{"id":32782,"date":"2013-08-01T14:54:57","date_gmt":"2013-08-01T14:54:57","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"mudancas-climaticas-nao-poem-em-risco-a-existencia-da-terra-diz-cientista-32782","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/mudancas-climaticas-nao-poem-em-risco-a-existencia-da-terra-diz-cientista-32782\/","title":{"rendered":"Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas n\u00e3o p\u00f5em em risco a exist\u00eancia da Terra, diz cientista"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not130801fa-310x220.jpg\" \/><br \/>A avalia\u00e7\u00e3o foi feita pelo climatologista Ulrich Glasmacher, professor da Universidade de Heidelberg, da Alemanha, na confer\u00eancia que proferiu sobre aspectos geol\u00f3gicos e sociais das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas mundiais na semana passada, durante a 65\u00aa Reuni\u00e3o da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), em Recife (PE).  De acordo com o pesquisador alem\u00e3o, o planeta experimenta per\u00edodos de frio seguidos de ondas de calor h\u00e1 cerca de 450 milh\u00f5es de anos. \u201cO Cret\u00e1ceo (h\u00e1 mais de 100 milh\u00f5es de anos), por exemplo, foi um dos per\u00edodos mais quentes da Terra nos \u00faltimos 600 milh\u00f5es de anos\u201d, disse Glasmacher.  Os n\u00edveis de emiss\u00e3o de CO2 na atmosfera naquela \u00e9poca tamb\u00e9m eram muito altos, como pode ser observado em estudos com f\u00f3sseis de formigas \u2013 inseto que respira o ar e, em seguida, expira o oxig\u00eanio, retendo um n\u00edvel muito alto de CO em seu organismo \u2013, explicou o pesquisador.  H\u00e1 poucos dados, no entanto, sobre a atividade do Sol naquele per\u00edodo, que influencia a temperatura da Terra e poderia fornecer pistas de como ser\u00e1 o clima do planeta no futuro, disse Glasmacher. \u201cO que podemos dizer \u00e9 que, toda vez que houve um per\u00edodo muito frio [de glacia\u00e7\u00e3o] na Terra, ele foi sucedido por um per\u00edodo muito quente\u201d, afirmou.  As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas pelas quais a Terra passou, contudo, n\u00e3o colocaram em risco a sua exist\u00eancia e n\u00e3o causaram o desaparecimento em massa de esp\u00e9cies, ressaltou Glasmacher. Segundo ele, nenhuma das extin\u00e7\u00f5es em massa ocorridas no planeta foi causada por mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas sim por vulc\u00f5es, mudan\u00e7as nas placas tect\u00f4nicas, meteoritos ou cometas. E, em todos os casos, o planeta sobreviveu.  \u201cQualquer cen\u00e1rio previsto como fatal para o planeta \u00e9 mentiroso e tem o objetivo de causar medo. Por mais devastador que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas possam ser, a vida e o planeta v\u00e3o sobreviver sem n\u00f3s, humanos\u201d, disse.  \u201cO planeta fez isso no passado, quando os dinossauros foram extintos, e a vida na Terra continuou nos bilh\u00f5es de anos seguintes. A quest\u00e3o, agora, \u00e9 se a humanidade conseguir\u00e1 sobreviver \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais\u201d, ponderou.    Fonte: Ci\u00eancia em pauta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O r\u00e1pido aumento da temperatura da Terra, observado no per\u00edodo atual, representa uma amea\u00e7a mais para a humanidade em si do que para o planeta, que j\u00e1 passou e sobreviveu a diferentes per\u00edodos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32782","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32782","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32782"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32782\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32782"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32782"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32782"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}