{"id":30360,"date":"2010-10-01T18:47:46","date_gmt":"2010-10-01T18:47:46","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"queimadas-no-amazonas-estao-reduzindo-segundo-inpe-30360","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/queimadas-no-amazonas-estao-reduzindo-segundo-inpe-30360\/","title":{"rendered":"Queimadas no Amazonas est\u00e3o reduzindo, segundo Inpe"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\" \/><br \/>A incid\u00eancia de focos de queimada no Amazonas nos \u00faltimos seis anos vem reduzindo drasticamente, segundo s\u00e9rie hist\u00f3rica levantada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) a partir do monitoramento feito por imagens de sat\u00e9lite na Amaz\u00f4nia. Na compara\u00e7\u00e3o entre os anos, no per\u00edodo de 1\u00ba de janeiro a 28 de setembro, a queda no n\u00famero de queimadas foi de 4.444 em 2005 para 563 neste ano.<br \/>\nA diminui\u00e7\u00e3o, segundo os dados do \u00f3rg\u00e3o, tem sido gradativa. Em 2006, segundo o monitoramento de queimadas disponibilizado ontem pelo instituto, a quantidade de \u00e1reas com queimadas caiu 45%, ficando em 2.416. No ano seguinte, esse indicador chegou a 1.796 (menos 26%). Em 2008, o n\u00famero de \u00e1reas degradadas pelo fogo, na maioria dos casos de forma criminosa, sofreu redu\u00e7\u00e3o de 19%, caindo para 1.446 casos.<br \/>\nA maior queda foi verificada no ano passado, quando o Inpe registrou 619 focos, quantidade 57% menor que a contabilizada no ano anterior. Neste ano, segundo o acompanhamento feito pelo governo federal na Amaz\u00f4nia brasileira, o n\u00famero de focos de queimadas est\u00e1 em 563, resultado 9% menor que o anotado nos nove primeiros meses de 2009.<br \/>\nA redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de queimadas no Estado, ainda que possa ser menor, j\u00e1 que o monitoramento por sat\u00e9lite n\u00e3o \u00e9 100% preciso devido a grande incid\u00eancia de nuvens na regi\u00e3o que prejudica o mapeamento, tamb\u00e9m foi verificado nos demais Estados da Amaz\u00f4nia brasileira, mesmo nos campe\u00f5es em queimadas da floresta amaz\u00f4nica, como o Par\u00e1.<br \/>\nNo mesmo per\u00edodo de compara\u00e7\u00e3o, entre 2005 e este ano, o Acre registrou queda na quantidade de queimadas de 4.442 casos para 159. No Amap\u00e1, esse dado foi de 160  para 8. No Par\u00e1, a redu\u00e7\u00e3o foi de 33.314 focos em 2005 para 13.716 neste ano e, em Rond\u00f4nia, a queda foi de 15.541 para 3.479.<br \/>\nNo comparando dos nove primeiros meses de 2009 com os de 2010, por outro lado, a situa\u00e7\u00e3o piorou no Acre, Par\u00e1 e Rond\u00f4nia. No primeiro, a quantidade de queimadas mapeadas pelo Inpe aumentou1448%, passando de 29 para 159. No segundo, o crescimento foi de 145%, de 5.581 para 13.716 casos. Em Rond\u00f4nia, o aumento foi de 278%, de 919 para 3.479 focos de inc\u00eandio da floresta. Tanto em Rond\u00f4nia quanto no Par\u00e1, a extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e a pecu\u00e1ria extensiva s\u00e3o as principais atividades que levam \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>Alerta<br \/>\nNesta semana, de ter\u00e7a-feira para o dia de ontem, o Inpe registrou um dado alarmante  no Amazonas. No munic\u00edpio de Presidente Figueiredo (a 117 quil\u00f4metros ao norte de Manaus) o instituto registrou o terceiro maior n\u00famero de focos de queimadas, com 371 casos. A frente de Presidente Figueiredo no ranking da destrui\u00e7\u00e3o s\u00f3 os munic\u00edpios de Costa Marques e Porto Velho, em Rond\u00f4nia, com 422 e 599 focos de queimadas, respectivamente.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.d24am.com\" class=\"autohyperlink\">www.d24am.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maior queda foi verificada no ano passado, quando o instituto registrou 619 focos em florestas do Estado, quantidade 57% menor que a contabilizada no ano anterior.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-30360","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30360\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}