CREA do Amazonas e de Rondônia acompanham debates sobre a BR 319

A audiência pública aconteceu na Assembleia Legislativa do Amazonas. Conselheiros de Rondônia, parlamentares e empresários dos dois Estados se deslocaram para Manaus pela rodovia e viram as dificuldades das populações que vivem às margens da estrada.

quinta-feira, 29 de outubro, 2015 - 09:41
n


Representantes dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia do Amazonas e de Rondônia estiveram na manhã desta quarta-feira (28) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) participando da audiência pública sobre a BR 319 (Manaus-Porto Velho). Os conselheiros Edson da Silva Duarte, Cristiane Verbena e Ângelo Conti (na foto acima), do CREA-RO, integraram uma comitiva, composta por parlamentares, empresários e representantes de entidades de classe do Amazonas e de Rondônia, que viajou de Porto Velho até a capital do Amazonas pela rodovia federal, inaugurada na década de 70. Eles saíram na segunda-feira, dia 26, e chegaram na terça-feira à noite na cidade de Manaus, depois de percorrer 880 quilômetros. A intenção da comitiva é mostrar as reais condições da estrada e as dificuldades pelas quais passam as populações que vivem às margens da BR 319. Vila Realidade, em Humaitá (AM) – Fotos: CREA-ROBalsa na BR 319 (Manaus-Porto Velho). Foto: CREA-ROFoto: CREA-RO A partir dessa viagem, será elaborado um documento com fotos sobre a trafegabilidade da rodovia, com as considerações dos parlamentares e demais membros da comitiva, além de outras questões, e depois será entregue ao Governo Federal. Foto: CREA-ROO diretor administrativo do CREA-AM, engenheiro civil Marco Aurélio de Mendonça, e o coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Conselho no Amazonas, o engenheiro civil Kleber Diniz, representaram o CREA-AM na audiência. Para o presidente da autarquia, o engenheiro civil Cláudio Guenka, é salutar qualquer iniciativa que discuta propostas e soluções para a BR 319, contemplando perspectivas econômicas importantes, questões ambientais e as necessidades das populações que vivem ao longo da rodovia.   As obras de recuperação da estrada, realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), foram embargadas e multadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que justificou graves crimes ambientais na região conhecida como “meião” da rodovia, conforme noticiado pela imprensa. A Justiça Federal acatou pedido do Ministério Público Federal (MPF) e também determinou a suspensão imediata dos serviços.   Veja mais fotos AQUI !     Texto e fotos: Acyane do Valle   Assessoria de Comunicação CREA-AM (92) 2125-7127 [email protected]

Veja mais