{"id":30211,"date":"2010-06-11T15:45:33","date_gmt":"2010-06-11T15:45:33","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"volume-da-producao-madeireira-na-amazonia-cai-pela-metade-em-11-anos-30211","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/volume-da-producao-madeireira-na-amazonia-cai-pela-metade-em-11-anos-30211\/","title":{"rendered":"Volume da produ\u00e7\u00e3o madeireira na Amaz\u00f4nia cai pela metade em 11 anos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not100611mapa_amazonia.jpg\" \/><br \/>Em 2009, cerca de 14,2 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de madeira em tora foram produzidos, contra 28,3 milh\u00f5es em 1998, o que significa diminui\u00e7\u00e3o de praticamente 50%. Em 2004, o volume foi de 24,5 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos. A an\u00e1lise foi feita com base em entrevistas em 846 madeireiras (38% do total da regi\u00e3o).<\/p>\n<p>De acordo com os autores do relat\u00f3rio, divulgado nesta quinta-feira (10), h\u00e1 tr\u00eas motivos principais para a dr\u00e1stica queda entre 2004 e 2009.<br \/>\nEm primeiro lugar, vem o fato de a madeira tropical estar sendo substitu\u00edda por outros produtos, como forros de PVC, esquadrias de alum\u00ednio, e f\u00f4rmas de metal usadas na constru\u00e7\u00e3o civil. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o MDF, feito a partir de madeira replantada, vem sendo mais utilizado pela ind\u00fastria moveleira. Outro fator importante, aponta o relat\u00f3rio, foi o aumento na fiscaliza\u00e7\u00e3o da extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira na Amaz\u00f4nia, especialmente a par-<br \/>\ntir de 2005, com a cria\u00e7\u00e3o do Plano de Combate ao Desmatamento. Some-se a isso a crise econ\u00f4mica internacional de 2009, que afetou as exporta\u00e7\u00f5es. O n\u00famero de empregos no setor caiu de 353 mil, em 1998, para 203 mil, no ano passado.<br \/>\nEm 2009, o levantamento identificou 2.226 empresas madeireiras em funcionamento na Amaz\u00f4nia Legal. Essas empresas extra\u00edram em torno de 14,2 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de madeira em tora &#8211; o que equivale a 3,5 milh\u00f5es de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Cerca de 47% desse material foi extra\u00eddo no Par\u00e1, contra 28% de Mato Grosso e 16% de Rond\u00f4nia. O resto veio do Acre e do Amazonas (3% cada), seguidos de Amap\u00e1, Maranh\u00e3o e Roraima (com cerca de 1% cada um). N\u00e3o houve produ\u00e7\u00e3o significativa no Tocantins.<\/p>\n<p>Receita Bruta <\/p>\n<p>A receita bruta estimada do setor madeireiro em 2009 foi de cerca de R$ 4,94 bilh\u00f5es. O processamento dos 14,2 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de madeira em tora resultou na produ\u00e7\u00e3o de 5,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de madeira processada. A maioria (72%) tem baixo valor agregado (ripas, caibros, t\u00e1buas e similares). Outros 15% foram transformados em madeira beneficiada com certo grau de agrega\u00e7\u00e3o de valor (pisos, esquadrias, madeira aparelhada). O restante (13%) virou madeira laminada e compensada. Isso leva a um rendimento m\u00e9dio de processamento de 41%.<br \/>\nEm 2004, fatores como c\u00e2mbio favor\u00e1vel e o aumento da demanda por madeira<br \/>\namaz\u00f4nica no mercado europeu, norte-americano e asi\u00e1tico fizeram a propor\u00e7\u00e3o de madeira amaz\u00f4nica exportada chegar a 36%. Em 2009, por\u00e9m, a parte que foi mandada ao mercado externo caiu para 21%. Dos 79% que ficam no mercado interno, S\u00e3o Paulo \u00e9 o maior estado consumidor.<br \/>\nFonte: Portal G1<br \/>\nAscom CREA-AM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento feito pelo Servi\u00e7o Florestal Brasileiro, ligado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, e pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon) mostra que o setor madeireiro vem sofrendo forte retra\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o amaz\u00f4nica nos \u00faltimos anos.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-30211","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30211","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30211"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30211\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30211"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30211"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30211"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}