{"id":32878,"date":"2013-09-13T16:44:33","date_gmt":"2013-09-13T16:44:33","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"pesquisa-ressalta-presente-e-futuro-do-concreto-32878","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/pesquisa-ressalta-presente-e-futuro-do-concreto-32878\/","title":{"rendered":"Pesquisa ressalta presente e futuro do concreto"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not130913images.jpg\" \/><br \/>O concreto \u00e9 hoje o segundo produto mais consumido no mundo. Proje\u00e7\u00f5es otimistas presumem que o material possa ocupar o primeiro lugar a partir de 2025, superando a gera\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pot\u00e1vel. No Brasil, n\u00e3o \u00e9 diferente. Por isso, a ABCP (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cimento Portland) encomendou a mais ampla pesquisa sobre o mercado nacional do concreto. O estudo, coordenado pela e8 Intelig\u00eancia e pela UBM Brazil, coletou dados do per\u00edodo entre 2005 e 2012 para projetar tend\u00eancias do setor nos pr\u00f3ximos anos. Uma delas \u00e9 que o concreto dosado em central definitivamente est\u00e1 incorporado ao dia a dia da constru\u00e7\u00e3o civil brasileira. Em sete anos, seu consumo cresceu 180%. Em 2012, por exemplo, as concreteiras instaladas no pa\u00eds produziram 51 milh\u00f5es de m\u00b3, revela a pesquisa. \u201cO concreto preparado em centrais cresce a uma taxa superior ao crescimento da constru\u00e7\u00e3o civil porque seus sistemas construtivos t\u00eam ganhado a prefer\u00eancia dos construtores e porque tem ca\u00eddo o n\u00famero de obras que rodam concreto sem o uso do servi\u00e7o das concreteiras\u201d, afirma Valter Frigieri, diretor de mercado e planejamento da ABCP, detectando nesta tend\u00eancia uma mudan\u00e7a cultural dos construtores \u2013 hoje mais focados em sistemas construtivos racionais. A ponto de o estudo demonstrar que, em 2012, 20,7% de todo o cimento produzido no pa\u00eds foi consumido pelas concreteiras. Trata-se de um volume que tende a aumentar. A pesquisa divulgada pela ABCP durante o Concrete Show 2013 projeta que a produ\u00e7\u00e3o de concreto dosado em central atingir\u00e1 72,3 milh\u00f5es de m\u00b3 em 2017, crescendo a uma taxa de 7,1% nos pr\u00f3ximos quatro anos. Segundo Eliana Taniguti, que coordenou o estudo pela e8 Intelig\u00eancia, esse avan\u00e7o se deve ao maior volume de obras urbanas. \u201cEsse tipo de empreendimento requer um canteiro mais racional, em que a construtora troca a produ\u00e7\u00e3o de concreto na obra pela compra do produto j\u00e1 pronto\u201d, avalia. De acordo com o levantamento, atualmente 12% do concreto produzido no pa\u00eds vai para o nicho das constru\u00e7\u00f5es urbanas, sejam do segmento residencial ou de infraestrutura. A pesquisa encomendada pela ABCP mostra tamb\u00e9m que a inova\u00e7\u00e3o tende a acompanhar o crescimento do mercado de concreto dosado em central. \u201cHoje, o produto na forma de autoadens\u00e1vel j\u00e1 est\u00e1 ocupando uma boa faixa de consumo. No m\u00e9dio e no longo prazo devem surgir novas variedades de concreto, como os autorrecuper\u00e1veis, que combatem as fissuras, ou os fotocatal\u00edticos, que minimizam as emiss\u00f5es de gases. Tamb\u00e9m \u00e9 esperada a chegada de aditivos verdes. S\u00e3o cen\u00e1rios que v\u00e3o exigir das concreteiras a otimiza\u00e7\u00e3o de seus processos de fabrica\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de equipamentos mais modernos, menor consumo de energia e maior preocupa\u00e7\u00e3o com o impacto ambiental\u201d, alerta Eliana Taniguti.    Fonte: Revistas Funda\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo encomendado pela ABCP mostra mudan\u00e7a cultural das construtoras e incorpora\u00e7\u00e3o do concreto dosado em central no dia a dia das obras<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-32878","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32878","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32878"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32878\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32878"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32878"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32878"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}