A reunião será realizada na sede do sindicato, na Avenida Joaquim Nabuco, no Centro da cidade.
Na última segunda-feira (12) os trabalhadores paralisaram 90% da categoria. Eles estiveram nos canteiros de obras e decidiram cruzar os braços em protesto contra a negativa de reajuste salarial. Apenas 10% do efetivo de operários continua nas obras.
Os operários pedem reajuste de 8,3%, cesta básica no valor de R$ 80 e instalação de restaurantes nos canteiros de obras. O Sinduscon ofereceu 6,6%. A proposta foi recusada. O piso salarial dos trabalhadores da construção civil atualmente é de R$ 770.
O Sinduscom informou que cabe a Justiça decidir o caminho que a greve deve tomar. Segundo o sindicato, os empresários tentaram negociar com os trabalhadores, mas eles recusaram a contraposta.
O Sinduscom entrou com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na última sexta-feira (9) pedindo ao TRT que julgue a legalidade da greve e o percentual de reajuste. (FM)
Fonte: Portal Amazônia
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