{"id":31978,"date":"2012-02-08T12:22:48","date_gmt":"2012-02-08T12:22:48","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"arvores-no-interior-do-amazonas-se-tornam-habitat-de-aranhas-31978","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/arvores-no-interior-do-amazonas-se-tornam-habitat-de-aranhas-31978\/","title":{"rendered":"\u00c1rvores no interior do Amazonas se tornam habitat de aranhas"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not120208aranhas-ocuparam-mangueiras-chamando-atencao_acrima20120208_0003_15.jpg\" \/><br \/>A cena desperta a aten\u00e7\u00e3o e admira\u00e7\u00e3o pela inusitada cobertura branca ocupando as grandes copas de tr\u00eas mangueiras no munic\u00edpio de Iranduba \u2013 situado a 25 quil\u00f4metros de Manaus. O manto branco, na verdade \u00e9 formado pelos fios resistentes de teias produzidos pelas chamadas \u201caranhas sociais\u201d, do g\u00eanero\u00a0anelosimus, da fam\u00edlia Therediidae, nativas da Amaz\u00f4nia, segundo a doutora Ana L\u00facia Tourinho, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa).Ela acrescenta que s\u00e3o chamadas aranhas sociais pelo comportamento greg\u00e1rio de formar col\u00f4nias, podendo reunir at\u00e9 mil indiv\u00edduos para tecerem essas teias em \u00e1rvores ou em arbustos, explica a especialista.De acordo com o funcion\u00e1rio do s\u00edtio onde est\u00e3o as \u00e1rvores, a \u201cinvas\u00e3o\u201d das aranhas come\u00e7ou h\u00e1 alguns meses e s\u00f3 vem aumentando, chegando, inclusive, \u00e0s cercas de arame do local. As \u00e1rvores pararam de produzir frutos e o propriet\u00e1rio j\u00e1 pensa em usar um inseticida para ver se impede a morte das fruteiras.A esp\u00e9cie de rede el\u00e1stica, branca como nuvem, que \u00e9 produzida pelas aranhas sociais tem o objetivo de captar os insetos de que necessitam para sua alimenta\u00e7\u00e3o.\u201cEssas teias nas \u00e1rvores, que parecem uma nuvem, \u00e9 compartilhada pelas aranhas da col\u00f4nia de todos os tamanhos. Quando um inseto cai na teia as aranhas o atacam em grupo\u201d, diz a bi\u00f3loga, explicando que, nesses casos, a ocupa\u00e7\u00e3o das aranhas come\u00e7a em uma \u00e1rvore e foi passando para as outras. E elas podem permanecer l\u00e1 por muito tempo.InofensivasP\u00f3s-doutora em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Ana L\u00facia diz que essas aranhas s\u00e3o inofensivas apesar de serem da mesma fam\u00edlia que a Vi\u00fava Negra, cuja pe\u00e7onha (subst\u00e2ncia t\u00f3xica) \u00e9 venenosa. Ela observa, ainda, que esse comportamento de construir teias enormes, de v\u00e1rios metros, n\u00e3o \u00e9 incomum nas \u00e1reas de ocorr\u00eancia delas, que s\u00e3o comuns na Reserva Ducke, no conjunto Acariquara, campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), todos na Zona Leste da cidade, entre outros.Ana L\u00facia cita, inclusive, que durante a reuni\u00e3o da SBPC ocorrida em Manaus em 2008 foi realizada uma exposi\u00e7\u00e3o sobre os aracn\u00eddeos da Amaz\u00f4nia e foi demonstrada uma col\u00f4nia desse g\u00eanero para o p\u00fablico.Fonte: Portal A Cr\u00edtica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No munic\u00edpio de Iranduba, aranhas do g\u00eanero anelosimus se instalaram nas copas de mangueiras, cobrindo as folhas com suas teias<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-31978","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31978","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31978"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31978\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31978"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31978"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31978"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}