{"id":58837,"date":"2022-12-12T13:02:05","date_gmt":"2022-12-12T17:02:05","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/?p=58837"},"modified":"2022-12-12T13:02:14","modified_gmt":"2022-12-12T17:02:14","slug":"pesquisa-desenvolve-cadeias-de-valor-e-agricultura-sustentavel-para-a-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/pesquisa-desenvolve-cadeias-de-valor-e-agricultura-sustentavel-para-a-amazonia\/","title":{"rendered":"Pesquisa desenvolve cadeias de valor e agricultura sustent\u00e1vel para a Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_58838\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/pesquisa-desenvolve-cadeias-de-valor-e-agricultura-sustentavel-para-a-amazonia\/amazo%cc%82nia-640x480\/\" rel=\"attachment wp-att-58838\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-58838\" class=\"size-full wp-image-58838\" src=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/Amazo\u0302nia-640x480-1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/Amazo\u0302nia-640x480-1.jpg 640w, https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/Amazo\u0302nia-640x480-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/Amazo\u0302nia-640x480-1-510x382.jpg 510w, https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-content\/uploads\/Amazo\u0302nia-640x480-1-480x360.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-58838\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Canal Rural<\/p><\/div>\n<p>A segunda fase do \u201cProjeto Bem Diverso \u2013 Sustenta e Inova\u201d, financiado pela Uni\u00e3o Europeia, coordenado pelo Sebrae e executado pela Embrapa, em parceria com o Cirad, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam) e Funarbe, foi lan\u00e7ada. Sobretudo, ao longo de quatro anos, a equipe do projeto buscar\u00e1 desenvolver cadeias de valor e inova\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel em tr\u00eas localidades do bioma amaz\u00f4nico: Maraj\u00f3, Transamaz\u00f4nica e Xingu.<\/p>\n<p>Para o lan\u00e7amento do componente Maraj\u00f3 do projeto, a equipe t\u00e9cnica da\u00a0Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia,\u00a0Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental\u00a0e\u00a0Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos\u00a0participou de palestras, visitas t\u00e9cnicas e di\u00e1logos na cidade de Portel (PA), no final de novembro, em paralelo com a 5\u00aa Feira de Ci\u00eancias do Rio Acutipereira.<\/p>\n<p>\u201cTemos uma d\u00edvida hist\u00f3rica com o Maraj\u00f3, e pretendemos trabalhar intensamente para a inclus\u00e3o social decorrente do desenvolvimento sustent\u00e1vel. Para transformar as realidades amaz\u00f4nicas, precisamos de uma atua\u00e7\u00e3o cada vez mais orquestrada de institui\u00e7\u00f5es governamentais e n\u00e3o-governamentais, por isso estamos hoje aqui. Contem com a Embrapa\u201d, discursou na abertura o chefe-geral da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental, Walkym\u00e1rio Lemos.<\/p>\n<p>De acordo com informa\u00e7\u00f5es divulgadas pela Embrapa, o projeto Sustenta Inova objetiva desenvolver e implementar pr\u00e1ticas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis, desenvolver cadeias de valor na Amaz\u00f4nia, com foco na conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, redu\u00e7\u00e3o do desmatamento, restaura\u00e7\u00e3o da paisagem, mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, em alinhamento com os Objetivos do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS).<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 expandir as contribui\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento sustent\u00e1vel obtidas com o projeto Bem Diverso, executado no per\u00edodo de 2016 a 2021, em parceria com o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).<\/p>\n<p>\u201cCom base no legado no Projeto Bem Diverso, funda-se o Sustenta e Inova. Seu sucesso est\u00e1 baseado no engajamento das comunidades e dos atores locais em suas atividades. Iniciamos as a\u00e7\u00f5es da segunda fase no Maraj\u00f3, a partir de uma Rede de Desenvolvimento Local Sustent\u00e1vel j\u00e1 formada por mais de 80 pessoas, de seis diferentes munic\u00edpios de tr\u00eas Estados e do Distrito Federal, 19 entidades, 11 pontos focais de comunidades, 16 facilitadores, sei gestores locais, 12 jovens comunicadores e 40 representantes institucionais, colaboradores e membros de comit\u00eas\u201d, relata Anderson Sevilha, pesquisador da Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia, e l\u00edder do projeto.