{"id":55327,"date":"2022-07-08T15:45:46","date_gmt":"2022-07-08T19:45:46","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/?p=55327"},"modified":"2022-07-08T15:47:43","modified_gmt":"2022-07-08T19:47:43","slug":"pesquisa-aponta-crescimento-industrial-em-11-estados-em-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/pesquisa-aponta-crescimento-industrial-em-11-estados-em-maio\/","title":{"rendered":"Pesquisa aponta crescimento industrial em 11 estados em maio"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_55328\" style=\"width: 753px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-55328\" class=\" wp-image-55328\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/industria1.jpg\" alt=\"\" width=\"743\" height=\"445\" \/><p id=\"caption-attachment-55328\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Ag\u00eancia Brasil\/Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial de 11 dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) cresceu em maio, quando o \u00edndice nacional avan\u00e7ou 0,3%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que divulgou hoje (8) os resultados, as maiores altas ocorreram no Amazonas (6,6%) e em Mato Grosso (4,6%).<\/p>\n<p>Cear\u00e1 (3,2%), Goi\u00e1s (3,2%), Esp\u00edrito Santo (2,8%), Santa Catarina (1,6%) e Rio Grande do Sul (0,7%) tamb\u00e9m registraram avan\u00e7os acima da m\u00e9dia nacional (0,3%). O principal destaque, no entanto, foi o Paran\u00e1, com eleva\u00e7\u00e3o de 3,5%. Segundo o analista da pesquisa, Bernardo Almeida, depois de cair 4,1% em abril, o Paran\u00e1 foi a maior influ\u00eancia positiva sobre o resultado nacional em maio.<\/p>\n<p>\u201cCom o resultado, o estado consegue quase eliminar a perda no m\u00eas anterior. O setor de alimentos foi o que mais influenciou o resultado do Paran\u00e1, seguido de m\u00e1quinas e equipamentos, outro setor bastante importante na ind\u00fastria do estado\u201d, informou Almeida. Para ele, houve um \u201cespalhamento\u201d de resultados positivos em maio.<\/p>\n<p>O Par\u00e1, com taxa negativa de 13,2%, teve o recuo mais elevado, causado pelo baixo desempenho do setor extrativo, que concentra a maior parte da atividade industrial do estado. \u201cEste \u00e9 o resultado negativo mais intenso para o estado desde mar\u00e7o de 2020, quando atingiu a taxa de -16%\u201d, afirmou o analista. Os estados do Rio de Janeiro e de Pernambuco tamb\u00e9m tiveram taxas negativas em maio: -4,1% e -2,4%, respectivamente.<\/p>\n<p>Conforme a PIM Regional, a segunda maior influ\u00eancia sobre o resultado nacional \u00e9 da ind\u00fastria do Amazonas com crescimento de 6,6%, o maior em termos absolutos. Segundo o IBGE, a alta de maio elimina a perda de 0,1% de abril. \u201cOs destaques foram a ind\u00fastria de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos e o setor de bebidas, que influenciaram o crescimento da produ\u00e7\u00e3o industrial amazonense.\u201d<\/p>\n<p>Com varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,3%, S\u00e3o Paulo foi a terceira maior influ\u00eancia, acompanhando o percentual do \u00edndice nacional. Para Almeida, o crescimento, considerado t\u00edmido, teve como influ\u00eancia positiva os setores de ve\u00edculos automotores e de m\u00e1quinas e equipamentos.<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00edndice n\u00e3o suprime a perda sofrida no m\u00eas anterior de 3,6%. Com esse resultado de 0,3% na passagem de abril para maio, S\u00e3o Paulo continua 1,9% abaixo de seu patamar pr\u00e9-pandemia e 23,4% abaixo em rela\u00e7\u00e3o ao patamar mais alto da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em mar\u00e7o de 2011\u201d, acrescentou.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>M\u00e9dia trimestral<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>Quanto \u00e0 m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral, que apresentou \u00edndice de 0,4%, houve taxas positivas em 11 dos 15 locais pesquisados. Amazonas (2,3%), Cear\u00e1 (1,9%), Rio de Janeiro (1,3%), Bahia (1,2%), Mato Grosso (1,2%), Regi\u00e3o Nordeste (1,1%) e Goi\u00e1s (0,8%) foram os destaques, tamb\u00e9m neste caso, a principal perda ficou com o Par\u00e1 (-4,7%).<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Acumulado<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>De janeiro a maio, dez dos 15 locais pesquisados tiveram queda, com destaque para o Par\u00e1 (-11,9%), Santa Catarina (-6,6%) e Cear\u00e1 (-6,2%). No acumulado dos \u00faltimos 12 meses, nove dos 15 estados pesquisados recuaram. O Amazonas passou de 1,5% para -1,8%; o Cear\u00e1, de -3,7% para -6,5%; Minas Gerais, de 4,7% para 2%; Esp\u00edrito Santo, de 4% para 1,3%; Santa Catarina, de 0,1% para -2,3%; S\u00e3o Paulo, de -0,8% para -3,0%; Par\u00e1, de -7,6% para -9,3%; e Rio Grande do Sul, de 2,1% para 0,4%.<\/p>\n<p>Esses locais apresentaram as principais perdas entre abril e maio deste ano, enquanto a Bahia, que saiu de -7,0% para -3,9%, e Mato Grosso, que passou de 8,5% para 10,6%, tiveram os maiores ganhos entre os dois per\u00edodos.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Pesquisa<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>De acordo com o IBGE, desde a d\u00e9cada de 1970, a PIM Regional produz indicadores de curto prazo, relativos ao comportamento do produto real das ind\u00fastrias extrativa e de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa traz, mensalmente, \u00edndices para 14 unidades da federa\u00e7\u00e3o cuja participa\u00e7\u00e3o \u00e9 de, no m\u00ednimo, 1% no total do valor da transforma\u00e7\u00e3o industrial nacional e, tamb\u00e9m para o Nordeste como um todo: Amazonas, Par\u00e1, Cear\u00e1, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goi\u00e1s e Regi\u00e3o Nordeste\u201d, concluiu o instituto.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As maiores altas ocorreram no Amazonas (6,6%) e em Mato Grosso (4,6%)<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":55328,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[104],"tags":[],"class_list":["post-55327","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55327","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55327"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55327\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":55331,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55327\/revisions\/55331"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55328"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55327"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55327"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55327"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}