{"id":32745,"date":"2013-07-08T11:03:00","date_gmt":"2013-07-08T11:03:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"holanda-e-minas-gerais-sao-maiores-compradores-da-madeira-extraida-no-amazonas-32745","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/holanda-e-minas-gerais-sao-maiores-compradores-da-madeira-extraida-no-amazonas-32745\/","title":{"rendered":"Holanda e Minas Gerais s\u00e3o maiores compradores da madeira extra\u00edda no Amazonas"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not1307081373135041513.jpg\" \/><br \/>O maior comprador nacional \u00e9 o Estado de Minas Gerais, que responde por 19% do total de madeira comercializado para outros estados. No cen\u00e1rio internacional, a Holanda lidera as negocia\u00e7\u00f5es, com 46% da madeira amazonense exportada no per\u00edodo. Os dados fazem parte da pesquisa \u00b4Diagn\u00f3stico Florestal do Estado do Amazonas\u00b4, do Instituto de Conserva\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel do Amazonas (Idesam).\u00a0De acordo com o coautor do livro, o coordenador do Programa Manejo Florestal do Idesam, Andr\u00e9 Vianna, o maior gargalo da explora\u00e7\u00e3o madeireira no Amazonas \u00e9 o licenciamento. O processo demora uma m\u00e9dia de 32 meses para ser conclu\u00edda. &#8220;A lentid\u00e3o propicia que o manejo seja feito de forma irregular, pois o manejador nem sempre espera o prazo para come\u00e7ar a atividade, e em algumas situa\u00e7\u00f5es, quando o processo termina, o requerente j\u00e1 nem tem mais interesse na atividade&#8221;, constatou o pesquisador do Idesam.  Vianna afirmou ainda que 7% das \u00e1reas florestais desmatadas eram fruto da supress\u00e3o vegetal &#8211; desmatamento legal e licenciado &#8211; em 2010. No ano posterior, apenas 0,02% do desmatamento no Estado aconteceu nesses territ\u00f3rios. O pesquisador concluiu que a popula\u00e7\u00e3o em geral n\u00e3o segue os planos de manejo de supress\u00e3o vegetal. &#8220;O desmatamento licenciado acontece apenas em Manaus e por ind\u00fastrias grandes&#8221;, afirmou.  A publica\u00e7\u00e3o afirma que 26% dos planos de manejo n\u00e3o foram colocados em pr\u00e1tica devido \u00e0 demora no processo de licenciamento. No Amazonas, 69% dos planos s\u00e3o de pequena escala e foram respons\u00e1veis por apenas 9% da madeira licenciada em 2010 e 2011; e 98% dos processos analisados tinham pend\u00eancias durante o licenciamento.  Para aperfei\u00e7oar o licenciamento, o estudo prop\u00f5e aumento do quadro de funcion\u00e1rios do Ipaam &#8211; \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo procedimento -; descentraliza\u00e7\u00e3o dos escrit\u00f3rios que expedem a licen\u00e7a, que hoje est\u00e3o concentrados em Manaus; e otimiza\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o por meio do sensoriamento por imagem de sat\u00e9lite.\u00a0A pesquisa  O estudo sobre a situa\u00e7\u00e3o florestal do Estado foi realizado a partir da an\u00e1lise de dados do Instituto de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama). A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 um projeto executado com recursos do Gordon and Betty Moore Foundation e parceria com Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e o Ipaam.  Para acompanhar remotamente a explora\u00e7\u00e3o de madeira no Amazonas dois pesquisadores do Idesam foram capacitados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon), no Par\u00e1. &#8220;Acompanhar os processos por imagens de sat\u00e9lite traz informa\u00e7\u00f5es mais precisas e r\u00e1pidas, com o adicional de n\u00e3o ser necess\u00e1rio deslocar equipes para o local analisado&#8221;, explicou Vianna. Fonte:  Portal  Amaz\u00f4nia.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado madeireiro no Amazonas movimentou, em 2010 e 2011, 796 mil metros c\u00fabicos de madeiras em toras.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32745","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32745","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32745"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32745\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}