u00e7\u00e3o do relacionamento das empresas com a engenharia, por exemplo.<br \/>\nUm dos avan\u00e7os da Caixa depois do programa Minha Casa, Minha Vida foi a possibilidade de aprova\u00e7\u00e3o de um mesmo projeto em superintend\u00eancias diferentes. &#8220;Antes, a empresa aprovava um projeto em uma cidade, e n\u00e3o conseguia a aprovar o mesmo projeto em outra&#8221;, diz Gorayeb.<br \/>\nUma das metas estipuladas pelo governo \u00e9 a simplifica\u00e7\u00e3o da aprova\u00e7\u00e3o de um processo pela CEF, que levava at\u00e9 cinco meses, para 30 dias. &#8220;Al\u00e9m de haver um envolvimento com as prefeituras, reduzimos de 242 itens avaliados para cerca de 50&#8221;, explica Nunes. Segundo o executivo, n\u00e3o houve necessidade de ampliar o quadro de funcion\u00e1rios. &#8220;J\u00e1 tivemos um refor\u00e7o de estrutura por conta do PAC.&#8221;<br \/>\nAtualmente, a CEF tem 400 empreendimentos em an\u00e1lise, num total de cerca de 70 mil unidades, dos quais 26 mil na faixa de zero a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos, que concentra 60% do programa e onde o subs\u00eddio \u00e9 integral. De janeiro a maio deste ano, o volume de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio concedido pela Caixa Econ\u00f4mica Federal somou R$ 13 bilh\u00f5es e deve chegar a R$ 30 bilh\u00f5es no ano. As conversas com o governo paulista e a CDHU est\u00e3o avan\u00e7ando, segundo Nunes. &#8220;J\u00e1 estamos discutindo os primeiros empreendimentos que trar\u00e3o para a CEF.&#8221;<br \/>\nFonte: VALOR ECON\u00d4MICO (SP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O otimismo das construtoras em rela\u00e7\u00e3o ao pacote habitacional do governo \u00e9 grande. Mas a preocupa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos problemas burocr\u00e1ticos que possam surgir no caminho e atrapalhar o andamento do programa aumenta quase na mesma propor\u00e7\u00e3o. A greve de engenheiros, advogados e arquitetos da Caixa Econ\u00f4mica Federal iniciada em abril, em plena fase de aprova\u00e7\u00e3o de novos projetos, n\u00e3o \u00e9 bem-vinda pelas empresas.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-30008","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30008","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30008"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30008\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30008"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30008"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30008"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}