{"id":58176,"date":"2022-11-11T13:02:26","date_gmt":"2022-11-11T17:02:26","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/?p=58176"},"modified":"2022-11-11T13:02:30","modified_gmt":"2022-11-11T17:02:30","slug":"90-da-malha-rodoviaria-no-amazonas-e-ruim-ou-pessimo-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/90-da-malha-rodoviaria-no-amazonas-e-ruim-ou-pessimo-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"90% da malha rodovi\u00e1ria no Amazonas \u00e9 ruim ou p\u00e9ssimo, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_58177\" style=\"width: 623px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/90-da-malha-rodoviaria-no-amazonas-e-ruim-ou-pessimo-aponta-pesquisa\/0010c437cee4010a40e1f14de3825f90_br_174\/\" rel=\"attachment wp-att-58177\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-58177\" class=\" wp-image-58177\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/0010c437cee4010a40e1f14de3825f90_BR_174.jpeg\" alt=\"\" width=\"613\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/0010c437cee4010a40e1f14de3825f90_BR_174-980x651.jpeg 980w, https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/0010c437cee4010a40e1f14de3825f90_BR_174-480x319.jpeg 480w\" sizes=\"auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-58177\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Toda Hora<\/p><\/div>\n<p>No Amazonas, 88,6% da malha rodovi\u00e1ria pavimentada avaliada apresenta algum tipo de problema, sendo considerada regular, ruim ou p\u00e9ssima. S\u00f3 11,4% da malha no Estado \u00e9 considerada \u00f3tima ou boa, segundo pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta quarta-feira (09\/11), que apontou, ainda, que situa\u00e7\u00e3o da malha rodovi\u00e1ria do pa\u00eds piorou em 2022. Neste ano, 66% das rodovias foram consideradas em mau estado, contra 61,8% no ano anterior.<\/p>\n<p>No Amazonas, 83,4% da extens\u00e3o da malha rodovi\u00e1ria avaliada do estado apresenta problemas no pavimento, 16,6% est\u00e1 em condi\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria e 5,8% est\u00e1 com o pavimento totalmente destru\u00eddo. A sinaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada regular, ruim ou p\u00e9ssima em 86,1% da extens\u00e3o.<\/p>\n<p>A pesquisa identificou 259 pontos cr\u00edticos no estado e aponta que as condi\u00e7\u00f5es do pavimento no estado geram um aumento de custo operacional do transporte de 67,8%.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Norte<\/span><\/h2>\n<p>Na Regi\u00e3o Norte, 79,2% da malha rodovi\u00e1ria pavimentada avaliada da regi\u00e3o apresenta algum tipo de problema, sendo considerada regular, ruim ou p\u00e9ssima. 20,8% da malha \u00e9 considerada \u00f3tima ou boa. Com rela\u00e7\u00e3o ao pavimento, 69,2% da extens\u00e3o da apresenta problemas, 30,8% est\u00e1 em condi\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria e 1,1% est\u00e1 com o pavimento totalmente destru\u00eddo.<\/p>\n<p>A pesquisa diz que, 76,8% da extens\u00e3o da malha rodovi\u00e1ria da regi\u00e3o tem sinaliza\u00e7\u00e3o considerada regular, ruim ou p\u00e9ssima. As pistas simples predominam em 97,4%. Falta acostamento em 55,6% dos trechos avaliados e os pontos cr\u00edticos s\u00e3o 1.110 na regi\u00e3o. As condi\u00e7\u00f5es do pavimento geram um aumento de custo operacional do transporte de 43,6%. E seriam necess\u00e1rios Investimentos de R$ 9,44 bilh\u00f5es.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Brasil<\/span><\/h2>\n<p>Dos 110,3 mil quil\u00f4metros analisados, 44,9 mil foram considerados em estado regular, 20,7 mil em estado ruim e 7,1 mil em p\u00e9ssimo estado. Juntos somam 66% das rodovias do pa\u00eds. Em \u00f3timo ou bom estado, foram 37 mil quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o considera v\u00e1rios itens, como a qualidade do pavimento das estradas, se a sinaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 adequada e a geometria da vida, como se h\u00e1 presen\u00e7a de faixas adicionais ou curvas perigosas.<br \/>\nSegundo a an\u00e1lise da CNT, a maior parte das rodovias em mau estado est\u00e1 sob gest\u00e3o p\u00fablica. Dos 87,1 mil quil\u00f4metros analisados, 75,3% est\u00e3o em estado regular, ruim ou p\u00e9ssimo. Outras 24,7% foram avaliadas com boas ou \u00f3timas.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre as rodovias que foram concedidas, 16 mil quil\u00f4metros foram avaliadas com boas ou \u00f3timas, ou 69% das estradas consideradas. Outros 7 mil quil\u00f4metros, 31% das rodovias, s\u00e3o regulares, ruins ou p\u00e9ssimas.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Acidentes<\/span><\/h2>\n<p>A pesquisa da CNT mostra um leve aumento no n\u00famero de acidentes rodovi\u00e1rios entre 2020 e 2021. H\u00e1 dois anos, foram 63.548 contra 64.515 acidentes ocorridos em rodovias federais no ano passado. A Confedera\u00e7\u00e3o calcula o custo econ\u00f4mico desses acidentes em R$ 12,7 bilh\u00f5es em 2021. No ano anterior, foi de R$ 11,7 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo a CNT cada acidente com fatalidade tem custo m\u00e9dio de R$ 1 milh\u00e3o, com v\u00edtimas de R$ 153,4 mil e sem v\u00edtimas, R$ 37,3 mil. Rodovias em estado ruim tamb\u00e9m impactam o meio ambiente e o custo operacional de quem trafega. O estudo aponta que houve consumo desnecess\u00e1rio de 1 bilh\u00e3o de litros de diesel f\u00f3ssil em 2022, ou R$ 4,9 bilh\u00f5es a mais de custo, por conta das \u201cinadequa\u00e7\u00f5es\u201d do pavimento.<\/p>\n<p>\u201cRodovias deficientes reduzem a seguran\u00e7a vi\u00e1ria, aumentam o custo de manuten\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos, al\u00e9m do consumo de combust\u00edvel, lubrificantes, pneus e freios\u201d, aponta o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Fonte: Toda Hora<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os investimentos necess\u00e1rios para recuperar as rodovias no Amazonas, com a\u00e7\u00f5es emergenciais, de restaura\u00e7\u00e3o e de reconstru\u00e7\u00e3o somariam R$ 1,27 bilh\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":73,"featured_media":58177,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[105],"tags":[],"class_list":["post-58176","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58176","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/73"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58176"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58176\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58179,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58176\/revisions\/58179"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58177"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58176"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58176"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}