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Transformar vulnerabilidades em oportunidades<\/span><\/h2>\n<p>Os 19 munic\u00edpios das cidades da regi\u00e3o do Arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3 re\u00fanem uma popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de extrema vulnerabilidade social e econ\u00f4mica, reconhecidos como detentores dos menores \u00edndices de desenvolvimento humano (IDH) do Brasil. Para chegar \u00e0 regi\u00e3o, isolada do resto do Estado do Par\u00e1, s\u00e3o necess\u00e1rias pelo menos 16 horas de barco, partindo de Bel\u00e9m. Na zona rural, onde vive a maior parte da popula\u00e7\u00e3o, as casas est\u00e3o sobre palafitas \u00e0s margens dos rios, sem saneamento ou servi\u00e7o de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>\u201cDurante anos, a principal atividade econ\u00f4mica baseou-se na extra\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de madeira com a derrubada da floresta Amaz\u00f4nica. A cidade de Portel nasceu com a funda\u00e7\u00e3o da companhia Amacol, uma serraria dirigida pelos americanos. O impacto desta atividade intensiva ao longo de d\u00e9cadas ocasionou forte desequil\u00edbrio ambiental, levando as popula\u00e7\u00f5es a buscarem alternativas de cunho sustent\u00e1vel ap\u00f3s o fechamento da empresa. Da\u00ed a import\u00e2ncia do trabalho da Embrapa na regi\u00e3o\u201d, afirma Raimundo Nonato Teixeira, pesquisador da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental.<\/p>\n<p>Pelo projeto Bem Diverso, desde 2016, a Embrapa vem atuando na regi\u00e3o a fim de desenvolver as capacidades das comunidades e juventudes locais com vistas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, manejo e restaura\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e ecossistemas, processamento de frutos nativos, acesso ao mercado, \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas e ao cr\u00e9dito. Um dos principais resultados do projeto pode ser observado na Comunidade Santo Ezequiel Moreno, da cidade de Portel: a cooperativa Maneja\u00ed.<\/p>\n<p>Constru\u00edda sob palafitas, o Centro de Manejo do A\u00e7a\u00ed, criado pela pr\u00f3pria comunidade, abastece a \u00fanica escola da localidade pelo Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA). O Sistema Agroflorestal, com esp\u00e9cies nativas e produtivas, implantado na comunidade e fomentado pela cooperativa, abastece a maior parte dos alimentos servidos na alimenta\u00e7\u00e3o escolar, composta principalmente por a\u00e7a\u00ed, tambaqui, camar\u00e3o, mandioca e frutas nativas como tapereb\u00e1, cupua\u00e7u e bacuri.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia<\/span><\/h2>\n<p>Outro resultado do projeto que vem impactando a vida dos agroextrativistas locais \u00e9 a ado\u00e7\u00e3o do manejo de m\u00ednimo impacto de a\u00e7aizais nativos, uma pr\u00e1tica orientada pela equipe t\u00e9cnica da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental, que n\u00e3o apenas promove a conserva\u00e7\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica, como tamb\u00e9m a faz mais produtiva.<\/p>\n<p>Segundo o pescador e extrativista, Alcindo Morais, da cidade de Muan\u00e1 no Maraj\u00f3, desde que abandonou a pr\u00e1tica de cultivo intensivo, chamada de a\u00e7aiza\u00e7\u00e3o, \u2013 que diminui a diversidade das esp\u00e9cies da fauna e da flora, causando graves problemas ambientais \u2013 e come\u00e7ou a seguir o manejo sustent\u00e1vel tem obtido melhores resultados. A ado\u00e7\u00e3o da BRS Pai d\u00b4\u00c9gua, um cultivar de a\u00e7a\u00ed para terra firme com suplementa\u00e7\u00e3o h\u00eddrica desenvolvido pela Embrapa, tamb\u00e9m foi um diferencial.<\/p>\n<p>\u201cEu acreditei na Embrapa, muitos n\u00e3o acreditaram. Agora, observo que a planta se desenvolve mais, os cachos s\u00e3o maiores, al\u00e9m de coletarmos na safra de julho a dezembro, tamb\u00e9m coletamos na entressafra de mar\u00e7o a junho, com maior seguran\u00e7a. Estou muito satisfeito\u201d, relata.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Agrega\u00e7\u00e3o de valor \u00e0 cadeia de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7a\u00ed e de outras esp\u00e9cies nativas<\/span><\/h2>\n<p>A maior parte dos a\u00e7a\u00eds coletados pelas comunidades extrativistas da regi\u00e3o \u00e9 vendida in natura. Uma das atividades previstas no projeto Sustenta e Inova \u00e9 gerar pr\u00e1ticas de agrega\u00e7\u00e3o de valor e aprimorar o processamento do a\u00e7a\u00ed nativo em estruturas de beneficiamento m\u00ednimas a serem instaladas nas pr\u00f3prias comunidades ribeirinhas e tamb\u00e9m em uma planta industrial da cooperativa Maneja\u00ed a ser instalada no munic\u00edpio de Portel, no Par\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cA a\u00e7\u00e3o impactar\u00e1 as fam\u00edlias que residem em Projetos Estaduais de Assentamentos Agroextrativistas (PEAEX) do Estado do Par\u00e1, uma regi\u00e3o onde est\u00e1 presente marcante valor hist\u00f3rico cultural, vulnerabilidade social e grande biodiversidade. Apesar das dificuldades, a regi\u00e3o vem avan\u00e7ando no acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas e na participa\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as comunit\u00e1rias nas a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d, destaca Rodrigo Paranhos, pesquisador da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos.