{"id":33191,"date":"2014-06-04T14:16:03","date_gmt":"2014-06-04T14:16:03","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"caso-ritmo-de-subida-do-rio-negro-continue-reduzindo-cheia-pode-chegar-ao-fim-no-am-33191","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/caso-ritmo-de-subida-do-rio-negro-continue-reduzindo-cheia-pode-chegar-ao-fim-no-am-33191\/","title":{"rendered":"Caso ritmo de subida do rio Negro continue reduzindo, cheia pode chegar ao fim no AM"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not140604jyfyft.gif\" \/><br \/>O rio Negro subiu apenas um cent\u00edmetro nesta ter\u00e7a-feira (03) e chegou \u00e0 marca de 29,40 metros. Segundo o superintendente do Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM), Marco Oliveira, se no decorrer da semana o volume de \u00e1gua continuar subindo nesse ritmo mais lento, ser\u00e1 poss\u00edvel afirmar que o per\u00edodo de enchente est\u00e1 finalizando.\u00a0Na semana passada, o CPRM divulgou que, em 2014, o rio Negro deve atingir a cota m\u00e1xima de 29,60 metros, a partir da primeira semana do m\u00eas de junho. A marca deste ano, por\u00e9m, ultrapassar\u00e1 em 27 cent\u00edmetros o volume m\u00e1ximo do ano passado, que foi de 29,33 metros.De acordo com o superintendente, a enchente do rio Negro foi influenciada pela cheia no rio Madeira. \u201cO volume das \u00e1guas atingiu primeiro a regi\u00e3o do Baixo Amazonas (sul do Estado), causando situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia em alguns munic\u00edpios e depois atingiu Careiro e Manaus\u201d.    Pr\u00f3s e Contras    Se para algumas pessoas a cheia \u00e9 sin\u00f4nimo de preju\u00edzo, como o vendedor de caf\u00e9 da manh\u00e3 Luiz Lima, 66, que diz j\u00e1 ter perdido 50% dos clientes desde que a \u00e1gua do rio Negro atingiu a rua dos Bar\u00e9s, no Centro, para os irm\u00e3os Raul Sena, 10, e Rauan Sena, 9, a enchente \u00e9 divers\u00e3o garantida.    Moradores da rua Frei Jos\u00e9 dos Inocentes, bairro Centro, os meninos aproveitam a subida das \u00e1guas para pescar na rua de casa. Segundo Raul, como estudam \u00e0 tarde, os irm\u00e3o acordam cedo para a aproveitar a manh\u00e3 de pescaria, que rende desde o famoso tucunar\u00e9 at\u00e9 o tradicional jaraqui. \u201cN\u00f3s gostamos de brincar de outras coisas, mas pescar \u00e9 sempre muito legal\u201d, diz o menino. Rauan conta que, todos os dias, eles conseguem pescar de dois a tr\u00eas peixes.    E engana-se quem pensa que os irm\u00e3os, depois que pescam, correm para colocar o peixe na panela. De acordo com a m\u00e3e das crian\u00e7as, Neliane de Sena, 29, os meninos levam o peixe pra casa e colocam dentro de uma bacia com \u00e1gua e s\u00f3 deixam a familia degustar os peixes depois que eles morrem. \u201cPara eles \u00e9 um pr\u00eamio conseguir pescar praticamente na porta de casa e eles mostram para todo mundo que chega o que conseguiram\u201d, explicou.    Segundo Neliane, \u00e9 muito bom ver que os filhos gostam de fazer atividades longe da televis\u00e3o e do video-game, pois com o avan\u00e7o da tecnologia, as crian\u00e7as deixaram de se interessar por brincadeiras que antes eram muito comuns. \u201cAqui na regi\u00e3o pescar \u00e9 uma coisa muito comum e fico feliz que meus filhos tenham esse contato, mesmo que seja somente no per\u00edodo da enchente\u201d, acrescentou a m\u00e3e dos meninos.Os irm\u00e3os disseram que os dois peixes pescados ontem ser\u00e3o servidos no almo\u00e7o de hoje, fritos, com feij\u00e3o e arroz, prato que, segundo Raul e Rauan, \u00e9 um dos preferidos deles. Fonte: Portal Acr\u00edtica.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A afirma\u00e7\u00e3o parte do superintendente do Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM), Marco Oliveira, ap\u00f3s a subida de apenas um cent\u00edmetro registrada nesta ter\u00e7a-feira (03)<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-33191","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33191","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33191"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33191\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33191"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33191"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33191"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}