Laudo sobre interdição do Manauara Shopping sai em até 30 dias

De acordo com o diretor-presidente do Implub, Manoel Ribeiro, a Prefeitura de Manaus criou um grupo de trabalho para apurar as denúncias. Ao todo, 12 representantes do Corpo de Bombeiros, Implurb, Seminf, MPE/AM, Defesa Civil e CREA/AM participarão da elaboração do laudo pericial que definirá a real situação do shopping.

segunda-feira, 20 de setembro, 2010 - 15:47
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Durante os próximos 30 dias, fiscais do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) fiscalizarão diariamente as condições estruturais do Manauara Shopping, localizado na zona Centro-sul de Manaus. A fiscalização começou na manhã desta segunda-feira (20), após várias especulações sobre tremores que teriam abalado as estruturas do centro comercial.

Segundo Ribeiro, somente após a conclusão do laudo a Prefeitura tomará as providências cabíveis que tenham cunho legal, amparadas pela análise dos órgão envolvidos. “Estamos preparados para adotar medidas drásticas. Temos que preservar a integridade da população. Queremos resolver isso logo, porque estamos próximo do Natal e sabemos que a quantidade de pessoas aumenta nesse período, não podemos deixar margem para erros”, explicou.
Outras denúncias
Em abril deste ano, o Implurb realizou uma fiscalização no Manauara Shopping para verificar denúncias sobre as más condições de uso dos banheiros. Indagado porque os fiscais que atuaram na ação não constataram as rachaduras no prédio, ele informou que o foco naquele momento eram os banheiros e não as rachaduras.
Na ocasião, a direção do Manauara assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o município para solucionar a situação. O termo de ajustamento vence no mês de outubro. “É difícil dizer quando teremos uma noção exata das condições estruturais do shopping, assim como pode durar uma semana ou 15 dias pode durar também um mês. Tudo vai depender da ação e análise do trabalho técnico”, disse.
Interdição
Segundo Manoel Ribeiro, a interdição é uma medida extrema, mas caso seja constatado o perigo aos freqüentadores, a Prefeitura não hesitará em fechar o shopping. “Não podemos deixar de tomar as medidas cabíveis, uma vez que, se por ventura acontecer algo, a Prefeitura será responsabilizada por não ter feito nada. Nesse momento não afirmamos nenhuma das irregularidades apontadas pela população. Apenas alertamos que adotamos a postura de investigar o que está acontecendo já que é um clamor popular”, concluiu.
Fonte: www.portalmazonia.com

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