{"id":55366,"date":"2022-07-11T14:47:53","date_gmt":"2022-07-11T18:47:53","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/?p=55366"},"modified":"2022-07-11T14:47:53","modified_gmt":"2022-07-11T18:47:53","slug":"peixe-leao-traz-riscos-para-o-litoral-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/peixe-leao-traz-riscos-para-o-litoral-brasileiro\/","title":{"rendered":"Peixe-le\u00e3o traz riscos para o litoral brasileiro"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_55367\" style=\"width: 741px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-55367\" class=\" wp-image-55367\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/peixe.jpg\" alt=\"\" width=\"731\" height=\"548\" srcset=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/peixe-980x735.jpg 980w, https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/peixe-480x360.jpg 480w\" sizes=\"auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, 100vw\" \/><p id=\"caption-attachment-55367\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Internet<\/p><\/div>\n<p>Uma esp\u00e9cie de peixe natural da \u00c1sia, normalmente cultivada como peixe ornamental, est\u00e1 trazendo riscos para o litoral brasileiro. Invasor e venenoso, o peixe-le\u00e3o alcan\u00e7ou o Oceano Atl\u00e2ntico a partir do Caribe e, por n\u00e3o haver predadores naturais do Oceano \u00cdndico, ele est\u00e1 se expandindo pelo Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>J\u00e1 existem dezenas de registros da esp\u00e9cie em Fernando de Noronha, por exemplo. Em maio deste ano, o peixe-le\u00e3o foi registrado pela primeira vez no Maranh\u00e3o, durante expedi\u00e7\u00e3o voltada para estudos de uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Foram encontrados mais tr\u00eas exemplares, com meio metro de comprimento. Pela primeira vez, a esp\u00e9cie foi registrada a cerca de 70 metros de profundidade.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em maio, o Observat\u00f3rio Costeiro e Marinho do Cear\u00e1 discutiu o crescimento da esp\u00e9cie e repassou medidas preventivas para secretarias municipais do estado. Por l\u00e1, j\u00e1 foram registrados mais de 40 animais, com tamanhos entre 14 e 15 cm, todos jovens e encontrados em locais rasos, como armadilhas fixadas no solo para pesca e recifes naturais.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 uma estimativa da popula\u00e7\u00e3o do peixe-le\u00e3o em \u00e1guas marinhas brasileiras, mas os novos registros comprovam a expans\u00e3o territorial da esp\u00e9cie, de acordo com Leonardo Messias, coordenador do Centro de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade Marinha do Nordeste do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio). Segundo Messias, as experi\u00eancias registradas no Caribe para conten\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie t\u00eam sido apenas a pesca do animal.<\/p>\n<p>O peixe-le\u00e3o possui 18 espinhos venenosos. A toxina n\u00e3o \u00e9 letal, mas pode causar dor intensa, n\u00e1useas e incha\u00e7o no local. Segundo pesquisadores do Observat\u00f3rio Costeiro e Marinho do Cear\u00e1, o peixe-le\u00e3o n\u00e3o representa, at\u00e9 agora, perigo para banhistas. 70% dos acidentes registrados no Caribe estavam relacionados \u00e0 pesca.<\/p>\n<p>Mas a esp\u00e9cie \u00e9 predadora de outros peixes e invertebrados marinhos. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Cear\u00e1, ela compete com outros peixes nativos carn\u00edvoros e pode causar preju\u00edzos ambientais e socioecon\u00f4micos.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A f\u00eamea do animal pode produzir at\u00e9 30 mil ovos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":55367,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[105],"tags":[],"class_list":["post-55366","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55366","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55366"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55366\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":55368,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55366\/revisions\/55368"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55367"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55366"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55366"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55366"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}