{"id":33111,"date":"2014-02-11T14:23:33","date_gmt":"2014-02-11T14:23:33","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"noticias-carbono-da-mais-fibra-aos-avioes-33111","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/noticias-carbono-da-mais-fibra-aos-avioes-33111\/","title":{"rendered":"Not\u00edcias Carbono d\u00e1 mais fibra aos avi\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not140211aviao_1(6).jpg\" \/><br \/>Quanto mais pesado um avi\u00e3o \u00e9, mais combust\u00edvel ele gasta. E quanto mais   combust\u00edvel ele gasta, mais cara fica sua opera\u00e7\u00e3o, o que significa   passagens mais caras para o p\u00fablico e menos possibilidades de ganhos   para as companhias.     Cada quilograma a menos no peso de um avi\u00e3o significa uma economia de   cerca de US$ 1 milh\u00e3o em custos ao longo do tempo de vida de uma   aeronave &#8211; e o uso de comp\u00f3sitos e fibras artificiais pode reduzir o   peso de uma aeronave em at\u00e9 20%.     O esfor\u00e7o para melhorar a efici\u00eancia de combust\u00edvel e aumentar o   desempenho aerodin\u00e2mico dos avi\u00f5es est\u00e1 levando os projetistas e   engenheiros a fugir das fuselagens met\u00e1licas.     A sa\u00edda mais imediata \u00e9 fabricar componentes de fibra de carbono, que s\u00e3o mais leves do que pe\u00e7as similares feitas de alum\u00ednio.     \u00c9 claro que, desde meados da d\u00e9cada de 1970, alguns avi\u00f5es civis j\u00e1 incorporavam a fibra de carbono em suas fuselagens.     Mas a mudan\u00e7a agora \u00e9 mais radical.     O uso de fibra de carbono j\u00e1 permitiu, por exemplo, a cria\u00e7\u00e3o de pontas   das asas curvas, o que pode reduzir o consumo de combust\u00edvel em at\u00e9 5%.     Atualmente, o 787 Dreamliner da Boeing usa comp\u00f3sitos em metade da sua   fuselagem, enquanto o Airbus A350 XWB tem sua fuselagem e asas feitas de   fibra de carbono. Nem tudo d\u00e1 certo na primeira vez, mas os desafios   est\u00e3o sendo vencidos aos poucos, fazendo o esfor\u00e7o valer a pena.Novos formatos de avi\u00f5es     A grande vantagem do uso de fibra de carbono em lugar do metal   tradicional \u00e9 que os projetistas t\u00eam muito mais liberdade ao tentar   equilibrar as demandas conflitantes de efici\u00eancia aerodin\u00e2mica, economia   de combust\u00edvel e redu\u00e7\u00e3o do ru\u00eddo dos motores.     Isto est\u00e1 fazendo os engenheiros sonharem com uma apar\u00eancia radicalmente diferente para seus futuros avi\u00f5es.     Esses novos formatos incluem projetos onde a fuselagem e as asas se fundem &#8211; s\u00e3o as asas voadoras, ou avi\u00f5es-asa.     Esse design pode melhorar significativamente a propor\u00e7\u00e3o   sustenta\u00e7\u00e3o-arrasto de um avi\u00e3o, tornando-o aerodinamicamente mais   eficiente e reduzindo o seu peso por passageiro transportado.     A pr\u00f3pria Airbus j\u00e1 possui um conceito futurista de avi\u00e3o que vai exigir fugir do tradicional projeto tubo com asas.     Mais radical, e um pouco mais distante no futuro, est\u00e1 o SpaceLiner, o avi\u00e3o hipers\u00f4nico europeu.Avi\u00f5es de fibra de carbono     Antes disso, por\u00e9m, as fibras de carbono j\u00e1 est\u00e3o permitindo avan\u00e7os.     Com a flexibilidade no projeto, as turbinas ficar\u00e3o mais embutidas no   corpo do avi\u00e3o, algo que est\u00e1 sendo permitido tamb\u00e9m pela maior   confiabilidade dos motores, com as equipes de terra precisando   acess\u00e1-los menos frequentemente para manuten\u00e7\u00e3o.     Ainda n\u00e3o se sabe exatamente como ser\u00e3o os avi\u00f5es do futuro, mas o fato \u00e9   que os novos materiais, mais leves e mais resistentes do que os metais,   ter\u00e3o neles um papel crucial.Fonte: Instituto de Engenharia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando se trata de avi\u00f5es, peso \u00e9 dinheiro.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-33111","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33111","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33111"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33111\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}