O ministério vai investir R$ 270 milhões, e, segundo Rezende, a expectativa é chegar a R$ 400 milhões após a definição de contrapartidas de instituições de pesquisa como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que já garantiu parceria com a iniciativa.
Áreas estratégicas
“Vamos assinar convênios de cinco anos, os recursos já estão garantidos para os três primeiros. Temos que ter a robustez necessária em termos de recursos para garantir a continuidade mesmo após o fim desse governo”, defendeu o ministro, que participa da 60° Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De acordo com Rezende, mais da metade do centros serão destinados a áreas consideradas estratégicas para o país, como biocombustíveis, agricultura, saúde, Amazônia e pesquisa nuclear e espacial.
Base científica
“Os centros serão formados por uma entidade-sede, que vai articular grupos de pesquisa e laboratórios. O edital de seleção será lançado em agosto. Vamos celebrar os convênios ainda esse ano.”
Na avaliação do ministro, a maior parte dos centros de pesquisa será instalada na Região Sudeste do país, “que têm a maior base científica”. Mas, para estimular a distribuição regional das pesquisas, o edital vai prever a aplicação de 35% dos recursos do ministério exclusivamente em institutos no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. A idéia, segundo Sergio Rezende, é “dar melhores condições de disputa” a essas regiões.
Os Ministérios da Saúde e da Educação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) e a Petrobras serão entidades parceiras do projeto.
Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br
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