{"id":30831,"date":"2015-05-20T16:04:14","date_gmt":"2015-05-20T16:04:14","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"lancado-livro-sobre-plantas-colonizadoras-de-areas-desflorestadas-30831","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/lancado-livro-sobre-plantas-colonizadoras-de-areas-desflorestadas-30831\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7ado livro sobre plantas colonizadoras de \u00e1reas desflorestadas"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not15052020foto_livro_fernanda_farias.jpg\" \/><br \/>Pensando em  levar o conhecimento de plantas que colonizam as clareiras desmatadas em Urucu,  munic\u00edpio de Coari (AM), para o meio cient\u00edfico e sociedade, as pesquisadoras  do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa\/MCTI) I\u00eada Le\u00e3o do Amaral,  Maria de Lourdes Soares, Francisca Dion\u00edzia Matos e a bolsista Carla Luciane  Bentes Nogueira, produziram o livro intitulado \u201cPlantas Colonizadoras de \u00c1reas  Desflorestadas para Atividades Petrol\u00edferas\u201d.        A obra fala sobre 60  esp\u00e9cies de plantas, entre nativas e ex\u00f3ticas, que s\u00e3o comuns em \u00e1reas  desmatadas na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, como Cip\u00f3-uma (Fridericia platyphylla),  Junco (Eleocharis geniculata), Malva (Urena  lobata), Capim de bode (Cyperus luzulae), Pimenta de macaco (Xylopia  aromatica) e Maracuj\u00e1 do mato (Passiflora nitida). De linguagem  f\u00e1cil, o livro apresenta imagens e desenhos de estruturas das plantas, bem como  as suas caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas.        Uma das autoras, a  pesquisadora I\u00eada Amaral, conta que a ideia surgiu dentro do Projeto de  Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1reas Degradas do Fundo de Recursos Sociais, Ci\u00eancia e  Tecnologia do Setor Petr\u00f3leo e G\u00e1s Natural (CTPetro).        \u201cEm meio aos estudos  feitos em clareiras surgidas de implementa\u00e7\u00f5es de po\u00e7os de petr\u00f3leo ou para a  constru\u00e7\u00e3o civil nas redondezas de Urucu, podemos perceber que algumas plantas  s\u00e3o comuns em \u00e1reas desflorestas, e que muitas vezes profissionais e ONG\u2019S  erram ao trazer plantas de outras regi\u00f5es para a Amaz\u00f4nia, pois elas acabam n\u00e3o  se adaptando ou se tornando invasoras, por isso a ideia de fazer um livro que  sirva de guia e que possa ser utilizado em experimentos de recupera\u00e7\u00e3o dessas  \u00e1reas, apesar de conter um percentual m\u00ednimo de esp\u00e9cies introduzidas\u201d, contou  I\u00eada Amaral.        A tamb\u00e9m pesquisadora  Maria de Lourdes explicou que qualquer empreendimento feito na Amaz\u00f4nia sempre  esbarra em conceitos de sustentabilidade ambiental, por isso as plantas  colonizadoras t\u00eam grande import\u00e2ncia ap\u00f3s as implanta\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00f5es. Lourdes  ressaltou que \u00e9 o primeiro livro que faz alus\u00e3o \u00e0s plantas colonizadoras na  Amaz\u00f4nia.        \u201cAs 60 esp\u00e9cies reportadas  no livro s\u00e3o essenciais para o reflorestamento da Amaz\u00f4nia, pois elas t\u00eam sido  capazes de sobreviver ou se estabelecer em um ambiente in\u00f3spito, como as  clareiras do Urucu, advindas de atividades petrol\u00edferas\u201d finalizou Lourdes.    \u00a0    \u00a0    Com informa\u00e7\u00f5es da Assessoria de  Comunica\u00e7\u00e3o do Inpa    \u00a0    \u00a0    Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do CREA-AM    (92) 2125-7127    comunica\u00e7\u00e3<a href=\"mailto:o@crea-am.org.br\" class=\"autohyperlink\">o@crea-am.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patrocinado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), os livros ser\u00e3o distribu\u00eddos em escolas e bibliotecas p\u00fablicas do Amazonas.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-30831","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30831","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30831"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30831\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30831"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30831"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30831"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}