{"id":32159,"date":"2012-06-28T12:11:45","date_gmt":"2012-06-28T12:11:45","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"produtividade-da-mao-de-obra-na-construcao-cresce-58-em-7-anos-32159","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/produtividade-da-mao-de-obra-na-construcao-cresce-58-em-7-anos-32159\/","title":{"rendered":"Produtividade da m\u00e3o de obra na constru\u00e7\u00e3o cresce 5,8% em 7 anos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not120628construcao-civil.jpg\" \/><br \/>Esses dados constam em estudo feito pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), em parceria com C\u00e2mara Brasileira da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o (CBIC), envolvendo 166 empresas de 15 Estados. O diagn\u00f3stico ser\u00e1 divulgado no 84\u00ba Encontro Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o, que acontece entre hoje e sexta-feira, em Minas Gerais.A an\u00e1lise mostra que, apesar da produtividade do trabalhador ter se expandido 5,8% entre 2003 e 2009, a de capital (que considera o retorno dos investimentos em m\u00e1quinas e equipamentos) ficou negativa em 3,5%. Segundo a economista da FGV, Ana Castelo, uma das respons\u00e1veis pelo levantamento, o efeito do investimento no aumento da produtividade \u00e9 gradual e um pouco mais demorado. Com isso, a produtividade total do setor totalizou 1,2% no per\u00edodo.Entre 2003 e 2009, de acordo com a pesquisa da FGV, o sal\u00e1rio dos trabalhadores do setor subiu \u00e0 taxa m\u00e9dia de 4,5% ao ano e, portanto, ficou abaixo da taxa de crescimento da produtividade da m\u00e3o de obra. Esse cen\u00e1rio \u00e9 considerado preocupante.\u00a0A maior escassez de m\u00e3o de obra no per\u00edodo recente tem pressionado os sal\u00e1rios e os ganhos de produtividade do trabalhador n\u00e3o foram suficientes para cobrir esse custo adicional, informou o estudo. Em 2009, o sal\u00e1rio m\u00e9dio do trabalhador teve um aumento de 7,6%, enquanto a produtividade apresentou alta de 4,2%.Para o economista da CBIC, Luis Fernando Melo Mendes, esses dados apontam que a produtividade na constru\u00e7\u00e3o civil continua crescendo, o que para muitos era visto como uma d\u00favida, por\u00e9m, o aumento da produtividade n\u00e3o compensa a alta dos sal\u00e1rios que tem sido puxada pelo crescimento econ\u00f4mico. Na avalia\u00e7\u00e3o dele, sem investimentos em qualifica\u00e7\u00e3o, a tend\u00eancia \u00e9 de que a produtividade da m\u00e3o de obra continue se desacelerando.Para conseguir o desejado salto na produtividade, as principais iniciativas se referem ao treinamento de pessoal e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de investimento em m\u00e1quinas, equipamentos e processos produtivos &#8211; o que depende de medidas que envolvem as entidades setoriais e os governos, destaca o documento.De 2003 a 2009, conforme o estudo, a taxa m\u00e9dia de crescimento das empresas formais de constru\u00e7\u00e3o (com cinco ou mais pessoas ocupadas) foi de 11,2% ao ano, o que \u00e9 mais do que o dobro da taxa do setor (5,1% ao ano). O pessoal ocupado nas empresas formais registrou expans\u00e3o de 8,6% no per\u00edodo analisado.O levantamento aponta que em 2003 apenas 19,5% dos trabalhadores da constru\u00e7\u00e3o possu\u00edam v\u00ednculo formal de emprego, com registro em carteira. Em 2009, esse indicador chegou a 30,1%. Com isso, o contingente de trabalhadores saltou da faixa de 1 milh\u00e3o para 2 milh\u00f5es. Em 2009, existiam quase 63 mil empresas formais ativas.Fonte: M\u00fatua<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo aqu\u00e9m do desejado, a produtividade do trabalhador da constru\u00e7\u00e3o civil registrou um aumento de 5,8% no per\u00edodo entre 2003 e 2009. O ritmo de expans\u00e3o, no entanto, j\u00e1 est\u00e1 diminuindo. Considerando apenas o intervalo entre 2006 e 2009, a alta acumulada da produtividade foi de 4,4%. A desacelera\u00e7\u00e3o acontece porque as construtoras est\u00e3o pagando mais por profissionais menos qualificados.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32159","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32159","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32159"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32159\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32159"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32159"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32159"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}