{"id":52288,"date":"2022-02-24T16:49:37","date_gmt":"2022-02-24T20:49:37","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/?p=52288"},"modified":"2022-02-24T16:49:37","modified_gmt":"2022-02-24T20:49:37","slug":"concreto-marciano-poderia-ser-util-tanto-em-marte-quanto-na-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/concreto-marciano-poderia-ser-util-tanto-em-marte-quanto-na-terra\/","title":{"rendered":"\u201cConcreto marciano\u201d poderia ser \u00fatil tanto em Marte quanto na Terra"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_52289\" style=\"width: 486px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-52289\" class=\" wp-image-52289\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/solo-marciano-300x165.jpg\" alt=\"\" width=\"476\" height=\"262\" \/><p id=\"caption-attachment-52289\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Uma conversa informal levou um pesquisador da Universidade de Canterbury (UC), na\u00a0Inglaterra, a passar anos estudando como construir em Marte. No bate-papo, o professor associado de engenharia Allan Scott e o professor de geologia Chris Oze, ambos da Occidental College, nos\u00a0EUA, refletiam sobre quais materiais estariam dispon\u00edveis no planeta vermelho para fazer concreto.<\/p>\n<p>Para obter o concreto \u201cterrestre\u201d, \u00e9 necess\u00e1rio cimento Portland, que \u00e9 produzido pelo aquecimento do calc\u00e1rio para eliminar o CO2. O cimento \u00e9 misturado com areia, pedra e\u00a0\u00e1gua\u00a0para fabricar o concreto.<\/p>\n<h2 id=\"h-falta-calcario-em-marte\"><strong>Falta calc\u00e1rio em Marte<\/strong><\/h2>\n<p>\u201cInfelizmente, em Marte n\u00e3o h\u00e1 muito calc\u00e1rio, ent\u00e3o estamos procurando maneiras alternativas de encontrar algum tipo de aglutinador\u201d, diz Scott. \u201cO \u2018marscrete\u2019 pode ser referido como uma gama de diferentes materiais que poderiam ser usados em Marte essencialmente a partir de ingredientes locais\u201d.<\/p>\n<p>Para isso, a equipe tem pesquisado o uso de rochas bas\u00e1lticas que podem ser encontradas na Terra e em Marte. De acordo com Scott, \u00f3xido de magn\u00e9sio e s\u00edlica podem ser extra\u00eddos da rocha bas\u00e1ltica, para uma combina\u00e7\u00e3o desses elementos com o objetivo de fazer uma pasta com propriedades semelhantes ao cimento.<\/p>\n<h2 id=\"h-instalacoes-simulam-ambiente-marciano\"><strong>Instala\u00e7\u00f5es simulam ambiente marciano<\/strong><\/h2>\n<p>Segundo Scott, a equipe est\u00e1 usando as instala\u00e7\u00f5es de teste da Universidade de Canterbury para alcan\u00e7ar temperaturas pr\u00f3ximas a -86\u00b0C, enquanto simulam condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas criando um v\u00e1cuo dentro do laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cTudo o que estamos tentando fazer \u00e9 simular um ambiente como Marte sem realmente estar l\u00e1\u201d, diz ele.<\/p>\n<div class=\"intext-denakop\"><\/div>\n<p>Quando Scott come\u00e7ou sua pesquisa havia poucos estudos focados em materiais espaciais para constru\u00e7\u00e3o, mas o interesse no campo cresceu com a realidade potencial de um produto \u00fatil se aproximando.<\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o desse conhecimento aqui na Terra pode ajudar a salvar o planeta. \u201cA principal coisa que a equipe descobriu \u00e9 que o uso de rocha bas\u00e1ltica em vez de cimento tradicional pode ajudar a reduzir a pegada de carbono do concreto na Terra\u201d, diz ele. \u201cO cimento \u00e9 \u00f3timo, mas contribui para cerca de 8 a 10% das emiss\u00f5es globais de CO2. H\u00e1 um empurr\u00e3o para reduzir isso e o material tem alguma promessa nesta \u00e1rea\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: Olhar Digital.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cimento \u00e9 misturado com areia, pedra e\u00a0\u00e1gua\u00a0para fabricar o concreto<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":52289,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[146],"tags":[],"class_list":["post-52288","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52288","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52288"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52288\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":52290,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52288\/revisions\/52290"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/52289"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52288"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52288"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52288"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}