Na justificativa da emenda, o deputado Vicentinho afirma que a eleição indireta “é um retrocesso e que o voto direto para presidente do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais foi conquistado pelos profissionais, após intensas lutas e grande mobilização da categoria.”
Já o deputado Luiz Carlos Busato defende, em seu parecer, que “a eleição direta de um presidente de Conselho Profissional não resolve problemas de democracia”. Para ele, “a instância máxima é o Pleno do Conselho”, que deve eleger o presidente, como acontece na Câmara e no Senado.
No Sistema Confea/Crea a discussão sobre eleições diretas ocorreu na década de 80, no processo de redemocratização do país. Inicialmente foram adotadas as consultas prévias aos profissionais, antes da homologação do nome do presidente pelo Plenário. A partir de 1993, a eleição de presidentes do Confea e dos Creas passou a ser feita pelo voto direto dos profissionais registrados.
Assessoria de Comunicação do Confea
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