
Segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), o Brasil tem uma produção diária de 195 mil toneladas de lixo e 33 mil toneladas vão direto para lixões. Desde 2010 existe uma lei que proíbe o funcionamento de lixões em zonas urbanas a partir de 2014, obrigando as cidades a procurarem soluções alternativas para o descarte desses resíduos, como aterros sanitários.
A implantação de termelétricas a lixo pode ser uma dessas soluções. Muito usada na Europa, essa tecnologia transforma energia a partir do lixo orgânico. O que pode ser reciclado nesse caso é separado e o que não pode ser reaproveitado é queimado.
Um dos problemas desse tipo de usina é a emissão de gases que são gerados a partir da queima dos resíduos. Alguns especialistas afirmam que filtros podem ser instalados para impedir a liberação do metano (que é um dos gases que aumentam o efeito estufa), além de outras substâncias que podem ser prejudiciais à saúde.
Especialistas e governantes têm discutido para encontrar formas de usar a tecnologia de forma sustentável e viável economicamente para os municípios. Veja no gráfico acima como é o funcionamento de uma usina elétrica movida com a queima do lixo.
Fonte: Instituto de Engenharia
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