{"id":31937,"date":"2012-01-04T11:52:11","date_gmt":"2012-01-04T11:52:11","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"inpe-aponta-aumento-de-11-na-incidencia-de-raios-em-cidades-com-mais-de-200-mil-habitantes-31937","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/inpe-aponta-aumento-de-11-na-incidencia-de-raios-em-cidades-com-mais-de-200-mil-habitantes-31937\/","title":{"rendered":"Inpe aponta aumento de 11% na incid\u00eancia de raios em cidades com mais de 200 mil habitantes"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not1201040,,61976114,00.jpg\" \/><br \/>De acordo com levantamento realizado recentemente pelo Grupo de Eletricidade Atmosf\u00e9rica (Elat),\u00a0 n\u00facleo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a incid\u00eancia de raios cresceu, em m\u00e9dia, 11% em munic\u00edpios com popula\u00e7\u00e3o acima de 200 mil habitantes. &#8220;Tanto essas cidades t\u00eam mais tempestades, quanto elas est\u00e3o tamb\u00e9m cada vez mais intensas, e a urbaniza\u00e7\u00e3o pode ser apontada como uma das principais respons\u00e1veis&#8221;, diz Osmar Pinto J\u00fanior, coordenador do Elat.\u00a0Com base em dados de sat\u00e9lites, o Elat informou que, no ranking mundial, o Brasil ocupa o primeiro lugar na incid\u00eancia de raios, com 57,8 milh\u00f5es de ocorr\u00eancias por ano, seguido pela Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, com 43,2 milh\u00f5es, pelos Estados Unidos, com 35 milh\u00f5es, pela Austr\u00e1lia, com 31,2 milh\u00f5es, China com 28 milh\u00f5es e \u00cdndia, com 26,9 milh\u00f5es.\u00a0Por meio da Rede de Monitoramento BrasilDAT, coordenada pelo Elat em conjunto com outras institui\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel saber a cada 24 horas se o fen\u00f4meno ocorreu em alguma parte das regi\u00f5es Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Sensores de detec\u00e7\u00e3o espalhados em v\u00e1rios pontos captam o campo eletromagn\u00e9tico do fen\u00f4meno e as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o repassadas para a central de computadores\u00a0 do Grupo de Monitoramento do Elat. At\u00e9 o fim do ano que vem, a \u00e1rea de cobertura ser\u00e1 estendida para a regi\u00e3o Norte.\u00a0Embora o coordenador do Elat tenha constatado a influ\u00eancia do aquecimento do clima e da urbaniza\u00e7\u00e3o, a cidade onde mais ca\u00edram raios proporcionalmente ao tamanho do munic\u00edpio foi Porto Real, no Rio de Janeiro, com \u00e1rea de 50,8 quil\u00f4metros quadrados e popula\u00e7\u00e3o de 16.574 pessoas. A incid\u00eancia naquele local foi de 27 raios por quil\u00f4metro quadrado. A segunda colocada no ranking nacional \u00e9 S\u00e3o Caetano do Sul, com 22,8 raios, a campe\u00e3 no estado de S\u00e3o Paulo.\u00a0O levantamento, relativo ao bi\u00eanio 2009\/2010, mostra incid\u00eancia superior \u00e0 registrada no estado\u00a0 da Fl\u00f3rida (16 raios por quil\u00f4metro quadrado, que lidera as ocorr\u00eancias nos Estados Unidos). Na cidade de S\u00e3o Paulo foram 14 raios por quil\u00f4metro quadrado. Fonte: Revista Globo Rural<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com base em dados de sat\u00e9lites, no ranking mundial, o Brasil ocupa o primeiro lugar na incid\u00eancia de raios, com 57,8 milh\u00f5es de ocorr\u00eancias por ano. Para pesquisadores, fen\u00f4meno est\u00e1 relacionado \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-31937","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31937","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31937"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31937\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31937"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31937"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31937"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}