
Segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Erikson Chandoha, a proposta é divulgar para os participantes do evento – especialmente agricultoresbrasileiros e estrangeiros – a importância econômica e ambiental das práticas financiadas pelo ABC. “Pretendemos apresentar práticas que podem ser adotadas em outros países. O programa é um exemplo de incentivo ao desenvolvimento agropecuário em conjunto com a preservação ambiental”, afirmou Chandoha, que estará presente na abertura do painel do dia 15, junto com representantes dos ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário. Nesta sexta-feira, haverá quatro exposições: o plano ABC no contexto da implementação da Política Nacional sobre Mudança do Clima; o plano setorial da agricultura; o potencial e as estratégias do uso de biogás para a agricultura familiar; e construção de capacidades técnicas focadas no bioma, na profissionalização e na viabilidade econômica do médio produtor rural. Criado em 2010, o ABC oferece crédito aos produtores rurais para a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis. Entre as práticas financiadas, estão sistema de plantio direto, tratamento de resíduos animais, integração lavoura-pecuária-floresta, fixação biológica de nitrogênio, plantio de florestas e recuperação de áreas degradadas. O principal objetivo é fazer frente aos desafios trazidos pelas mudanças climáticas, com a meta de reduzir, até 2020, entre 133 a 162 milhões de toneladas de CO2. Entre julho de 2011 e abril de 2012, produtores rurais e cooperativas contrataram R$ 840,9 milhões por meio do ABC, com juros de 5,5% ao ano praticados pelo Banco do Brasil e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O prazo para pagamento é de 5 a 15 anos, e o limite de financiamento é de R$ 1 milhão. Fonte: Globo Rural
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do...



