Preço do metro quadrado recuou 0,19% no Amazonas

Em setembro, o custo médio por metro quadrado caiu a -0,19% no Amazonas. Em agosto, o preço fechou em R$ 883,44. Já no mês passado, caiu para R$ 881,73.

segunda-feira, 8 de outubro, 2012 - 14:50
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O custo nacional da construção, por metro quadrado, fechou em R$ 847,18 em setembro. Desse total, R$ 449,99 são relativos aos materiais e R$ 397,19 à mão de obra. De acordo com a pesquisa, a retração do consumo no País reflete nos resultados do comércio da construção civil, impossibilitando que se pratique reajustes nas mercadorias. Apesar da época do ano ser a mais propícia para obras, o comércio de material de construção reflete a situação atual do consumo em baixa. A pesquisa também avalia custo de projeto por metro quadrado (considerando apenas mão de obra e insumos).  Neste aspecto, quase todos os tipos de construção padrão tiveram pequena variação para baixo baixo. Destaque para Prédio residencial, pilotis, 18 pavimentos tipo: sala, 4 quartos, circulação, 2 banheiros, lavabo, copa-cozinha, área de serviço, quarto e WC de empregada, que caiu  0,4% seu custo por m2. Entre os que tiveram aumento, o destaque foi para prédio residencial, térreo, 5 pavimentos tipo: sala, 2 quartos, banheiro, cozinha e área de serviço, com 0,6% de reajuste. A queda foi puxada principalmente pelos insumos. Dos 69 produtos da construção pesquisados pelo IBGE mensalmente; 46 não apresentaram qualquer movimento, 15 sofreram queda e apenas 8 tiveram algum reajuste. Dobradiça foi o produto que sofreu a maior queda de preço no mês (-13%), seguida de argamassa pré-fabricada (-5,3%). Entre aqueles que aumentaram seus preços, destaque para bloco de concreto com 26% de aumento, seguido de chuveiro elétrico com 6,7%. Já entre os trabalhadores, algumas profissões tiveram reajuste no custo. Um mestre de obra que antes custava de R$9,66 em agosto passou para R$10,90 em setembro (+12,8%). Os profissionais da carpintaria de esquadrias apresentaram uma queda, de R$4,83 a hora em Agosto, para R$4,53 em Setembro (-6,2%). Fonte: Portal Amazônia

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