
De acordo com o conselheiro federal e engenheiro mecânico Júlio Fialkoski, que também é técnico em eletrônica, o mercado para esses profissionais é bastante promissor. “É preciso haver investimento em pesquisa e desenvolvimento para que a atuação não se restrinja às funções de manutenção e correção de problemas, já que existe a capacidade técnica para atuar no desenvolvimento e inovação de produtos”, disse Fialkoski. Para o conselheiro federal, engenheiro eletricista e técnico em eletrônica, Marcos Vinicius Santiago Silva, a profissão é essencial para o desenvolvimento econômico do País. “Afinal a eletrônica está presente em todas as profissões e no cotidiano de todos nós”, ressaltou ele. Já o presidente da Associação Brasileira de Ensino Técnico Industrial (Abeti), conselheiro federal e técnico mecânico Luis Eduardo Quitério, lembra que a procura pelo profissional é muito grande e a instalação de novos cursos tem acontecido de forma satisfatória. Ele enfatiza que a procura pela profissão também está relacionada à possibilidade de atuar como autônomo e pelo retorno financeiro. “Já está em tramitação no Congresso projeto de lei que define o nosso piso salarial”, informa o conselheiro. O Sistema Confea/Crea e Mútua, que possui mais de 70 mil técnicos em eletrônica cadastrados, parabeniza os profissionais que comemoram este 5 de novembro. Equipe de Comunicação do Confea
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