{"id":32796,"date":"2013-08-08T15:16:10","date_gmt":"2013-08-08T15:16:10","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"peixe-boi-raro-e-encontrado-no-marajo-32796","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/peixe-boi-raro-e-encontrado-no-marajo-32796\/","title":{"rendered":"Peixe-boi raro \u00e9 encontrado no Maraj\u00f3"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not13080802-copia1.jpg\" \/><br \/>O animal resgatado, apelidado de \u201cOmar\u201d, est\u00e1 em semi-cativeiro no igarap\u00e9 do s\u00edtio da Sra. Orlandina Moraes e encontra-se sob os cuidados diretos de dois moradores de Salvaterra, o senhor Hederaldo Junior e Jairo Alves, que recebem orienta\u00e7\u00e3o de agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) e do Centro de Mam\u00edferos Aqu\u00e1ticos do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (CMA-PA\/ICMBio), al\u00e9m dos pesquisadores do projeto Bicho D\u2019\u00e1gua do Museu Goeldi. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o animal seja cuidado at\u00e9 que atinja idade para ser solto na natureza.  Omar tem 3 meses, mede 1,32 metros e pesa 36 quilos. Ao que tudo indica, encontra-se em \u00f3timas condi\u00e7\u00f5es. Na fase adulta, ele poder\u00e1 medir at\u00e9 4 metros e pesar 600 quilos. Segundo a bi\u00f3loga Renata Emin (Gemam\/MPEG), o animal est\u00e1 sendo alimentado com leite e uma variedade de capins marinhos da regi\u00e3o, fonte alimentar natural desta esp\u00e9cie.  Os peixes-boi s\u00e3o mam\u00edferos aqu\u00e1ticos, que se alimentam exclusivamente de vegetais e algas na fase adulta, possuem h\u00e1bitos costeiros e longo cuidado parental. O Maraj\u00f3 possui extensos bancos de vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica da dieta do peixe-boi. A foz do rio Amazonas e suas adjac\u00eancias apresentam a singularidade da presen\u00e7a de duas esp\u00e9cies de peixe-boi: o amaz\u00f4nico (Trichechus inunguis) e o marinho (Trichechus manatus). Isto faz desta regi\u00e3o amaz\u00f4nica uma das mais importantes para a conserva\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies no Brasil.  GEMAM   O Grupo de Estudos de Mam\u00edferos Aqu\u00e1ticos da Amaz\u00f4nia busca informa\u00e7\u00f5es sobre ocorr\u00eancias, intera\u00e7\u00f5es com pesca e encalhes de esp\u00e9cies de mam\u00edferos aqu\u00e1ticos no estado do Par\u00e1, tendo como objetivo subsidiar e elaborar medidas para a conserva\u00e7\u00e3o destas esp\u00e9cies. O Gemam \u00e9 ligado ao Setor de Mastozoologia do Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi e executa diversos projetos, entre eles o Bicho D\u2019\u00e1gua, patrocinado pela Petrobras, atrav\u00e9s do Programa Petrobras Ambiental. Fonte: Ci\u00eancia da pauta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) foi encontrado na praia da Passagem Grande, em Salvaterra, no Arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3. A esp\u00e9cie era considerada extinta no Maraj\u00f3 e este foi o primeiro exemplar encontrado vivo na regi\u00e3o desde meados dos anos 80. Antes desse registro, havia apenas uma intrigante evid\u00eancia da presen\u00e7a do peixe-boi marinho nas costas do Maraj\u00f3: um cr\u00e2nio, encontrado em Salvaterra no ano de 2005, pelos pesquisadores do Grupo de Estudos de Mam\u00edferos Aqu\u00e1ticos da Amaz\u00f4nia (Gemam), do Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32796","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32796","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32796"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32796\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32796"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32796"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32796"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}