{"id":32562,"date":"2013-03-08T12:24:14","date_gmt":"2013-03-08T12:24:14","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"no-amazonas-mulheres-conquistam-espaco-e-boa-renda-na-construcao-civil-32562","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/no-amazonas-mulheres-conquistam-espaco-e-boa-renda-na-construcao-civil-32562\/","title":{"rendered":"No Amazonas, mulheres conquistam espa\u00e7o e boa renda na constru\u00e7\u00e3o civil"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not13030822.jpg\" \/><br \/>Um segmento tradicionalmente dominado por homens, a constru\u00e7\u00e3o civil atrai mulheres que buscam uma vaga no mercado de trabalho e encontram no ramo uma boa condi\u00e7\u00e3o para ganhar dinheiro.    Algumas caracter\u00edsticas as destacam nos canteiros de obra como capricho e aten\u00e7\u00e3o aos detalhes, o que tem feito com que, a cada ano, cres\u00e7a o n\u00famero de mulheres na \u00e1rea.    Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Industria de Constru\u00e7\u00e3o Civil, C\u00edcero Cust\u00f3dio da Silva, cerca de tr\u00eas mil mulheres trabalham na constru\u00e7\u00e3o civil no Amazonas.    \u201cNos \u00faltimos anos, o crescimento foi de 30% no n\u00famero de mulheres atuando nos canteiros de obras\u201d, informou C\u00edcero.    A servente Dalva de Oliveira, 45, d\u00e1 apoio aos profissionais, carpinteiros, pedreiros, pintores, e tamb\u00e9m faz servi\u00e7os de remo\u00e7\u00e3o de material.    Ela trabalha h\u00e1 oito anos em canteiros de obra e conta que conseguiu criar os cinco filhos, mesmo com as dificuldade do in\u00edcio.    \u201cH\u00e1 oito anos era bem mas dif\u00edcil, uma mulher num canteiro de obra era raro e os homens n\u00e3o respeitavam. Eles achavam que n\u00e3o dar\u00edamos conta do servi\u00e7o\u201d, comentou a servente. \u201cMas pelo fato das mulheres serem perfeccionistas e carinhosas no trabalho, o n\u00famero de vagas foi aumentando e o espa\u00e7o foi conquistado\u201d.    H\u00e1 11 anos na fun\u00e7\u00e3o de rejuntora, Keila dos Santos More, 32, \u00e9 respons\u00e1vel por aplicar o rejunte, que \u00e9 a argamassa que fica nas juntas dos revestimentos cer\u00e2micos.    Ela lembra que come\u00e7ou a trabalhar numa constru\u00e7\u00e3o como ajudante de limpeza e, ap\u00f3s dois anos observando o trabalho executado por um rejuntor, conseguiu uma vaga.    Atualmente, Keila \u00e9 tamb\u00e9m diretora administrativa no Sindicato dos Trabalhadores da Industria de Constru\u00e7\u00e3o Civil.    \u201cQuando comecei, estava me divorciando, tinha tr\u00eas filhos pra criar, n\u00e3o tinha estudo e precisava ganhar mais dinheiro. Ent\u00e3o, observei o que fazia um rejuntor porque o sal\u00e1rio era melhor e consegui ser promovida\u201d, detalha Keila, que, neste ano, passou no curso de administra\u00e7\u00e3o. \u201cEntre as dificuldades superadas est\u00e3o as queixas dos meus filhos, pois, eu trabalhava aos s\u00e1bados para ganhar hora extra e complementar a renda. Mas foi um esfor\u00e7o que rendeu bons frutos\u201d.    Contratada pela empresa Andrade Gutierrez para trabalhar na fun\u00e7\u00e3o de armadora, Vera L\u00facia Paiva Nogueira, 44, faz as armaduras de a\u00e7o para estruturas de concreto.    Ela j\u00e1 trabalhou como dom\u00e9stica e catadora de lixo, mas foi na fun\u00e7\u00e3o de armadora que teve a oportunidade de uma boa renda mensal.    \u201cEstou trabalhando h\u00e1 oito meses na \u00e1rea e, apesar de falarem que canteiro de obra \u00e9 ambiente de homem, eu tento superar as opini\u00f5es de que as mulheres n\u00e3o servem para trabalhar com constru\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou Vera. Fonte: D24AM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores da Industria de Constru\u00e7\u00e3o Civil, atualmente, cerca de tr\u00eas mil mulheres trabalham na \u00e1rea, em diferentes fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32562","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32562","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32562"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32562\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32562"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32562"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32562"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}