“Os Estados Unidos atualmente são o maior produtor de etanol a partir do amido, porém os altos custos para extração e produção são bastante criticados por outros países, o que muitas vezes chega a inviabilizar o processo. No Brasil, essa produção é mais acessível, pois se utiliza a cana-de-açúcar, que possui a vantagem de ter o açúcar livre. Nesse caso, não é necessária a quebra de moléculas, processo que encarece a produção”, explicou a pesquisadora da Embrapa Agroenergia, Simone Mendonça.
De acordo com a pesquisadora a mandioca açucarada ampliará o leque de matérias primas e incentivará a produção em larga escala no país. Outra vantagem descoberta pela pesquisa é que a mandioca açucarada possui 224,7 de glicose enquanto a mandioca comercial apenas 0,78. De sacarose a nova qualidade de mandioca possuiu 90,01 de sua composição de açúcares enquanto a mandioca normal apenas 0,16.
Biodiesel
A Embrapa também trouxe um expositor de matérias primas a partir de frutos e sementes que estão estudo para a produção de biodiesel. São eles o pinhão manso, o babaçu e o macaubou. Atualmente são utilizados mundialmente o óleo de soja (77.47%), o sebo bovino (20,61%), o óleo de algodão (1,46%), o óleo de palma e de dendê (0,36) e em menor escala a gordura de porco (0,06%) e o óleo de fritura (0,01).
Rafaela Maximiano
Equipe de Comunicação da WEC




