{"id":32600,"date":"2013-04-12T12:35:09","date_gmt":"2013-04-12T12:35:09","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"tijolo-e-telha-estao-entre-os-precos-mais-altos-do-pais-32600","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/tijolo-e-telha-estao-entre-os-precos-mais-altos-do-pais-32600\/","title":{"rendered":"Tijolo e telha est\u00e3o entre os pre\u00e7os mais altos do Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not13041254.jpg\" \/><br \/>No Amazonas, a telha e o tijolo, insumos b\u00e1sicos na constru\u00e7\u00e3o civil, figuram entre os mais caros do Pa\u00eds, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O levantamento foi feito com base nos pre\u00e7os praticados no varejo.    Ao custo m\u00e9dio de R$ 1.071, o milheiro de tijolo maci\u00e7o no Estado \u00e9 o mais caro do Brasil, enquanto o cer\u00e2mico, mais comum, ocupa a quinta posi\u00e7\u00e3o. A unidade da telha ondulada \u00e9 outro item que est\u00e1 entre os mais onerosos, com o terceiro maior valor m\u00e9dio do Pa\u00eds.    O tijolo cer\u00e2mico, que fechou mar\u00e7o com um custo m\u00e9dio de R$ 515 o milheiro, sofreu um reajuste de 2,4% em 12 meses, enquanto o tijolo maci\u00e7o ficou com pre\u00e7o congelado no mesmo per\u00edodo. J\u00e1 a telha, cuja unidade est\u00e1 sendo comercializada ao pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 40 no Amazonas, teve um aumento 14,2%, um dos maiores \u00edndices do Brasil. Para o presidente do Sindicato do Com\u00e9rcio Varejista de Material de Constru\u00e7\u00e3o (Simacon), Aderson Frota, a produ\u00e7\u00e3o de tijolos sofre influ\u00eancia direta da cheia, o que dificulta a extra\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima do insumo.    \u201cN\u00f3s temos hoje no Estado uma fabrica\u00e7\u00e3o quase que artesanal e isso limita a distribui\u00e7\u00e3o em escala e, talvez, por isso nosso tijolo seja um dos mais caros. Al\u00e9m da falta de moderniza\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias, h\u00e1 o alto custo da energia el\u00e9trica. Mas acredito que isso v\u00e1 melhorar com a utiliza\u00e7\u00e3o do g\u00e1s nesse processo\u201d, destacou. Segundo o diretor executivo da Associa\u00e7\u00e3o de Ceramistas do Estado do Amazonas (Aceram), Jos\u00e9 Henrique Silva, os pre\u00e7os m\u00e9dios praticados pelos fabricantes, congelados desde 2011, est\u00e3o por volta de R$ 360.    \u201cQuanto aos tijolos maci\u00e7os, eles n\u00e3o possuem escala que se permita parametrizar, pois o mercado para este produto \u00e9 restrito a churrasqueiras e decora\u00e7\u00e3o\u201d, disse.    Valor do metro quadrado sobe para  R$ 884    O custo m\u00e9dio do metro quadrado para construir no Amazonas subiu para R$ 884,11 em mar\u00e7o, aponta o \u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil (INCC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).    No Brasil, o valor m\u00e9dio ficou em R$ 865,03. No acumulado em 12 meses, o Estado teve um crescimento de 3,84%, inferior a m\u00e9dia da Regi\u00e3o Norte, que ficou em 5,73%.    O custo nacional da constru\u00e7\u00e3o, que em fevereiro fechou em R$ 863,46, passou para R$ 865,03 em mar\u00e7o, sendo R$ 457,60 relativos aos materiais e R$ 407,43 \u00e0 m\u00e3o de obra. A parcela dos materiais apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,22%, caindo 0,11 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior (0,33%).A m\u00e3o de obra registrou varia\u00e7\u00e3o de 0,14%, caindo 1,04 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro (1,18%). Nos tr\u00eas primeiros meses do ano os acumulados s\u00e3o 0,84%(materiais) e 1,39% (m\u00e3o de obra), enquanto em 12 meses ficaram em 2,50% (materiais) e 9,20% (m\u00e3o de obra). Fonte: D24 AM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Itens b\u00e1sicos da constru\u00e7\u00e3o civil t\u00eam custo elevado no Amazonas<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32600","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32600","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32600"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32600\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32600"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32600"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32600"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}