{"id":32840,"date":"2013-08-28T11:48:26","date_gmt":"2013-08-28T11:48:26","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"fungo-e-bacteria-geram-biocombustivel-mais-proximo-da-gasolina-que-o-etanol-32840","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/fungo-e-bacteria-geram-biocombustivel-mais-proximo-da-gasolina-que-o-etanol-32840\/","title":{"rendered":"Fungo e bact\u00e9ria geram biocombust\u00edvel mais pr\u00f3ximo da gasolina que o etanol"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not130828biodisel1111102011073224_med-300x220.jpg\" \/><br \/>O biocombust\u00edvel foi gerado ao unir uma muta\u00e7\u00e3o da E. coli (j\u00e1 usada em processos semelhantes, de transforma\u00e7\u00e3o de plantas em a\u00e7\u00facares) ao T. reesei. Ambos foram dispostos em um bioreator contendo folhas e hastes descartados do milho. A a\u00e7\u00e3o do fungo, ent\u00e3o, auxiliada pela da bact\u00e9ria, transformou o material em a\u00e7\u00facares que alimentaram ambas as esp\u00e9cies de micr\u00f3bios, com espa\u00e7o de sobra para o excedente tornar-se isobutanol, resultando em um processo mais eficiente do que j\u00e1 se havia conseguido.  Dessa forma, o time conseguiu obter 1,88 grama de isobutanol por litro de flu\u00eddo originado no bioreator, a maior concentra\u00e7\u00e3o j\u00e1 registrada em processos de gera\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edvel \u00e0 base de plantas.  \u201cEstamos muito empolgados com a descoberta dessa t\u00e9cnica\u201d, conta o cientista Jeremy Minty na divulga\u00e7\u00e3o do estudo. \u201cOs EUA t\u00eam potencial para produzir, de forma sustent\u00e1vel, 1 bilh\u00e3o de toneladas de biomassa anualmente, n\u00famero suficiente para produzir biocombust\u00edveis que poderiam dispensar o pa\u00eds de 30% de sua produ\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera\u201d.  O isobutanol gerado na pesquisa prov\u00ea 82% da energia gerada pela gasolina na combust\u00e3o, enquanto o etanol se limita a 67%. Al\u00e9m disso, o isobutanol n\u00e3o tem tend\u00eancia a absorver \u00e1gua (o que evita corros\u00f5es e danos ao motor caracter\u00edsticos do etanol) e poderia, segundo seus entusiastas, vir a substituir a gasolina \u2013 enquanto o etanol s\u00f3 pode ser adicionado a ela.  Por fim, ao utilizar partes descartadas do milho, o isobutanol n\u00e3o impacta a produ\u00e7\u00e3o do vegetal para fins aliment\u00edcios, afastando a hip\u00f3tese de alta dos pre\u00e7os na commodity. A coexist\u00eancia harmoniosa do fungo com a bact\u00e9ria surpreendeu os pesquisadores e \u00e9 um dos pontos altos do estudo. \u201c\u00c9 que muitas vezes uma esp\u00e9cie domina a cultura presente no recinto, fazendo com que a outra morra. Esse \u00e9 um problem comum quando se tenta fazer um processo semelhante a esse\u201d, ressalta Minty.  O time de pesquisadores agora deseja ampliar ainda mais a taxa de convers\u00e3o energ\u00e9tica do isobutanol.    Fonte: Ci\u00eancia em pauta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A uni\u00e3o em laborat\u00f3rio da bact\u00e9ria E. coli ao fungo T. reesei gera isobutanol, um tipo de biocombust\u00edvel com mais compatibilidade com a gasolina do que o tradicional etanol. A descoberta \u00e9 de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e destaque no peri\u00f3dico PNAS.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32840","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32840","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32840"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32840\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32840"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32840"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32840"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}