{"id":32419,"date":"2012-11-09T10:21:25","date_gmt":"2012-11-09T10:21:25","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"obras-para-copa-ficam-147-mais-caras-que-o-previsto-diz-tcu-32419","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/obras-para-copa-ficam-147-mais-caras-que-o-previsto-diz-tcu-32419\/","title":{"rendered":"Obras para Copa ficam 14,7% mais caras que o previsto, diz TCU"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not121109copa.jpg\" \/><br \/>As obras necess\u00e1rias para a realiza\u00e7\u00e3o da Copa do Mundo no Brasil em 2014 ficaram 14,7% mais caras que o inicialmente previsto, conforme levantamento divulgado nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU). Em janeiro de 2011, a previs\u00e3o inicial era que o investimento total fosse de R$ 23,8 bilh\u00f5es; a \u00faltima estimativa, de julho deste ano, aponta para R$ 27,3 bilh\u00f5es.   O dado consta na \u00faltima vers\u00e3o da &#8220;Matriz de Responsabilidades&#8221;, documento periodicamente atualizado que estipula a responsabilidade dos governos federal, estaduais e municipais, al\u00e9m de parceiros privados, no pagamento e execu\u00e7\u00e3o de obras de constru\u00e7\u00e3o ou reforma de est\u00e1dios, aeroportos, portos, al\u00e9m de investimentos em mobilidade urbana, turismo e telecomunica\u00e7\u00f5es.    A diferen\u00e7a, de R$ 3,5 bilh\u00f5es, foi alavancada, principalmente, pela reestimativa dos investimentos em aeroportos, com acr\u00e9scimo de R$ 1,77 bilh\u00e3o; e nos est\u00e1dios, cujo valor das obras cresceu R$ 1,13 bilh\u00e3o. O investimento em portos cresceu R$ 158 milh\u00f5es. Apenas os valores injetados em mobilidade urbana foram revistos para baixo: ca\u00edram em R$ 123 milh\u00f5es.  Parte do acr\u00e9scimo ocorreu ainda pela adi\u00e7\u00e3o dos investimentos em turismo (R$ 212 milh\u00f5es) e telecomunica\u00e7\u00f5es (R$ 371 milh\u00f5es), que n\u00e3o estavam na conta de 2011.  Do novo valor global, de R$ 27,3 bilh\u00f5es, R$ 16,2 bi v\u00eam dos cofres do governo federal (em investimentos diretos ou financiamento); R$ 6,7 bi dos governos locais; e R$ 4,2 bi da iniciativa privada.    Causas\u00a0  O levantamento do TCU, relatado pelo ministro Valmir Campelo, aponta diversos fatores para o aumento dos pre\u00e7os.\u00a0 Em muitos casos, os projetos das obras apresentam estimativas de pre\u00e7os desatualizadas, abaixo do que o mercado cobra. V\u00e1rios empreendimentos acabam precisando de ajustes n\u00e3o previstos, com aditivos contratuais que o tornam mais caro. H\u00e1 tamb\u00e9m situa\u00e7\u00f5es em que um atraso no andamento das obras acaba tornando o servi\u00e7o mais caro depois.    Na avalia\u00e7\u00e3o de Campelo, por\u00e9m, o acr\u00e9scimo n\u00e3o leva a concluir que houve um &#8220;estouro nos or\u00e7amentos&#8221;. Isso, porque, boa parte do aumento deve-se a investimentos que n\u00e3o estavam previstos inicialmente.  O caso mais emblem\u00e1tico apontado \u00e9 o est\u00e1dio do Itaquer\u00e3o, or\u00e7ado em R$ 820 milh\u00f5es. Em 2011, quando foi feita primeira vers\u00e3o da matriz, imaginava-se que o est\u00e1dio que receberia os jogos em S\u00e3o Paulo seria o Morumbi. Outros R$ 225 milh\u00f5es referem-se a acr\u00e9scimos nos est\u00e1dios Beira-Rio (Porto Alegre) e Arena da Baixada (Curitiba), tocados pela iniciativa privada. Mais R$ 156 milh\u00f5es em aumentos prov\u00eam de Parcerias P\u00fablico-Privadas, que conjugam dinheiro p\u00fablico e particular.    Nos aeroportos, \u00e1rea em que houve maior incremento nos custos, o relat\u00f3rio aponta que isso se deve \u00e0s obras em S\u00e3o Paulo. &#8220;Houve amplia\u00e7\u00e3o do escopo dos investimentos, nomeadamente em fun\u00e7\u00e3o das recentes concess\u00f5es dos aeroportos de Viracopos e Guarulhos. Outro plano de investimentos foi idealizado. Tamb\u00e9m foi nova a decis\u00e3o de construir o Terminal de Passageiros 4, em Guarulhos&#8221;, diz o documento.\u00a0Fonte: Portal G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obras para Copa ficam 14,7% mais caras que o previsto, diz TCU<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32419","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32419"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32419\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}