<\/p>\n<p>Por outro lado, h\u00e1 uma demanda por conhecimento t\u00e9cnol\u00f3gico ligado \u00e0 agroindustrializa\u00e7\u00e3o. \u201cAp\u00f3s o di\u00e1logo com os parceiros e com as comunidades, identificamos uma demanda de capacita\u00e7\u00e3o em boas pr\u00e1ticas para pequenas plantas industriais de processamento de a\u00e7a\u00ed, popularmente conhecida como \u201cbatedeira\u201d na regi\u00e3o norte, e a elabora\u00e7\u00e3o de proposta uma mini-planta de processamento de a\u00e7a\u00ed que possa ser instalada em cada comunidade, a fim de garantir um produto seguro e com qualidade para o consumidor\u201c, conta F\u00e9nelon do Nascimento Neto, pesquisador da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos.<\/p>\n<p>Para a instala\u00e7\u00e3o dessas unidades, a Cooperativa contar\u00e1 com o apoio t\u00e9cnico da equipe de agroindustrializa\u00e7\u00e3o da Embrapa. \u201cS\u00e3o estruturas de diferentes portes e com objetivos distintos. As batedeiras, que podem beneficiar 200 kg de a\u00e7a\u00ed, por exemplo, fornecem o produto para consumo di\u00e1rio pelas fam\u00edlias, enquanto que a planta industrial, que ter\u00e1 uma capacidade de processamento de, no m\u00ednimo, 1000 kg de fruto por dia, fornecer\u00e1 polpa de fruta congelada para comercializa\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio e tamb\u00e9m para fora\u201d, afirma Virg\u00ednia da Matta, pesquisadora da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos.<\/p>\n<p>O desenvolvimento de novos produtos, como forma de agrega\u00e7\u00e3o de valor \u00e0s fruteiras nativas, \u00e9 outra vertente de contribui\u00e7\u00e3o da equipe para agroextrativistas, manipuladores (batedores), t\u00e9cnicos agr\u00edcolas, agentes da vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria e integrantes da comunidade escolar, como professores e merendeiras.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s assumimos um compromisso com a comunidade, e queremos deixar um legado, que possa reverter no desenvolvimento sustent\u00e1vel e na melhora da qualidade de vida da regi\u00e3o\u201d, afirma F\u00e9nelon do Nascimento Neto, pesquisador da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que os protocolos de boas pr\u00e1ticas, validados por pesquisadores da Embrapa, sejam adotados em toda a cadeia de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7a\u00ed do campo at\u00e9 a agroind\u00fastria, beneficiando as fam\u00edlias extrativistas da regi\u00e3o. A publica\u00e7\u00e3o \u201cBoas pr\u00e1ticas na cadeia de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7a\u00ed\u201d dispon\u00edvel gratuitamente para download re\u00fane essas informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt\">Prospec\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas com potencial para empreendimentos sociais<\/span><\/h2>\n<p>Outra a\u00e7\u00e3o prevista pelo Projeto Sustenta Inova \u00e9 a prospec\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas com potencial comercial, para que possa compor um portf\u00f3lio de produtos da biodiversidade na Central Amaz\u00f4nia, a ser implementada nos mesmos moldes da Central da Caatinga e da Central do Cerrado, em opera\u00e7\u00e3o a partir da execu\u00e7\u00e3o do Projeto Bem Diverso.<\/p>\n<p>A Comunidade Monte Hermon, da cidade de Portal, j\u00e1 produz de forma artesanal os \u00f3leos de copa\u00edba e andiroba para fins medicinais, e agora est\u00e1 estruturando uma pequena agroind\u00fastria para expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cObservamos nas visitas t\u00e9cnicas realizadas que h\u00e1 um grande potencial de expans\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o de valor de esp\u00e9cies nativas na produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leos para uso aliment\u00edcio, cosm\u00e9tico e farmac\u00eautico. Inicialmente vamos realizar um diagn\u00f3stico da qualidade dos \u00f3leos copa\u00edba e andiroba produzidos na regi\u00e3o, a fim de melhorar a qualidade e, em seguida, promover uma troca de experi\u00eancia entre as comunidades do Maraj\u00f3 e da cooperativa Grande Sert\u00e3o de Montes Claros, Minas Gerais, para a produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de buriti, chamada de miriti, muito abundante nas cabeceiras dos rios\u201d, relata Renata Borguini, pesquisadora da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos.<\/p>\n<p>Fonte: Canal Rural<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas localidades do bioma amaz\u00f4nico: Maraj\u00f3, Transamaz\u00f4nica e Xingu<\/p>\n","protected":false},"author":73,"featured_media":58838,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[252],"tags":[],"class_list":["post-58837","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-inovacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/73"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58837"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58837\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58840,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58837\/revisions\/58840"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58838"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crea-am.org.br\/creaam_site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}