Cerca de R$ 17 bilhões desse montante foram tomados para custeio e comercialização, com juros de 6,75% ao ano. Os médios produtores, um dos focos do último plano agrícola e pecuário, tomaram emprestados R$ 1,6 bilhão, o que representa 50% a mais do que no mesmo período da safra 2009/2010. Entre os investimentos, o ministério destacou os financiamentos concedidos a cooperativas e ao Programa de Sustentação de Investimento (PSI), que foram de R$ 2,3 bilhões.
– Os financiamentos do PSI são importantes porque incluem a aquisição de máquinas e equipamentos, que aumentam a capacidade produtiva da agricultura – explicou o coordenador-geral de Análises Econômicas do Mapa, Marcelo Guimarães, em nota divulgada pelo ministério.
O Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 disponibilizou à agricultura empresarial R$ 100 bilhões, um aumento de 7,5% em relação aos R$ 93 bilhões financiados na safra 2009/2010. Para a agricultura familiar, foram destinados R$ 16 bilhões.
Fonte: Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA
Ascom CREA-AM
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