{"id":33007,"date":"2013-12-05T12:22:04","date_gmt":"2013-12-05T12:22:04","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"farinha-dobra-de-preco-a-cada-ano-e-producao-tradicional-e-insuficiente-33007","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/farinha-dobra-de-preco-a-cada-ano-e-producao-tradicional-e-insuficiente-33007\/","title":{"rendered":"Farinha dobra de pre\u00e7o a cada ano e produ\u00e7\u00e3o tradicional \u00e9 insuficiente"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not13120588909_460x270_0661124001386209493.jpg\" \/><br \/>Em dezembro do ano passado, segundo a pesquisa do Dieese, o pre\u00e7o m\u00e9dio de tr\u00eas quilos do produto custava R$ 4,25, passando para R$ 7,98 em junho de 2013 at\u00e9 ficar em R$ 6,62, em outubro, n\u00e3o retornando para os patamares anteriores.    A cheia na Regi\u00e3o Norte e a forte seca no Nordeste prejudicaram a produ\u00e7\u00e3o e resultaram na eleva\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do produto em quase 140%, em 12 meses, de janeiro de 2012 a janeiro de 2012. Com esses dois fatores a farinha, tornou-se produto caro e escasso na mesa da popula\u00e7\u00e3o local. No Amazonas, o consumo m\u00e9dio \u00e9 de 3 quilos (kg), o dobro de outras regi\u00f5es, aponta o Dieese. Apesar da alta demanda, a prefer\u00eancia come\u00e7a a ceder. O consumo caiu de 38,5% nos \u00faltimos anos, segundo a Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).    De acordo com os dados da Secretaria de Estado de Produ\u00e7\u00e3o Rural (Sepror), com o pre\u00e7o a R$ 5, o produtor apura R$ 15 mil com essa produ\u00e7\u00e3o. Uma tonelada, em m\u00e9dia, \u00e9 consumida pela fam\u00edlia. A segunda parte o produtor utiliza para a manuten\u00e7\u00e3o, compra de material, pagamento de empr\u00e9stimo e sobra uma tonelada, que rende R$ 5 mil para todo o ano, o que gera uma renda de aproximadamente R$ 400.    O secret\u00e1rio da Sepror, Eron Bezerra, admite que a produ\u00e7\u00e3o artesanal tradicional \u00e9 ineficiente para atender \u00e0 demanda. \u201cSe o produtor tiver um faturamento sobre 30 toneladas, o lucro ser\u00e1 referente a 5 toneladas de farinha ou R$ 25 mil. S\u00f3 assim vale a pena produzir, por isso eles est\u00e3o abrindo m\u00e3o dessas produ\u00e7\u00f5es caseiras\u201d, disse. Segundo Bezerra, a variedade Purus rende 30 toneladas de raiz de mandioca por hectare enquanto as variedades convencionais d\u00e3o em torno de 12 toneladas. O tipo tradicional rende apenas tr\u00eas toneladas de farinha, com 25% do aproveitamento da raiz da mandioca. A tend\u00eancia \u00e9 estabilizar o pre\u00e7o do quilo em R$ 5 a R$ 6, estima o secret\u00e1rio, com a planta\u00e7\u00e3o de mais 20 mil hectares no ano passado, safra que come\u00e7a a ser colhida. \u201cIsso deve reduzir o pre\u00e7o com aumento da oferta\u201d, explica.    Em mar\u00e7o, a Companhia de Recursos Minerais (CPRM) far\u00e1 a estimativa oficial da cheia do pr\u00f3ximo ano e, conforme resultado, os pre\u00e7os podem ser afetados. \u201cA mandioca \u00e9 plantada em terrenos firmes e v\u00e1rzeas altas, somente se a cheia for muito grande atinge essas produ\u00e7\u00f5es\u201d, explica o secret\u00e1rio. Fonte: D24am online<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos produtos mais consumidos pela popula\u00e7\u00e3o do Amazonas, a farinha de mandioca dobra de pre\u00e7o a cada ano. Em 2013, a varia\u00e7\u00e3o acumulada at\u00e9 outubro j\u00e1 \u00e9 de 93%, segundo a pesquisa do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). Em 2012, a alta foi de 90,5%.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-33007","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33007","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33007"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33007\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33007"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33007"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33007"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}