{"id":33049,"date":"2013-12-26T17:27:45","date_gmt":"2013-12-26T17:27:45","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"amazonas-avanca-para-se-tornar-um-estado-livre-da-febre-aftosa-33049","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/amazonas-avanca-para-se-tornar-um-estado-livre-da-febre-aftosa-33049\/","title":{"rendered":"Amazonas avan\u00e7a para se tornar um Estado livre da febre aftosa"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not131226essa.jpg\" \/><br \/>Para o secret\u00e1rio de Produ\u00e7\u00e3o Rural, Eron Bezerra, o novo status \u00e9 o   \u00faltimo est\u00e1gio para o Amazonas ser reconhecido como Estado livre de   febre aftosa. \u201cO status \u00e9 fruto do trabalho de defesa sanit\u00e1ria feita   pela Sepror e os \u00f3rg\u00e3os ligados a secretaria e principalmente do   investimento do Governo do Amazonas nas campanhas de vacina\u00e7\u00e3o contra a   doen\u00e7a e de todo acompanhamento t\u00e9cnico que os pecuaristas recebem\u201d,   destaca.  O rebanho do Amazonas, segundo dados da Ag\u00eancia de Defesa   Agropecu\u00e1ria e Florestal do Amazonas (ADAF), corresponde a   aproximadamente 1,5 milh\u00e3o de cabe\u00e7as de gado.  O novo status que o Estado receber\u00e1 foi publicado no Di\u00e1rio Oficial   da Uni\u00e3o desta semana por meio da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 28, assinada   pelo secret\u00e1rio de Defesa Agropecu\u00e1ria do MAPA, Rodrigo Figueiredo.  Estado livre da doen\u00e7a &#8211;   Atualmente, dois munic\u00edpios do Amazonas s\u00e3o reconhecidos pelo MAPA e   pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) como livres de febre   aftosa com vacina\u00e7\u00e3o. S\u00e3o eles os munic\u00edpios de Boca do Acre e Guajar\u00e1   que possuem, respectivamente, 346.015 e 35.093 cabe\u00e7as de gado. Ainda,   de acordo com o MAPA, partes dos munic\u00edpios de Canutama e L\u00e1brea tamb\u00e9m   j\u00e1 s\u00e3o reconhecidas com o status livre de febre aftosa com vacina\u00e7\u00e3o.   Para o MAPA o Estado do Amazonas deve receber, em sua totalidade, o   status livre de febre aftosa j\u00e1 no pr\u00f3ximo ano.  Febre Aftosa \u2013 A febre aftosa \u00e9 uma doen\u00e7a viral   altamente contagiosa que afeta animais como bovinos de leite e de corte e   os su\u00ednos. A doen\u00e7a foi detectada no Amazonas em 2004, no munic\u00edpio do   Careiro. Por conta desse foco o Brasil amargou preju\u00edzos econ\u00f4micos   irrevers\u00edveis. Foi proibido de exportar carne bovina e qualquer produto   agr\u00edcola. \u00c0 \u00e9poca o status do Estado era de \u201crisco desconhecido\u201d.  \u201cEsse \u00e9 o pior status sanit\u00e1rio que existe. Hoje conseguimos evoluir   para risco m\u00e9dio e at\u00e9 2014 deveremos conquistar o t\u00e3o sonhado status de   \u00e1rea livre de aftosa. \u00c9 uma conquista muito grande que estamos obtendo   nesse curto espa\u00e7o de tempo\u201d, reiterou Eron. Para Eron Bezerra, que assumiu a Secretaria em 2007, o surgimento da   doen\u00e7a, em 2004, foi resultado da desativa\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de defesa   sanit\u00e1ria animal e vegetal no Amazonas, por conta da extin\u00e7\u00e3o da Sepror   em 1995, pelo ent\u00e3o Governador Amazonino Mendes. A Sepror foi recriada   em 2003 pelo ex-governador Eduardo Braga \u2013 ap\u00f3s 8 anos de desativa\u00e7\u00e3o.  Um dos esfor\u00e7os do Governo do Amazonas para fortalecer o setor   prim\u00e1rio e evitar preju\u00edzos econ\u00f4micos para o Estado e consequentemente   para o Pa\u00eds, como ocorreu em 2004, \u00e9 subsidiar a vacinar. O Estado \u00e9 o   \u00fanico do Pa\u00eds a comprar vacina e repassar ao produtor com subs\u00eddio. O   produtor paga apenas R$ 0,60 centavos por dose de vacina. \u201cEste Governo   reconhece a import\u00e2ncia do setor prim\u00e1rio para a economia do Amazonas,   por isso, n\u00e3o mede esfor\u00e7os para conquistar o status de Estado livre de   febre aftosa. A contrapartida da vacina \u00e9 justamente para garantirmos   uma cobertura vacinal de 100% e consequentemente o t\u00e3o sonhado status\u201d,   ressalta o secret\u00e1rio.  Campanhas de vacina\u00e7\u00e3o &#8211; Anualmente o Governo do   Estado, por meio da Sepror, realiza a campanha de vacina\u00e7\u00e3o contra a   febre aftosa que \u00e9 dividida em duas etapas.  Na primeira fase \u2013 que aconteceu de 15 de mar\u00e7o a 30 de abril e de 01 a   31 de maio \u2013 foram alcan\u00e7ados 91.32% do rebanho do Amazonas. O   percentual corresponde a aproximadamente 1.006.291 bovinos vacinados.  A segunda fase da vacina\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em setembro entre as comunidades   de \u00e1rea de v\u00e1rzea e envolveu 41 munic\u00edpios das regi\u00f5es dos rios Solim\u00f5es   e Amazonas. Neste m\u00eas de novembro a campanha chegou a 21 munic\u00edpios de   terra firme. A meta, segundo a ADAF, \u00e9 vacinar mais de 743.934 bovinos. A   segunda fase da campanha termina no final do m\u00eas de novembro. O alcance   desta etapa deve ser divulgado na segunda quinzena do m\u00eas de dezembro. A   expectativa \u00e9 garantir a cobertura vacinal de 100% do rebanho. Fonte: IDAM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Amazonas deu um grande passo para se tornar um Estado livre de febre aftosa e receber\u00e1 do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA) na sexta-feira, 29, o status de \u201crisco m\u00e9dio\u201d. O an\u00fancio ser\u00e1 feito pelo ministro da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, Ant\u00f4nio Eust\u00e1quio Andrade, por meio de videoconfer\u00eancia, no audit\u00f3rio da sede da Secretaria de Estado da Produ\u00e7\u00e3o Rural (Sepror), localizada na Avenida Buriti, n\u00ba 1850, bairro Distrito, a partir de 11h.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-33049","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33049","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33049"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33049\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33049"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33049"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33049"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}