{"id":32842,"date":"2013-09-10T11:01:38","date_gmt":"2013-09-10T11:01:38","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"escassez-de-engenheiros-no-amazonas-prejudica-andamento-de-projetos-32842","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/escassez-de-engenheiros-no-amazonas-prejudica-andamento-de-projetos-32842\/","title":{"rendered":"Escassez de engenheiros no Amazonas prejudica andamento de projetos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not1308281377692158195.jpg\" \/><br \/>Cerca de 400 engenheiros s\u00e3o formados nas institui\u00e7\u00f5es de ensino do Amazonas. Os n\u00fameros confirmam uma reclama\u00e7\u00e3o recorrente nos setores da ind\u00fastria, constru\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00f5es: a escassez destes profissionais. De acordo com o site engenhariadata, que traz indicadores de todo o Brasil, no ano de 2011, o Estado formou 1,35 engenheiros, em todas as \u00e1reas, para cada 10 mil habitantes. No mesmo ano, o \u00edndice no Estado de S\u00e3o Paulo foi de 3,62 concluintes para 10 mil habitantes.    m dos setores que mais sofrem com a falta de engenheiros \u00e9 a ind\u00fastria. De acordo com o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Amazonas (Fieam), Wilson P\u00e9rico, o Polo Industrial de Manaus (PIM). \u201cAs \u00e1reas mais carentes s\u00e3o as que necessitam de engenheiros eletr\u00f4nicos, mecatr\u00f4nicos e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o. Esses profissionais t\u00eam espa\u00e7o no Polo Industrial. A demanda  existe e as empresas t\u00eam tido um pouco de dificuldade para suprir as vagas que est\u00e3o em  aberto\u201d, disse P\u00e9rico, sem precisar n\u00fameros. Ensino  O coodernador do curso de engenharia de produ\u00e7\u00e3o e de telecomunica\u00e7\u00f5es da Fucapi, Frederico Pinag\u00e9, confirma a escassez de engenheiros no mercado local. Segundo os n\u00fameros da pr\u00f3pria Fucapi, a evas\u00e3o de alunos que iniciam o curso de engenharia na Funda\u00e7\u00e3o pode superar 90%. \u201cEntram uma faixa de cem alunos por ano e no fim do ano se formam, em m\u00e9dia, de 8 a 20 alunos \u2013dependendo do curso\u201d, explicou. Na grade da Institui\u00e7\u00e3o constam cinco cursos na \u00e1rea: engenharia de produ\u00e7\u00e3o, engenharia de telecomunica\u00e7\u00f5es, engenharia de computa\u00e7\u00e3o, engenharia ambiental e sanit\u00e1ria e engenharia de bio-processos.  Apesar do ainda alto \u00edndice de evas\u00e3o, o Relat\u00f3rio Engenhariadata 2012 -Forma\u00e7\u00e3o e Mercado de Trabalho em Engenharia no Brasil -, da Engenhariadata, afirma que, entre os anos 2000 e 2011, \u201ctodos os Estados apresentaram significativo crescimento no seu n\u00famero de concluintes, ainda que as desigualdades regionais referentes \u00e0 oferta de ensino superior tenham se mantido quase inalteradas\u201d.  As diferen\u00e7as regionais se explicam: enquanto em 2011 S\u00e3o Paulo contribuiu com 30,01% dos engenheiros formados no pa\u00eds, o Amazonas formou apenas 1,95% -ocupando a 13\u00aa coloca\u00e7\u00e3o entre os 26 Estados e o Distrito Federal.\u00a0O coordenador da Fucapi recha\u00e7a, por\u00e9m, as cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade dos engenheiros formados na institui\u00e7\u00e3o. De acordo com Pinag\u00e9, os alunos na Fucapi t\u00eam tido prioridades nas contrata\u00e7\u00f5es dentro do PIM. \u201cTemos recebido elogios de empresas em rela\u00e7\u00e3o aos funcion\u00e1rios que se formaram aqui. Quando chegam funcion\u00e1rios de outros Estados para fazer cursos em Manaus as empresas indicam a Fucapi. Temos recebido inclusive alunos da Argentina que est\u00e3o vindo para Manaus\u201d, explicou. Fonte: Portal Amaz\u00f4nia.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos setores que mais sofrem com a falta de engenheiros \u00e9 a ind\u00fastria<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32842","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32842\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}