A conclusão é da professora do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Liseane Thives, que defendeu, no ano passado, uma tese de doutorado sobre o uso do material na pavimentação de rodovias. Foram quatro anos de pesquisa e testes em Florianópolis e Portugal, na Universidade do Minho, até chegar à fórmula atual.
– O custo inicial do asfalto de borracha é um pouco mais elevado que o convencional, mas, diante da durabilidade e resistência mecânica, fica mais barato – explica a professora, que ganhou o prêmio de melhor tese do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis.
O resultado da pesquisa apontou uma resistência 30 vezes superior ao convencional. Na prática, segundo Liseane, o asfalto borracha é, no mínimo, 10 vezes superior. A longo prazo ele é 30% mais barato.
Fonte: Instituto de Engenharia
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