{"id":49687,"date":"2021-11-11T16:27:50","date_gmt":"2021-11-11T20:27:50","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/?p=49687"},"modified":"2021-11-11T16:28:38","modified_gmt":"2021-11-11T20:28:38","slug":"capacidade-de-armazenagem-agricola-sobe-no-primeiro-semestre-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/capacidade-de-armazenagem-agricola-sobe-no-primeiro-semestre-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Capacidade de armazenagem agr\u00edcola sobe no primeiro semestre, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_49689\" style=\"width: 409px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-49689\" class=\" wp-image-49689\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/areia-300x179.jpg\" alt=\"\" width=\"399\" height=\"238\" \/><p id=\"caption-attachment-49689\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Claudio Neves\/Portos do Paran\u00e1<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A capacidade dispon\u00edvel de armazenagem agr\u00edcola no Brasil atingiu 180,6 milh\u00f5es de toneladas no primeiro semestre deste ano, volume 2,5% superior ao do per\u00edodo anterior. O n\u00famero de estabelecimentos de armazenamento cresceu 2,5% em rela\u00e7\u00e3o ao segundo semestre de 2020, e o maior n\u00famero deles est\u00e1 no Rio Grande do Sul (2.112), seguido por Mato Grosso (1.363) e Paran\u00e1 (1.334).<\/p>\n<p>Com 44,4 milh\u00f5es de toneladas, o estado de Mato Grosso \u00e9 tamb\u00e9m o que tem a maior capacidade de armazenagem do pa\u00eds. O Rio Grande do Sul e o Paran\u00e1 t\u00eam capacidade de 34,3 milh\u00f5es\u00a0de toneladas e 32,6 milh\u00f5es de toneladas, respectivamente, e o silo \u00e9 predominante nesses estados. Esses s\u00e3o dados da Pesquisa de Estoques, de janeiro a junho deste ano, divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1427270&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1427270&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>O estoque de produtos agr\u00edcolas somou 59,2 milh\u00f5es de toneladas, com eleva\u00e7\u00e3o de 12% ante ao 52,9 milh\u00f5es de toneladas de 30 de junho do ano passado. Entre janeiro e junho de 2021, o n\u00famero de estabelecimentos aumentou nas regi\u00f5es Sul (5,7%), Nordeste (3,8%) e Norte (1,7%) e caiu nas regi\u00f5es Sudeste e Centro-Oeste, 1,1% e 0,6%, respectivamente.<\/p>\n<p>Entre os cinco principais produtos agr\u00edcolas existentes nas unidades armazenadoras, os estoques de soja s\u00e3o os que t\u00eam maior volume (36,7 milh\u00f5es de toneladas), seguidos pelos de milho (11,4 milh\u00f5es), arroz (5,5 milh\u00f5es), trigo (2,4 milh\u00f5es) e caf\u00e9 (1,0 milh\u00e3o). Na soja, o crescimento nos estoques, nos primeiros seis meses do ano, representou 19,3%; no de arroz, 33,8%; no de trigo, 29,3%; e no de caf\u00e9, 14% frente ao primeiro semestre de 2020. O estoque de milho, no entanto, caiu 14,2%.<\/p>\n<p>Esses produtos constituem 96,2% do total estocado entre os monitorados por esta pesquisa. Os 3,8% restantes s\u00e3o compostos por algod\u00e3o, feij\u00e3o preto, feij\u00e3o de cor e outros gr\u00e3os e sementes.<\/p>\n<h2>Silos<\/h2>\n<p>O IBGE informou que os silos predominam no pa\u00eds, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade \u00fatil armazen\u00e1vel. No primeiro semestre, armazenaram 90,4 milh\u00f5es de toneladas, o que equivale a 50,0% da capacidade \u00fatil total. Na compara\u00e7\u00e3o com o segundo semestre de 2020, a capacidade dos silos subiu 3,6%.<\/p>\n<p>Os armaz\u00e9ns graneleiros e granelizados chegaram a 67,7 milh\u00f5es de toneladas de capacidade \u00fatil armazen\u00e1vel. Isso \u00e9 2,4% superior ao volume registrado no per\u00edodo anterior. Conforme o IBGE, este tipo de armazenagem \u00e9 respons\u00e1vel por 37,5% do total zenagem nacional.<\/p>\n<p>J\u00e1 os armaz\u00e9ns convencionais, estruturais e infl\u00e1veis, alcan\u00e7aram 22,5 milh\u00f5es de toneladas. O n\u00famero \u00e9 um recuo de 1,6% em rela\u00e7\u00e3o ao segundo semestre de 2020. Segundo o \u00f3rg\u00e3o, esses estabelecimentos contribuem com 12,5% da capacidade total de armazenagem.<\/p>\n<h2>Regi\u00f5es<\/h2>\n<p>Entre as regi\u00f5es, o Sul predomina, sendo respons\u00e1vel por 62,7% da capacidade armazenadora da regi\u00e3o e 50,3% da capacidade total de silos do pa\u00eds. No Centro-Oeste, com 54,0% da capacidade da regi\u00e3o, os silos t\u00eam rela\u00e7\u00e3o com os do tipo graneleiros e granelizados que aparecem com mais intensidade e 55,9% da capacidade total.<\/p>\n<p>J\u00e1 os armaz\u00e9ns convencionais, estruturais e infl\u00e1veis est\u00e3o em grande parte da Regi\u00e3o Sul (34,9%), seguido pela Regi\u00e3o Sudeste (31,5%). Juntas, as duas regi\u00f5es correspondem a 66,4% da capacidade total deste tipo de armaz\u00e9ns no pa\u00eds.<\/p>\n<h2>Estabelecimentos<\/h2>\n<p>A pesquisa apontou alta de 2,5% no n\u00famero de estabelecimentos ativos, que chegaram a 8 098 no primeiro semestre de 2021 em rela\u00e7\u00e3o ao segundo semestre do ano passado.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Sul, Nordeste e Norte tiveram alta de 5,7%, 3,8% e 1,7%, respectivamente, no n\u00famero de estabelecimentos. Em movimento contr\u00e1rio, as regi\u00f5es Sudeste e Centro-Oeste registraram recuo de 1,1% e 0,6%.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 44,4 milh\u00f5es de toneladas, o estado de Mato Grosso \u00e9 tamb\u00e9m o que tem a maior capacidade de armazenagem do pa\u00eds. O Rio Grande do Sul e o Paran\u00e1 t\u00eam capacidade de 34,3 milh\u00f5es\u00a0de toneladas e 32,6 milh\u00f5es de toneladas, respectivamente, e o silo \u00e9 predominante nesses estados. Esses s\u00e3o dados da Pesquisa de Estoques, de janeiro a junho deste ano, divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":49689,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[104],"tags":[],"class_list":["post-49687","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49687","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49687"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49687\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49727,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49687\/revisions\/49727"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49689"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49687"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49687"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49687"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}