{"id":32353,"date":"2012-10-03T13:42:26","date_gmt":"2012-10-03T13:42:26","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"corretoras-de-seguros-focam-em-negocios-de-infraestrutura-32353","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/corretoras-de-seguros-focam-em-negocios-de-infraestrutura-32353\/","title":{"rendered":"Corretoras de seguros focam em neg\u00f3cios de infraestrutura"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not121003corretoras.jpg\" \/><br \/>As principais corretoras de seguros e resseguros do pa\u00eds t\u00eam olhado o aumento dos investimentos em infraestrutura para balizar suas estrat\u00e9gias de expans\u00e3o para os pr\u00f3ximos cinco anos. A Aon tem como meta crescer 30% anualmente no segmento de \u00f3leo e g\u00e1s, setor que tamb\u00e9m \u00e9 considerado chave para JLT e Marsh. Todas est\u00e3o de olho nos projetos que vir\u00e3o dos leil\u00f5es da Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP) em 2013.    Segundo Jos\u00e9 Felipe Vieira de Castro, presidente da Aon, a corretora espera que sua carteira de R$ 250 milh\u00f5es em pr\u00eamios de seguros do segmento de \u00f3leo e g\u00e1s cres\u00e7a este ano 32% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado e mantenha esse ritmo de expans\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos. Essa carteira deve ganhar espa\u00e7o frente ao carro-chefe da empresa, o seguro-sa\u00fade, que conta com R$ 700 milh\u00f5es em pr\u00eamios. &#8220;Continuaremos investindo no nosso principal neg\u00f3cio, mas vamos seguir a tend\u00eancia de mercado e olhar mais para \u00f3leo e g\u00e1s.&#8221;    A corretora criou h\u00e1 tr\u00eas anos uma \u00e1rea especializada no segmento, em sua filial no Rio. &#8220;H\u00e1 cada vez mais empresas envolvidas nos projetos da Petrobras do pr\u00e9-sal, desde empresas de avia\u00e7\u00e3o a empresas de navios de apoio, rebocadores. H\u00e1 todo um conjunto de neg\u00f3cios em torno do pr\u00e9-sal. Estamos atuando nessa cadeia como um todo&#8221;, diz Castro. Com uma carteira de R$ 2,2 bilh\u00f5es em pr\u00eamios administrados no Brasil, a Aon trouxe profissionais especializados em petr\u00f3leo e g\u00e1s do Texas, nos EUA, para trabalharem no Rio.    Maior corretora de resseguros do pa\u00eds, a unidade brasileira da brit\u00e2nica JLT pretende agora ganhar mercado em seguros, apostando no crescimento dos setores de \u00f3leo e g\u00e1s e constru\u00e7\u00e3o civil. Segundo Nicolau Daudt, presidente da JLT Brasil, este ser\u00e1 o terceiro ano consecutivo em que o faturamento da opera\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 o que mais cresce entre as 33 filiais da JLT no mundo. Em 2012, a corretora deve fechar com R$ 60 milh\u00f5es em faturamento, e a meta para 2015 \u00e9 de R$ 100 milh\u00f5es. Com isso, a participa\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o brasileira na receita global deve subir de 5% para 8% no per\u00edodo.    &#8220;O Brasil tem sido cada vez mais importante para a matriz em Londres por conta da Copa e das Olimp\u00edadas. O pa\u00eds precisa de muita infraestrutura, n\u00e3o tem como n\u00e3o haver investimentos&#8221;, observa Daudt. &#8220;A descoberta do pr\u00e9-sal tamb\u00e9m foi um marco importante&#8221;, completou.    O executivo da JLT lembra que o investimento em tecnologia de petr\u00f3leo no Brasil tem crescido de forma acelerada, o que aumenta os pr\u00eamios. &#8220;A P-36, plataforma da Petrobras que afundou em 2001, valia R$ 500 milh\u00f5es na \u00e9poca. Hoje, valeria R$ 2 bilh\u00f5es&#8221;, disse. Atualmente, o seguro de \u00f3leo e g\u00e1s representa 30% do neg\u00f3cio da JLT. A aposta \u00e9 que o mercado ganhar\u00e1 ainda mais f\u00f4lego com os projetos que vir\u00e3o dos leil\u00f5es da ANP.    Outra estrat\u00e9gia comum entre as maiores corretoras do pa\u00eds tem sido a regionaliza\u00e7\u00e3o. Willis e Colemont investem na regionaliza\u00e7\u00e3o para ganhar espa\u00e7o tamb\u00e9m no seguro de benef\u00edcios, abriram recentemente escrit\u00f3rios em Belo Horizonte e planejam inaugurar outro em Curitiba. &#8220;Temos tamb\u00e9m uma sucursal em Volta Redonda (RJ), atuamos em Porto Alegre e estamos estudando oportunidades para chegar em breve ao Nordeste. Ou seja, pretendemos realizar a regionaliza\u00e7\u00e3o da empresa&#8221;, diz Jos\u00e9 Ot\u00e1vio Sampaio, presidente da Willis Brasil.    Segundo Sampaio, a abertura de unidades fora do eixo Rio-S\u00e3o Paulo tem como objetivo ampliar a carteira de benef\u00edcios (sa\u00fade e vida) e infraestrutura. &#8220;A situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds, com muitas concess\u00f5es e obras, a ascens\u00e3o de pequenas e m\u00e9dias empresas, al\u00e9m de desenvolvimento de nichos de mercado, s\u00e3o muito importantes para esse crescimento&#8221;, disse.    Para a Colemont, a abertura de unidades em cidades menores \u00e9 importante para atender melhor seu mercado-alvo, as m\u00e9dias empresas, no seguro de benef\u00edcios. &#8220;No come\u00e7o, fizemos investimentos em avia\u00e7\u00e3o, mar\u00edtimo, resseguro e infraestrutura. Agora, o objetivo \u00e9 ampliar o segmento de benef\u00edcios e resseguros&#8221;, conta Eduardo Lucena, presidente da Colemont Brasil. A abertura de unidades regionais foi poss\u00edvel gra\u00e7as a aquisi\u00e7\u00f5es de empresas menores. Dos R$ 40 milh\u00f5es disponibilizados para a aquisi\u00e7\u00e3o de empresas em 2012, apenas um ter\u00e7o foi gasto, faltando apenas mais uma aquisi\u00e7\u00e3o para completar o plano de expans\u00e3o, que provavelmente ser\u00e1 em Curitiba. A carteira total de seguros da Colemont soma R$ 600 milh\u00f5es, sendo R$ 100 milh\u00f5es em benef\u00edcios, carteira que cresceu 40% em 2011. &#8220;N\u00f3s \u00e9ramos sempre vistos como uma corretora mais de infraestrutura, resolvemos focar em benef\u00edcios. A ideia \u00e9 oferecer produtos de menor custo&#8221;, disse. Fonte: Revista Funda\u00e7\u00f5es e Obras Geot\u00e9cnicas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A infraestrutura tem aumentado o interesse das principais  corretoras de seguros e resseguros do Pa\u00eds<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32353","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32353","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32353\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}