{"id":33078,"date":"2014-01-28T12:01:30","date_gmt":"2014-01-28T12:01:30","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"fruto-da-amazonia-rico-em-vitamina-c-e-utilizado-em-dietas-detox-33078","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/fruto-da-amazonia-rico-em-vitamina-c-e-utilizado-em-dietas-detox-33078\/","title":{"rendered":"Fruto da Amaz\u00f4nia rico em vitamina C \u00e9 utilizado em dietas detox"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not140128camu.jpg\" \/><br \/>Atualmente, ganhou status de superfood, sendo conhecida e at\u00e9 comercializada na forma de produtos industrializados no exterior, al\u00e9m de ser usada em dietas desintoxicantes.  Quem j\u00e1 descobriu os potenciais da frutinha amaz\u00f4nica \u00e9 a personal chef mineira, Carol Stoffella. Formada em gastronomia, ela trabalha com atendimentos personalizados, no qual prepara pratos de dieta detox para suas clientes.  Segundo ela, o camu-camu j\u00e1 \u00e9  bastante conhecido nos Estados Unidos e Jap\u00e3o, lugares onde \u00e9 consumido nas formas de c\u00e1psula, em p\u00f3 ou sumo. \u201cComo n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de encontrar por aqui, costumo usar mais quando algum amigo traz de fora\u201d, explica.  Bacuri, a\u00e7a\u00ed e cupua\u00e7u s\u00e3o outros tipos de frutas amaz\u00f4nicas que ela integra com frequ\u00eancia aos seus pratos \u2013 especialmente os que n\u00e3o v\u00e3o ao fogo, para conservar os nutrientes.  Ela ainda indica algumas combina\u00e7\u00f5es que podem ser feitas com o camu-camu em p\u00f3: sucos de vegetais com frutas e smoothies (sucos mais cremosos) com banana congelada. \u201cPor conta do gosto forte, costumo combin\u00e1-lo com frutas mais doces, para agradar a todos os paladares\u201d.  ESTUDOS  A nutricionista e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa), Dra. Dion\u00edsia Nagahama conta que a fruta j\u00e1 tinha sido identificada nos anos 60, mas come\u00e7ou a ser estudada mais intensamente a partir da metade dos anos 90, justamente por conta do grande teor de \u00e1cido asc\u00f3rbico.  \u201c\u00c9 um antioxidante de primeira ordem. A lista de benef\u00edcios \u00e9 extensa: al\u00e9m de contribuir para a redu\u00e7\u00e3o dos lip\u00eddios no organismo, o camu-camu n\u00e3o permite que placas de gordura se depositem nos vasos sangu\u00edneos e tamb\u00e9m \u00e9 um agente eficaz no combate a inflama\u00e7\u00f5es, alergias, micr\u00f3bios e v\u00edrus\u201d, enumera. De acordo com a Dra. Nagahama, a fruta ainda ajuda a diminuir os riscos de doen\u00e7as cr\u00f4nicas como as cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de c\u00e2ncer. \u201cO camu-camu tamb\u00e9m tem baixa concentra\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica, o que o torna uma excelente op\u00e7\u00e3o para pessoas que precisam emagrecer\u201d, acrescenta a pesquisadora. \u201cEle contribui no teor de fibra alimentar, promovendo a sensa\u00e7\u00e3o de saciedade. Ao mesmo tempo, aumenta o volume do bolo fecal no intestino e melhora os movimentos perist\u00e1lticos, o que \u00e9 excelente para quem sofre de constipa\u00e7\u00e3o\u201d.  CAR\u00caNCIA  Segundo a Dra. Nagahama, o camu-camu pode ser encontrado nas feiras do Cigs, Coroado, Manaus Moderna e Panair. A fruta, inclusive, est\u00e1 sendo melhorada geneticamente para cultivo em terra firme. \u201cPor ser um fruto original de terra alagada, acredito que este seja o motivo da escassez nos outros mercados, ao contr\u00e1rio da jabuticaba, que cresce em terra firme\u201d, declara.\u00a0Fonte: Ci\u00eancia em Pauta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De apar\u00eancia diminuta, o camu-camu mede de 10 a 32 mm de di\u00e2metro e nasce em \u00e1reas alagadi\u00e7as da Amaz\u00f4nia. Mas, a iguaria que normalmente virava comida ou isca para peixe, desbancou a acerola e assumiu o posto de fruta brasileira com a maior concentra\u00e7\u00e3o de vitamina C.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-33078","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33078","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33078"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33078\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33078"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33078"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33078"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}