{"id":30270,"date":"2010-07-21T13:31:04","date_gmt":"2010-07-21T13:31:04","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"desmatamento-da-amazonia-caiu-47-indicam-satelites-30270","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/desmatamento-da-amazonia-caiu-47-indicam-satelites-30270\/","title":{"rendered":"Desmatamento da Amaz\u00f4nia caiu 47%, indicam sat\u00e9lites"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\" \/><br \/>O sistema Deter j\u00e1 captou desde agosto passado o corte de 1.567 quil\u00f4metros quadrados da Floresta Amaz\u00f4nica. Essa \u00e1rea \u00e9 superior \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo. Mas conta apenas uma parte da hist\u00f3ria do que acontece na regi\u00e3o. Mais r\u00e1pido e menos preciso, o Deter n\u00e3o capta desmatamentos em \u00e1reas com menos de 50 hectares (meio quil\u00f4metro quadrado). Vem da\u00ed a principal diferen\u00e7a entre o sistema de detec\u00e7\u00e3o do desmatamento em tempo real e o Prodes, que mede a taxa oficial, divulgada ao final de cada ano.<br \/>\nNo ano passado, o Prodes mediu redu\u00e7\u00e3o recorde de 42% no ritmo do desmatamento. A \u00e1rea abatida foi a menor desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica do Inpe, em 1988. Entre agosto de 2008 e julho de 2009 foram devastados 7.464 quil\u00f4metros quadrados de floresta, ou cerca de 5 vezes o tamanho da cidade de S\u00e3o Paulo. No ano anterior, a Amaz\u00f4nia havia perdido quase 13 mil quil\u00f4metros quadrados de floresta. Essa queda recorde foi registrada depois de um ano de interrup\u00e7\u00e3o num per\u00edodo de queda do abate de \u00e1rvores, que vinha se mantendo desde 2004, e de uma crise no governo. Foi resultado sobretudo do aumento de fiscaliza\u00e7\u00e3o e de medidas como o corte de cr\u00e9dito aos desmatadores e o embargo da produ\u00e7\u00e3o em \u00e1reas de abate ilegal de \u00e1rvores.<br \/>\nDe acordo com dados dos sat\u00e9lites do Inpe, os piores anos para a floresta foram 1995, 2004 e 2003, com mais de 25 mil quil\u00f4metros quadrados devastados em cada um desses anos. A nova taxa oficial de desmatamento ainda depende das medi\u00e7\u00f5es dos sat\u00e9lites nos meses de junho e julho, que tradicionalmente apresentam ritmo acelerado de corte de \u00e1rvores. O per\u00edodo mais complicado na preserva\u00e7\u00e3o da floresta come\u00e7a com o fim das chuvas na regi\u00e3o e segue at\u00e9 outubro. Em maio, o Inpe registrou 11,4% de desmatamento a menos do que no mesmo m\u00eas do ano passado, dado de contribuiu para a queda de 47% acumulada desde agosto de 2009.<br \/>\nFonte: M\u00fatua Caixa de Assit\u00eancia aos Profissionais do CREA<br \/>\nAscom CREA-AM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faltando apenas dois meses do per\u00edodo de coleta de dados da taxa anual de desmatamento, o ritmo de abate de \u00e1rvores na Amaz\u00f4nia indica queda de 47%. O n\u00famero \u00e9 maior do que os 42% do porcentual recorde de queda da devasta\u00e7\u00e3o da floresta, registrado pelos sat\u00e9lites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no ano passado. A indica\u00e7\u00e3o de nova queda aparece nos dados acumulados durante dez meses &#8211; entre agosto de 2009 e maio de 2010 &#8211; pelo Deter, o sistema de detec\u00e7\u00e3o do desmatamento em tempo real. Divulgado tamb\u00e9m pelo Inpe, o Deter \u00e9 usado para orientar a a\u00e7\u00e3o de fiscais no combate \u00e0 devasta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-30270","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30270","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30270"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30270\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30270"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30270"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30270"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}