Ministério dos Transportes libera R$ 15 milhões para melhorar estrutura de curso da UEA

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, assinou convênio, nesta quarta-feira (3/03), em Brasília, garantindo repasse de R$ 15,1 milhões para a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Esses recursos serão investidos na construção de laboratórios para o Curso Superior de Tecnologia em Construção Naval. A primeira parcela do aporte - R$ 5 milhões, foi confirmada com a assinatura do contrato, com duração de três anos. A instituição prevê que a nova estrutura do curso já estará funcionando até o final deste ano.

quinta-feira, 4 de março, 2010 - 16:04
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Em contrapartida, a UEA irá desenvolver estudos preliminares, levantamentos e elaborar estudos técnicos para a implantação de terminais hidroviários, em diversos municípios ao longo dos rios Javari, Içá, Negro, Solimões, Japurá, Juruá, Purus, Madeira e Maués-Açu.
Para Alfredo Nascimento, a iniciativa garante maior qualidade à indústria naval do Amazonas. “É uma grande ajuda para que o curso de Engenharia Naval tenha os instrumentos técnicos necessários para que o profissional formado na Universidade do Estado do Amazonas saia com um bom padrão”, avaliou o ministro. “É uma investida nova que faz o Ministério dos Transportes lá na região para que a gente consiga formar profissionais e consiga, principalmente, alavancar a indústria naval no nosso Estado”, concluiu.
Para o ministro, a participação da Universidade do Estado do Amazonas, alocando profissionais nessa área, dará condições de crescimento para o setor.
O curso de Tecnologia em Construção Naval vem sendo oferecido há um ano, com 50 alunos matriculados, no município de Novo Airão (a 115 quilômetros de Manaus). Para a reitora da UEA, Marilene Corrêa, “é importante que os entes federativos se preocupem com a formação técnica e tecnológica. Essa área, de construção naval, mesmo que não seja muito protegida, tem uma empregabilidade enorme”, destacou.
“Nós precisamos adensar essa cadeia produtiva e essa perspectiva profissional. As ocupações que incluem a cadeia produtiva da construção naval são grandes e de enormes possibilidades para os alunos da capital e do interior. Para nós isso é um passo estrutural”, concluiu a reitora.
Renato Pena
Ministério dos Transportes
Assessoria de Comunicação

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