O plano fará a descrição das obras necessárias para reforçar o sistema elétrico das 12 cidades-sede que receberão os jogos. “Estaremos atentos a eventuais problemas no licenciamento ambiental e de viabilidade dos empreendimentos. O objetivo é identificá-los e encontrar soluções”, afirmou Grüdtner.
A reunião do grupo de trabalho contou com a participação de representantes das secretarias estaduais e distribuidoras de energia. As capitais a serem abrangidas pelo trabalho são: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Natal, Recife, Manaus e Salvador.
O secretário ressaltou que o grupo de trabalho será dividido em oito equipes, que devem atuar como uma força-tarefa. A partir do início das atividades, o grupo deverá apresentar relatórios nas reuniões mensais do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).
A preocupação do governo, segundo Grüdtner, é garantir a “alimentação com redundância, ou seja, criar mecanismos que permitam o fornecimento energia mesmo havendo falha na fase de geração e transporte da energia. Segundo ele, o governo federal tem controle somente sobre a rede básica de transmissão e também deverá acompanhar a distribuição nas cidades-sede.
Durante a reunião, representantes da cidade do Rio de Janeiro manifestaram a preocupação de desenvolver um plano de ação similar para garantir o fornecimento de energia nos Jogos Olímpicos de 2016. Segundo Grüdtner, a proposta atual do governo já atende a estas reivindicações.
Fonte: Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA
Ascom CREA-AM
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