{"id":33922,"date":"2017-09-15T14:42:53","date_gmt":"2017-09-15T14:42:53","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"alface-a-venda-em-mercado-de-manaus-e-inadequada-para-consumo-33922","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/alface-a-venda-em-mercado-de-manaus-e-inadequada-para-consumo-33922\/","title":{"rendered":"Alface \u00e0 venda em mercado de Manaus  \u00e9 inadequada para consumo"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/img\/upload\/not1505500968.jpg\" \/><br \/>Pesquisa realizada, em mercado situado na \u00e1rea central de Manaus, revela que alfaces vendidas no local s\u00e3o inadequadas para consumo. Foram constatados microrganismos acima do permitido pela legisla\u00e7\u00e3o vigente. As condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de funcionamento da feira s\u00e3o apontadas como a principal causa.<br \/>\n\u00a0Apresentado, nesta semana, no Congresso Brasileiro de Agronomia (CBA), o estudo baseou-se em um levantamento feito junto a feirantes, para avaliar boas pr\u00e1ticas de fabrica\u00e7\u00e3o e manuseio das hortali\u00e7as. Tamb\u00e9m foram realizadas an\u00e1lises microbiol\u00f3gicas das alfaces vendidas em alguns boxes.<br \/>\n\u201cColetamos as amostras em sacos pl\u00e1sticos est\u00e9reis, acondicionamos em caixa de isopor e encaminhamos o Laborat\u00f3rio de Microbiologia\u201d, explica a pesquisadora-orientadora do estudo, engenheira agr\u00f4noma,\u00a0 Doutora e\u00a0 conselheira do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM), Eyde Cristianne Saraiva Bonatto.\u00a0 A pesquisa foi desenvolvida pelo acad\u00eamico do curso de Agronomia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Rafael Koide, com contribui\u00e7\u00f5es da acad\u00eamica de Agronomia Giulia Sanches, da engenheira agr\u00f4noma\u00a0 Gra\u00e7as Saraiva e do engenheiro de alimentos Victor Lamar\u00e3o.<br \/>\nSegundo Eyde Bonnato, verificou-se que os boxes selecionados para pr\u00e1tica do estudo n\u00e3o atendem 50% dos itens avaliados, quanto \u00e0s instala\u00e7\u00f5es e h\u00e1bitos higi\u00eanicos dos manipuladores, evidenciando as prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es de funcionamento do mercado.\u00a0 Com rela\u00e7\u00e3o ao resultado dos testes de laborat\u00f3rio, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais preocupante, com a constata\u00e7\u00e3o de coliformes, com a exposi\u00e7\u00e3o das alfaces a diferentes temperaturas.<br \/>\nCom o resultado da pesquisa ser\u00e3o feitas a\u00e7\u00f5es educativas junto aos feirantes. De acordo com a pesquisadora, muitas a\u00e7\u00f5es educativas podem e devem ser implantadas por \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, al\u00e9m das pr\u00f3prias administra\u00e7\u00f5es de feiras e mercados, contudo, isso praticamente n\u00e3o acontece. \u201cAssim, n\u00e3o se pode atribuir culpa a vendedores e produtores em sua totalidade\u201d, advertiu.<br \/>\nO consumo de frutas e hortali\u00e7as tem crescido nos \u00faltimos anos. S\u00e3o ben\u00e9ficos ao organismo, atuando no desenvolvimento e regula\u00e7\u00e3o org\u00e2nica do corpo, uma vez que fornecem alto teor de vitaminas, sais minerais, fibra e aporte cal\u00f3rico baixo. No caso da alface, tornou-se uma das hortali\u00e7as mais cultivadas no mundo, sendo que suas folhas est\u00e3o sujeitas \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias, oriundas de diferentes fontes de contamina\u00e7\u00e3o, por isso, da decis\u00e3o de estudar as condi\u00e7\u00f5es de armazenamento, exposi\u00e7\u00e3o e venda desse item em estabelecimento da cidade.<br \/>\n\u00a0<br \/>\nFonte: Acom Crea-AM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 o que revela pesquisa produzida por uma equipe de pesquisadores da \u00e1rea de Engenharia Agron\u00f4mica, da Faculdade de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-33922","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33922","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33922"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33922\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33922"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33922"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33922"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}